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Archive for Dezembro 2010

Planejamento da aula



Sem organização, grande parte da eficácia de seu ensino pode ser prejudicada



Planejamento da aula
Alguém já disse que “Prever é a melhor garantia para bem governar o curso futuro dos acontecimentos”; “O plano de ação é o instrumento mais eficaz para o sucesso de um empreendimento.” “Prever é agir”. É o primeiro passo obrigatório de toda ação construtiva e inteligente. Pelo planejamento, o homem evita ser vencido pelas circunstâncias, e aprende a aproveitar as novas oportunidades.

O planejamento é imprescindível em qualquer atividade humana, especialmente no que diz respeito à educação. Nesta área, ele se concretiza num programa de ação que constitui um roteiro seguro para conduzir progressivamente os alunos aos resultados desejados. A responsabilidade do mestre é imensa. Grande parte da eficácia de seu ensino depende da organicidade, coerência e flexibilidade de seu planejamento.
    

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Lições Bíblicas CPAD - 1º trimestre de 2011

                  

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Lições para 2011

Lições Bíblicas CPAD 4º Trimestre 2011


Preparada especialmente para auxiliar o professor na organização de sua aula, traçando objetivos, fornecendo orientação didática e glossário, afim de que seu aluno  tenha o máximo de aproveitamento possível.
Totalmente reformulada de acordo com orientação pedagógica e didática, com conteúdos didáticos atualizados.
A Bíblia e a Ciência


SUMÁRIO:
1 - A Bíblia descobre a Ciência
2 - O Universo Criado por Deus
3 - A Terra criada por Deus
4 - O homem, máquina perfeita
5 - Adão - a imagem de Deus
6 - A benção dos alimentos
7 - Doença? Tô fora!
8 - Quem é esse aí?
9 - A multiplicação da Ciência
10 - A destruição do meio ambiente
11 - O fim do mundo?
12 - A Ciência e Sabedoria
13 - No meio do fogo cruzado
A História da Igreja

SUMÁRIO:
1 - Como surgiu a Igreja
2 - A Expansão da Igreja
3 - A Igreja Perseguida
4 - Defensores da fé
5 - A paganização do Cristianismo
6 - Os pré-Reformadores
7 - A Reforma Protestante
8 - O Avivamento Wesleyano
9 - Os dois grandes Despertamentos
10 - Os primeiros passos do Evangelho no Brasil
11 - O início do Movimento Pentecostal
12 - O Avivamento da Rua Azuza
13 - As Igrejas de Hoje
 
O Relacionamento entre o crente e o mundo

SUMÁRIO:
1 - Quem é você?
2 - Como é você?
3 - Diz-me coom quem andas
4 - Quem manda em você?
5 - Drogas:um caminho perigoso!
6 - Fique atento!
7 - Você está podendo?
8 - Antenados!
9 - Radicalizando
10 - Não andeis ansiosos
11 - Tudo tem o seu tempo
12 - Comunique-se
13 - É muita pressão!
Fonte:  CPAD 
 
 

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O Professor como Animador de Inteligências

Você considera seus alunos inteligentes? Já observou se eles pensam bem antes de responder a uma questão mais elaborada? Costumam compreender, interpretar e assimilar o conteúdo recebido, com certa facilidade? O que significa ser inteligente? O vocábulo “inteligência” vem da junção de duas palavras latinas, inter “entre” e eligere “escolher”. No sentido amplo, inteligência é a capacidade cerebral pela qual conseguimos compreender as coisas a partir da escolha do melhor caminho. Entretanto, no sentido mais restrito, podemos dizer que inteligência é a capacidade de resolver problemas novos por meio do pensamento. De certo modo, isso concorda com o ensinamento geral da Bíblia sobre o assunto: Deus nos fez com a habilidade de nos adaptarmos às novas situações e problemas da vida. Ele nos criou com a competência de pensar. Por isso, em sala de aula, devemos oferecer aos nossos alunos a oportunidade da iniciativa, criatividade e esforço próprio, sem os quais, jamais desenvolverão amplamente sua capacidade cognitiva  -  imprescindível à aprendizagem.

Quem é o aluno inteligente?

Você é capaz de identificá-lo? Ele está em sua classe? O aluno inteligente não é somente aquele que aprende com facilidade, mas também o que se adapta às situações inéditas e problemas da vida. Ele pensa reflexivamente e exprime suas opiniões e idéias com clareza e exatidão. É aquele que está sempre pronto para aprender coisas novas, conforme ensinou Francis Bacon, “um homem inteligente consegue criar mais oportunidades do que ele encontra.”
 
