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Estudo - Cartas Gerais


CARTAS GERAIS

Rogério Adriano Pinto


INTRODUÇÃO

Nesta pesquisa será apresentado as Cartas Gerais. As Cartas Gerais são assim chamadas porque não foram destinadas a uma igreja específica, logo seu conteúdo era de interesse de todos os crentes. As Cartas gerais são oito : Hebreus, Tiago, 1 e 2 Pedro, 1,2,3 João e Judas.
Veremos a autoria, a data da escrita, o destino, o motivo da escrita, visão panorâmica e a característica especial de cada uma das Cartas Gerais. 

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Salário Mínimo: Deputados evangélicos votam contra o aumento para R$560



A primeira votação polêmica da Câmara Federal aconteceu na quarta-feira, dia 16, onde os parlamentares votaram sobre o valor para o salário mínimo, a maioria dos deputados evangélicos votou contra a proposta do mínimo passar para R$560, aprovando o aumento para R$545.
Os R$ 560 eram defendidos pelo DEM e pelas centrais sindicais, em especial pelo presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP). A emenda de R$ 560 foi derrotada por votos 361 votos contra, sendo que apenas 120 votaram a favor, além de 11 abstenções, totalizando 492 votantes.
Dos evangélicos, foram 55 votos contra o aumento para R$560, contra 11 a favor enquanto dois se abstiveram e alguns poucos estavam ausentes da sessão. Esse resultado favoreceu o Governo de Dilma Rousseff que defendia o valor do mínimo para R$545.

 Veja a lista do deputados evangélicos: Clique Aqui.

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Aborto, o grito silencioso dos que não nasceram



A questão do aborto esteve no topo da lista das grandes discussões políticas em nossa nação. Este é um assunto solene, que merece nossa maior atenção. Não devemos ser frívolos em sua análise. O aborto sempre foi e ainda é assunto de debates entre juristas e legisladores; é tema da ética cristã que exige um posicionamento da igreja. Algumas ponderações precisam ser feitas no trato dessa matéria: Quando começa a vida? Quem tem o direito de decidir sobre a interrupção da vida? Em que circunstâncias um aborto pode ser justificado? O que a Palavra de Deus tem a dizer sobre o assunto? Não queremos, neste artigo, discutir aqueles casos de exceção, onde a medicina e a ética cristã precisam fazer uma escolha entre a vida da mãe ou do nascituro. Queremos, sim, alertar para a prática indiscriminada e irresponsável do aborto, fruto muitas vezes, de uma conduta imoral.

Embora seja ainda matéria de discussão, é consenso geral que a vida começa com a fecundação. A ciência apresenta o fato de que a vida humana inicia com a fecundação e termina com a morte. Desde a concepção, todos os componentes da vida já estão potencialmente presentes para o seu pleno desenvolvimento. É desse óvulo fertilizado que se desenvolve o ser humano pleno, corpo e alma. Na perspectiva bíblica, Deus é o autor da vida e ele mesmo é quem forma o nosso interior e nos tece no ventre da nossa mãe. É Deus quem nos forma de maneira assombrosamente maravilhosa. O salmista diz: “Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado e entretecido como nas profundezas da terra. Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda” (Sl 139.15,16). A Bíblia fala do ser antes do nascer. Davi diz: “Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe” (Sl 51.5). Jó descreve sua existência pré-natal afirmando: “Porventura não me vazaste como leite e não me coalhaste como queijo? De pele e carne me vestiste, e de ossos e tendões me entreteceste” (Jó 10.10). Fica claro na perspectiva da Escritura, que a vida começa na concepção.

A lei de Deus é enfaticamente clara: “Não matarás” (Ex 20.13). Deus é o autor da vida e só ele tem autoridade para tirá-la (1Sm 2.6). A decisão acerca do aborto não pode ser apenas uma discussão restrita à mãe e ao seu médico. O direito à vida é um direito sagrado e deve ser amplamente discutido, sobretudo, à luz da ética cristã. O aborto é a eliminação de uma vida. É um assassinato. E o mais grave: um assassinato com requintes de crueldade. O aborto é matar um ser indefeso, incapaz de proteger-se. É tirar uma vida que não tem sequer o direito de erguer a voz e clamar por socorro. Ah! Se os milhões de crianças que não chegaram a nascer pudessem gritar aos ouvidos do mundo, ficaríamos estarrecidos diante dessa barbárie. Ficamos chocados com o Holocausto, onde seis milhões de judeus foram mortos nos campos de concentração e nos paredões de fuzilamento. O aborto, entretanto não é menos perverso. O ventre materno em vez de ser um refúgio da vida, torna-se o corredor da morte; em vez de ser o berço da proteção, torna-se o patíbulo da tortura; em vez de ser o reduto mais sagrado do direito à vida, torna-se a arena mais perigosa da morte. O aborto é um crime com vários agravantes, pois não raro, a criança em formação é envenenada, esquartejada e, sugada do ventre como uma verruga pestilenta e indesejável. Oh, que Deus tenha misericórdia da nossa sociedade! Que Deus tenha piedade daqueles que legislam! Que Deus tenha compaixão daqueles que favorecem ou praticam tamanha crueldade!




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Após polêmica, Dilma se reúne com membros da CNBB



A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em reunião com a Presidenta da República do Brasil, preferiram não discutir o aborto, depois de haver escrito uma carta pedindo para fiéis não votassem nela.

Após ter sido alvo da Carta da CNBB durante as eleições presidenciais, Dilma Rousseff se reencontrou ontem com os integrantes da cúpula da Igreja Católica e o tema acabou sendo deixado de lado para, segundo entidade, para não reabrir a polêmica.

"O momento não era adequado para discutir esse assunto," declarou dom Dimas, secretário geral da CNBB, após a reunião.

Lembrando que esta foi a primeira reunião dos representantes da Igreja com Dilma, depois que ela assumiu a Presidência, e acrescentou,"A questão do aborto ficou resolvida na própria campanha" esquivando-se de tratar do assunto.

O presidente da CNBB, dom Geraldo Lyrio Rocha, também confirmou que o tema não havia sido tratado com Dilma, explicando que temas como aborto não foram discutidos com a presidente, já que o encontro era “uma oportunidade para que a presidência da CNBB pudesse saudar a presidente da República no início de seu governo.”

Além disso, ele tentou amenizar explicando que a nota contra o aborto havia sido endereçada a todos os presidenciáveis, e não só à candidata petista. E acrescentou que a reforma do Estado precisava ser executada com ampla participação popular e não poderia ser feita nos gabinetes dos parlamentares. Ele justifica que deve haver consideração a vontade e os anseios da população para que o processo aconteça de forma democrática.

Segundo ele, a CNBB entregou à presidente Dilma, um documento defendendo a reforma política, sem citar, entretanto, pontos específicos.

Em contraste, durante o período da campanha presidencial de 2010 do Partido dos Trabalhadores (PT), a CNBB escreveu uma carta dizendo, o PT “se posicionou pública e abertamente a favor da legalização do aborto, contra os valores da família e contra a liberdade de consciência.”

Nesta carta, o Bispo Diocesano expressou que como responsável pela defesa da fé, ele denuncia e condena o aborto como “contrário à lei de Deus.” E desta maneira, recomendou “a todos verdadeiros Cristãos e verdadeiros Católicos a que não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais "liberações," independentemente do partido a que pertençam.”

A então candidata Dilma Roussef vinha ganhando atenção com o tema do aborto, na qual foi acusada de defender a prática.

Mais tarde, a atual presidente assinou carta em encontro com evangélicos no ano passado, comprometendo-se a não enviar ao Congresso projetos de lei que permitissem a legalização do aborto e o casamento entre homossexuais.

Entretanto, no início mês de janeiro deste ano, a ministra da presidente declarou defender o aborto, levantando novamente as discussões.

Fonte: Christian Post


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Os anti-intelectualismo religioso