Por que animador de inteligências?

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O Perfil do Superintendente de Escola Dominical


2° Parte
II – O SUPERINTENDENTE COMO EDUCADOR  

Nos círculos pentecostais, há quase três décadas, o teólogo e educador cristão, pastor Antonio Gilberto, já dizia que as “leis da aprendizagem não são invenção humana; são leis e princípios imanentes ao ser humano”. No mesmo texto, ele completou seu raciocínio dizendo que “as leis do ensino e da aprendizagem são universais e imutáveis, quer se trate do campo de ação secular ou religioso”.4 Isso significa que é preciso conhecer de educação para efetivamente cumprir a missão de escola que pesa sobre a Escola Dominical. A maioria de nós acredita que falar é sinônimo de ensinar, quando na realidade muitas e grandes lições são aprendidas com a observação dos exemplos daqueles que nos ensinam. O grave problema é que muitas dessas lições são negativas! Deixando de lado essa questão do exemplo, é preciso que o superintendente conheça sobre o processo de transmissão-assimilação ou ensino-aprendizagem, pois sem esse saber é praticamente impossível dar um caráter educativo, de fato, à Escola Dominical.

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CONVITE ESPECIAL - PARA MEUS IRMÃOS EM PARNAMIRIM/RN



TEL: (84) 9431-3843


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Lição 2 - A ASCENSÃO DE CRISTO E A PROMESSA DE SUA VINDA. Subsídio para Lição Bíblica

Lição 2 - 1º Trimestre de 2011
Texto Bíblico
: Atos 1.4-11
Texto Áureo: At 1.11

Introdução

O tema "A ascensão de Cristo" ganha destaque nesta segunda lição do trimestre, com as suas implicações doutrinárias e práticas.

A Historicidade da Ascensão

A historicidade da ascensão de Cristo costuma ser colocada em dúvida por alguns críticos, que tomam por base as aparentes contradições no texto bíblico. Analisemos os fatos.

Dois textos narram a ascensão de Cristo:

Lucas 24.50-52

49 E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder.
50 E levou-os fora, até Betânia; e, levantando as mãos, os abençoou.
51 E aconteceu que, abençoando-os ele, se apartou deles e foi elevado ao céu.
52 E, adorando-o eles, tornaram com grande júbilo para Jerusalém.

Atos 1. 8-12
8 Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.
9 E, quando dizia isto, vendo-o eles, foi elevado às alturas, e uma nuvem o recebeu, {ocultando-o} a seus olhos.
10 E, estando com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles se puseram dois varões vestidos de branco,
11 os quais lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.
12 Então, voltaram para Jerusalém, do monte chamado das Oliveiras, o qual está perto de Jerusalém, à distância do caminho de um sábado.

É possível harmonizar as diferenças nas narrativas da seguinte forma:

- Cada relato possui detalhes que não constam do outro, sendo a versão de Atos mais completa. No final do Evangelho, Lucas escreve que quando Jesus está sendo elevado, ele ergue os braços para abençoar os discípulos e eles os adoram. Lucas omite estes fatos em Atos, mas acrescenta a nuvem que o encobriu e o aparecimento dos "dois varões vestidos de branco". Dessa forma, não encontramos contradições nestes fatos. Encontramos complementações.

- Atos parece indicar que o local da ascensão foi o Monte das Oliveiras (1.12), enquanto que o Evangelho afirma que Jesus "os levou para Betânia", a aldeia ao lado deste monte, entre três e quatro quilômetros de Jerusalém. Observe que o Evangelho não diz que Jesus ascendeu de Betânia, mas que foram levados "até lá". Stott (2003, p. 45) afirma ser mais apropriada a tradução "para a vizinhança de Betânia".

Para Stott (idem, p. 45-46), após o exame das aparentes divergências, pode-se observar cinco pontos em comum na narrativa:

1. Ambos os relatos dizem que a ascensão de Jesus seguiu-se ao comissionamento dos apóstolos para que fossem suas testemunhas.

2. Ambos dizem que ela se deus fora de Jerusalém, e ao leste dela, em algum lugar do Monte das Oliveiras.

3. Ambos dizem que Jesus "foi elevado às alturas", onde o uso da voz passiva indica que a ascensão, assim como a ressurreição, foi um ato do Pai que, primeiro, o levantou entre os mortos e, depois o elevou às alturas.