Infelizmente, em pleno século XXI ainda existe uma turma dentro de nossas igrejas que se manifesta contra o estudo secular e a busca pelo conhecimento. Em alguns lugares, o cristão estudioso é tido como rebelde, frio, calculista, modernista, liberal e inveterado insurgente. James Sire chama isso de versão popular do intelectual.
De modo recorrente é dito que a igreja não precisa de mais conhecimento ou de doutores, já que historicamente ela foi levada adiante por pessoas que nunca estudaram, e que, portanto, a intelectualidade é desnecessária e sobretudo perigosa.
E alguns, para fundamentar, lançam mão do texto de II Cor. 3.6: “… porque a letra mata e o espírito vivifica”.
É um erro grosseiro de interpretação dizer que a palavra “letra” no texto de II Cor. 3.6 esteja se referindo ao conhecimento. Não é preciso muito conhecimento teológico para se depreender do texto sob análise que Paulo está fazendo referência à letra da lei, e não ao conhecimento. Veja-se que o capítulo em que o versículo está inserido tem como tema principal a diferença entre o ministério do Antigo e do Novo Testamento, fato este que pode ser plenamente verificado nos versículos posteriores, onde Paulo escreve: “O ministério que trouxe a morte foi gravado com letras em pedras; mas este ministério veio com glória que os israelitas não podiam fixar os olhos na face de Moisés, por causa do resplendor de seu rosto, ainda que desvanecente” v. 7 – NVI
A infeliz verdade é que ainda existe um pensamento de anti-intelectualismo dentro de alguns círculos religiosos. O escritor Os Guinnes chama isso de hedonismo mental. Já John Stott denomina de cristianismo de mente vazia.
De fato, a Bíblia alerta sobre o perigo da arrogância do conhecimento e da sabedoria carnal (II Co. 1.12). Todavia, é preciso ressaltar que a arrogância atinge não somente os estudiosos, mas também aqueles que não buscam conhecimento. E o que existe de crente que se arroga da sua própria ignorância não está escrito, como se no céu fossem receber de Deus uma coroa pela burrice exercida na terra.
A Bíblia diz: “O coração do entendido adquire o conhecimento, e o ouvido dos sábios busca a sabedoria.(Pv. 18.15)
Não quero com isso dizer que o cristão intelectual é superior ou inferir àquele que não aprecia o estudo ou a leitura. Não, não e não!
Quero simplesmente ressaltar que a vida intelectual não é sinônimo de arrogância ou de desvio doutrinário, e que tanto estudioso quanto não estudioso estão sujeitos aos mesmos erros. É claro que a vida cristã não pode pautar-se jamais pelo grau de conhecimento que possuímos, mas sim pela dependência plena à Cristo.
Como escreveu Paulo: “A minha linguagem e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria, mas em demonstração do Espírito de poder; para que a vossa fé não se apoiasse na sabedoria dos homens, mas no poder de Deus” (I Co. 2:5,6).
Pense nisso!



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Lição 08 - QUANDO A IGREJA DE CRISTO É PERSEGUIDA


Pb. José Roberto A. Barbosa
http://www.subsidioebd.blogspot.com/


 
Objetivo: Mostrar aos alunos que apesar das perseguições contra a igreja de Cristo, o evangelho de Cristo torna-se, a cada dia, mais universal e influente e que nenhuma perseguição conseguirá deter o seu avanço.
 
INTRODUÇÃO

A partir do capítulo 8 de Atos, identificamos uma forte oposição à igreja de Cristo. Por meio dessa, o Senhor favorece a expansão do evangelho para outros horizontes. Na lição de hoje estudaremos a respeito desse período de perseguição. A princípio, destacaremos o papel de Estevão, o primeiro mártir da igreja. Em seguida, refletiremos sobre o que acontece quando a igreja é perseguida. Ao final, mostraremos, à luz da Bíblia, como a igreja deva se portar diante da perseguição.
 
1. ESTEVÃO, UM MÁRTIR

O relato do caráter de Estevão, nos dado por Lucas, é vibrante: “E Estevão, cheio de fé e de poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo” (At. 6.8). Quanto maior o poder de Deus atuante na igreja e na vida do cristão, maiores serão as perseguições. Por causa do testemunho corajoso de Estevão, os membros das sinagogas passaram a persegui-lo. Como foram incapazes de detê-lo por meio da argumentação bíblica, apelaram para a violência (At. 6.10). A perseguição pode ficar no campo das idéias, mas quando o perseguidor não consegue responder com base em seus argumentos, geralmente responde na base do falso testemunho (At. 6.13) da força física (At. 7.58). As declarações de Estevão foram firmes, ele se posicionou contra aquilo que era considerado de mais sagrado pelos judeus, o templo (At, 7.30,33,48), por isso eles o acusaram de “proferir palavras blasfemas contra este santo lugar” e de proferir “palavras blasfemas contra Moisés”. A pregação de Estevão, registrada no capítulo 7 de Atos, enfureceu as autoridades religiosas judaicas porque ele mostrou claramente que os líderes israelitas nunca entenderam os planos de Deus. A raiva dos judeus era tamanha que eles, diz Lucas, “enfureciam-se em seus corações e rangiam os dentre contra ele”. A coragem de Estevão não vinha dele mesmo, mas do Senhor, que o encheu com o Seu Espírito Santo (At. 6.5,8). O crente cheio do Espírito Santo não teme a perseguição, nem mesmo a morte, pois sabe que, como aconteceu com Estevão, o Senhor estará nos céus para recebê-lo (At. 7.55,56). Mesmo sendo apedrejado, Estevão não desejou mal aos seus opositores, antes orou por eles, depois entregou seu espírito a Jesus, semelhantemente o que o Senhor havia feito na cruz (Lc. 23.34).
 
2. QUANDO A IGREJA É PERSEGUIDA

Após o martírio de Estevão, a igreja passou a enfrentar forte perseguição. A palavra mártir, em grego, significa “testemunho”, aqueles que são mortos por amor a Cristo, estão testemunhando do Seu amor a Ele, por isso são bem-aventurados (Mt. 5.11). Na ocasião em que Estevão foi apedrejado, Saulo de Tarso, “consentiu na morte dele” (At. 8.1). A morte de Estevão resultou numa grande perseguição contra a igreja de Jerusalém, mas essa não conseguiu deter a força do evangelho, pois “todos, exceto os apóstolos, foram dispersos pelas regiões da Judéia e Samaria (...) mas os que andavam dispersos iam por toda parte anunciando a palavra” (At. 8.1,4). A perseguição pode ser uma estratégia permitida por Deus para retirar a igreja do comodismo. Saulo de Tarso, o perseguidor, “assolava a igreja, entrando pelas casas; e arrastando homens e mulheres, os encerrava na prisão” (At. 8.3). O verbo “assolava”, em grego, é lumaino e expressa “uma crueldade sádica e violenta”. O zelo religioso de Saulo de Tarso o conduzia a perseguição dos enviados por Cristo para pregar o evangelho, esse é o perigo da religiosidade humana, destituída do evangelho de Cristo. Seus líderes perseguem os cristãos sem qualquer respaldo no evangelho, pior ainda, fazem tudo “em nome de Deus”. Sempre foi assim, nos dias da igreja primitiva, no período das “santas” inquisições e ainda hoje. A igreja de Cristo não está imune às perseguições, pois, conforme expressou Paulo a Timóteo, “todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições”. (II Tm. 3.12). A menos que a igreja partilhe os valores defendidos pelo mundo, e deixe de ser igreja, essa enfrentará oposições. E essas são de diversas ordens: institucionais – através de leis e decretos que sejam contrários à palavra de Deus; cultural – através da produção televisiva, cinematográfica e literária que se afastam do evangelho; e física – através da prisão, tortura e morte daqueles que apregoam a mensagem de Jesus Cristo.
 
3. ENFRENTANDO A PERSEGUIÇÃO

Como a igreja não está imune à perseguição, ela precisa saber enfrentá-la com fé e coragem. No capítulo 4 de Atos, está registrada a perseguição que Pedro e João sofreram por causa da cura de um coxo. A partir dessa passagem, é possível extrair alguns ensinamentos a respeito de como a igreja deva lidar com a perseguição. Primeiramente, é imprescindível a busca pelo poder do Espírito Santo (At. 4.8). Uma igreja cheia do Espírito Santo declara com intrepidez, aos perseguidores, que Cristo Jesus é o Senhor. Ela não se cala diante da autoridade suprema da Palavra de Deus, pois ainda que as autoridades queiram silenciá-la, os verdadeiros discípulos não podem deixar de testemunhar do que viram e ouviram (At. 4. 18-20). Paulo testemunhou a respeito dessa verdade “nós cremos também, por isso também falamos” (II Co. 4.13). Diante da perseguição, seja ela de ordem institucional, cultural ou física, temos respaldo do Senhor para a desobediência, pois, conforme expressou Pedro diante das autoridades judaicas, “Mais importa obedecer a Deus do que aos homens.” (At. 5.29). O Senhor prometeu está com a Sua igreja, Ele declarou que as portas do inferno não prevalecerão contra ela (Mt. 16.18). Diante da perseguição, Ele não a deixará sozinha, pois prometeu estar com ela até a consumação dos séculos (Mt. 28.20). Por isso, devemos estar convictos que Ele agira diante das perseguições, realizará proezas no meio da igreja (Mc. 16.15-18). Se a perseguição continuar, e ainda que se tenha que pagar com a própria vida, a igreja tem a certeza de receber, do Senhor, a herança que está reservada aos mártires (II Tm. 4.8; Ap. 2.10).
 
CONCLUSÃO
 
A igreja não pode ter medo de perseguições, na verdade, pior que a perseguição é o comodismo. O Senhor prometeu está ao lado da Sua igreja quando essa for perseguida, Ele mesmo sofre com ela. Por isso, não devemos desvanecer diante das perseguições, precisamos enfrentar com coragem, no poder do Espírito Santo, na autoridade da Palavra de Deus. A igreja que cresce enfrenta perseguição, mas quanto mais essa for perseguida, mais avançará a semente do evangelho de Jesus Cristo.
 
BIBLIOGRAFIA

PEARLMAN, M. Atos. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.
STOTT, J. A mensgem de Atos. São Paulo: ABU, 2008.

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Assembléia de Deus lança Rede Social


 Para o presidente do ministério pastor José Wellington Bezerra da Costa a intenção é ´evangelizar, principalmente os jovens`


No próximo dia 21, acontecerá o lançamento do site “Comunidade AD”; a rede social da Assembléia de Deus Ministério do Belém.

“Um site interativo com as principais ferramentas onde se terá acesso as informações de todas as congregações, como horário de cultos e eventos, sendo que o usuário poderá interagir diretamente com os irmãos“ afirma Pedro Hungria, sócio da Com Viver empresa que idealizou o site.

A intenção dos idealizadores é “basicamente formar uma grande comunidade na rede social, transformando o real em virtual” afirma o empresário.

Na  segunda, 7, eles estiveram no Belenzinho e fizeram uma demonstração do que será a nova rede social dos assembleianos.

No próximo domingo, 13, pela manhã o site será apresentado aos jovens no Belenzinho e á tarde aos obreiros no templo sede da AD Campinas.

Para o presidente do ministério pastor José Wellington Bezerra da Costa a intenção é “evangelizar, principalmente os jovens”.

Explicando o projeto aos milhares de obreiros que participavam da reunião de obreiros no Belenzinho na última segunda, 7, o pastor presidente da AD Campinas, Paulo Freire disse que “é importante nós termos um canal de comunicação entre nós”, ele alegou que as redes sociais que estão em alta “oferecem muitos perigos á nossa juventude e aos usuários em geral” e mostrou a necessidade de ter um veículo  com conteúdo cristão.

Os interessados em conhecer o novo site poderão acessar www.comunidadead.com.br e preencher um pré-cadastro.

“Para usar os serviços, os usuários terão algumas facilidades, desde que se cadastrem, acessarão gratuitamente com algumas limitações, quem optar pelos planos oferecidos pela Comunidade AD terá acesso a outras ferramentas que o produto oferece. Pastores estão isentos de custos” explicou Pedro Hungria.   
 
Com informações de Juarez Lima
Redação CPAD News


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Dançar no Culto é Pecado?


 Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; 




A Revista Enfoque Gospel, na edição 84 de Jul/2008, publicou uma matéria intitulada EVANGÉLICOS E A DANÇA: PODE OU NÃO PODE?, onde consta a opinião de pastores, de músicos e de uma coordenadora de Ministério de Danças:


"dançar é: “movimentar o corpo em certo ritmo geralmente seguido de música. Ir de um lado para outro, balançar”. (Enfoque)


O fato é que nas igrejas evangélicas (incluindo nas Assembleias de Deus), há pelo menos quatro posicionamentos sobre o assunto:


1. Os que abominam radicalmente a ideia da dança no culto;


2. Os que ficam em cima do muro e chamam de "grupo de gesto" ou "grupo de coreografia" (uma questão de semântica) o que na verdade é grupo de dança (só não enxerga quem não quer). Batem palmas, batem o pé, levantam as mãos, balançam discretamente o corpo, mas afirmam não "dançam";


3. Os que entendem que a dança, dependendo do contexto cultural, da sinceridade e da espiritualidade do cristão pode fazer parte do culto (por exemplo nas igrejas Africanas, comunidades indígenas, contextos culturais brasileiros etc), desde que não promova escândalo, visto que espírito, alma e corpo fazem parte da adoração a Deus;


4. Os que liberaram geral e transformaram o culto em balada, baile funk, forró pé de serra, apresentação teatral etc.;


Faço parte do terceiro grupo. Já ouvi e li muitos argumentos aprovando ou reprovando a dança no culto, a grande maioria baseados naquela velha questão: se a Bíblia não reprova então pode, ou ainda, se a Bíblia não aprova então não pode (ambos fundamentados no silêncio da Bíblia sobre o assunto, em especial no Novo Testamento).


Respeito as opiniões contrárias, esta é a minha, e creio que é centrada num entendimento equilibrado dos princípios bíblicos que norteiam a adoração em espírito e em verdade.


"Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade." (Jo 4.23-24)


Fonte: http://www.portalfiel.com.br/


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MASTURBAÇÃO – Pecado ou Não?



Neste artigo, vou falar sobre um assunto que tem sido um tabu nas igrejas evangélicas, um assunto que cada vez mais tem se omitido de pastores para com suas ovelhas. Ora mais por que? Por que as igrejas se fecham quando o assunto é SEXO?
Você já deve ter ouvido falar que a igreja peca por falta de conhecimento. Não seria melhor então que soubéssemos, para assim não pecar? Disse Jesus: “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, este é o que me ama”.

Bom. Você já se perguntou, se a masturbação, é um tipo de fornicação? É fato que a bíblia não cita de forma explícita a palavra Masturbação, mais há quem diga, que de forma oculta ela fale sobre tal ato. Eu fui buscar informações e veja o que achei:
Vejamos à definição de lascívia e luxúria: “Gratificação dos sentidos u indulgência para com o apetite; dedicado aos ou preocupado com os sentidos” e “desejo sexual intenso”. A masturbação encaixa-se definitivamente nestas definições (veja Gl 5:19). Pode-se praticar a masturbação sem lascívia ou luxúria?

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Começou o Festival de Filmes Sundance: conheça três filmes destacáveis



Um festival que promete ser tão promissor quanto os anteriores, o Festival de Filmes Sundance, cujas histórias e cineastas apresentam sua alternatividade quanto ao sistema de filmes da atualidade, tem seus festejos neste mês, até o dia 30. O movimento já tem 30 anos desde a sua fundação pelo presidente Robert Redford, que conta, hoje, com o apoio do diretor do festival, John Cooper.

 

 

"Tiranossauro"

Estreando como diretor britânico de “Tiranossauro”, o ator britânico Paddy Considine, famoso pelas suas atuações em “The Hot Fuzz” e “Dead Man’s Shoes”, apresenta um filme marcado pelo amor e amizade nas entranhas das dificuldades.

Sinopse:

Homem atormentado, assolado pela violência, com muitos problemas, encontra a sua chance de recuperação numa mulher que trabalha voluntariamente para uma loja cristã de caridade. Desde então, dois mundos entram em colapso. O homem percebe que a vida daquela mulher não é nada tranquila.
O título “Tiranossauro” é “uma metáfora para os animais, as coisas que nos assombram, a relações abusivas, a violência, a dúvida, mas é também uma história de amor muito improvável, e é aquilo que não podemos esperar para, desculpem a linguagem, destruir”, explica Considine.

"Boulevard da Salvação"

O autor do suspense cômico apresenta um filme sobre o processo religioso da América, as grandes igrejas e as pessoas que as frequentam. Uma sátira sobre o “fanatismo cristão”.

Sinopse:

Pregador carismático tem conquistado sua cidade através do seu estilo charme. Ex-hippie recuperado é uma das ovelhas fiéis do seu rebanho. Quando o pastor se encontra em uma situação comprometedora, o fiel é posto em serviço de uma forma muito pouco convencional. A mega-igreja é lançada na sombra, e uma tempestade infernal começa a vir, o que poderia comprometer toda a sua existência. A estrada para o inferno – neste caso, o Boulevard da Salvação – está estruturado por boas intenções – embora histericamente errado.

"Posição entre as estrelas"

“Stand Van De Sterren” ou “Posicionamento entre as Estrelas” é a parte final da trilogia de Leonard Retel Helmrich na Indonésia, que acompanha a família cristã-islâmica Sjamsuddin.
O filme ganhou o Prêmio IDFA de Melhor Documentário de Longa-Duração.

Sinopse:

A história de uma jovem, neta de uma mulher cristã e idosa, que vive uma Indonésia bombardeada pelos princípios da globalização, onde há um cabo-de-guerra entre o Cristianismo e o Islamismo, jovens e velhos, ricos e pobres.
“Posição entre as Estrelas” consegue, de maneira entusiasmente, construir a complexa sociedade indonésia dos dias de hoje.

Fonte: Gospel Prime
Com informações de The Christian Post.



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