4. Ambos relatam que os apóstolos "voltaram para Jerusalém".

5. Ambos dizem que depois disso eles aguardaram a vinda do Espírito, de acordo com a ordem e promessa expressa do Senhor.

Sttot (ibdem, 46-49), sustenta a historicidade da ascensão alegando que:

- Milagres não precisam de precedentes para autenticá-los;
- A Ascensão é um fato aceito em todo o Novo Testamento. Para Marshall (1982, p. 59-60), o fato da ascensão é solidamente atestado em 1 Tm 3.16; 1 Pe 3.21-22, e especialmente nas muitas passagens nas quais a ressurreição de Jesus é entendida, não simplesmente como a Sua volta dentre os mortos como também a Sua exaltação à destra de Deus (2.33-55);
- Lucas conta a história da ascensão com simplicidade e sobriedade, sem extravagâncias na narrativa;
- Lucas dá ênfase a presença de testemunhas oculares e repetidamente se refere ao que ele viram com seus próprios olhos (1.9-11);
- Não existe uma explicação alternativa para justificar o fim das aparições após a ressurreição e o fato de Jesus ter desaparecido da terra;
- A ascensão histórica e visível tinha um propósito inteligível. O motivo para uma ascensão pública e visível certamente é que ele desejava que os discípulos soubessem que ele estava partindo de vez.

Para Arrington e Stronstad (2003, p. 627) "Tudo no Evangelho de Lucas move-se em direção à ascensão, e tudo em Atos move-se a partir da ascensão".

A Teologicidade da Ascensão

Conforme Kistemaker (2006, p. 85-86) os aspectos teológicos e doutrinários da ascensão a serem considerados são:

- Que a entrada de Jesus no céu com um corpo humano glorificado é a segurança de que nós seremos igualmente glorificados.

- À mão direita de Deus, o Pai, Jesus cumpre a missão de advogado na defesa da nossa causa (1 Jo 2.1)

- A Ascensão de Jesus e o fato de ele ter-se assentado à destra de Deus marcam sua entronização real, seu governo sobre este mundo (1 Co 15.25).

Para Boor (2003, p. 30-31), o relato da ascensão destaca:

- A realidade escatológica da parousia, da nova presença de Jesus, ou de sua nova "revelação" (At 1.11). Marshall (idem, p. 62) escreve que "[...] a ascensão de Jesus é uma garantia de que, assim como foi possível para Jesus subir ao céu, assim também será possível para Ele voltar da mesma maneira, sobre uma nuvem na parousia (Lc 21.27; Mc 14.62; Dn 7.13). Desta forma, a promessa da parousia forma o fundo histórico da esperança, diante da qual os discípulos devem desempenhar seus papéis como testemunhas de Jesus." Vide também Richards (2005, p. 708)

- Fortalece a responsabilidade missionária da igreja. Neste sentido, Stott (ibdem, p. 50) comenta que até a volta de Jesus, os discípulos deveriam continuar sendo testemunhas, pois esse era o seu mandato: "Era fundamentalmente anormal ficarem a olhara para o céu, quando tinham sido comissionados para irem até aos confins da terra". Marshal (ibdem) declara que "Desta forma, a promessa da parousia forma o fundo histórico da esperança, diante da qual os discípulos devem desempenhar seus papéis como testemunhas de Jesus. Em efeito, esta passagem corresponde à declaração de Jesus em Mc 13.10, de que o evangelho deve primeiramente ser pregado a todas as nações antes do fim poder vir."

Aplicação Prática da Lição

Dentre as questões práticas que podemos extrair da presente lição bíblica, além da esperança da volta de Jesus, Stott (ibdem) nos alerta sobre dois erros dos apóstolos, nos quais podemos incorrer:

"O primeiro é o erro do político que sonha em fazer a utopia na terra (preocupados com a restauração do Reino de Israel). O segundo é o erro do pietista que sonha apenas com os prazeres celestiais (preocupado em apenas contemplar o Jesus celestial). A primeira visão é terrena demais, e a segunda, celestial demais. [...] em lugar deles, ou como antídoto para eles, deveria estar o testemunho de Jesus no poder do Espírito, com todas as sua implicações em termos de responsabilidade terrena e capacitação celestial."

Williams (1996, p. 39) concorda e escreve: "Daí a pergunta: por que estais olhando para os céus (v 11). Que acatassem as instruções recebidas. [...] A ênfase aqui, como em geral por todo o Novo Testamento, está nos deveres atuais dos crentes em vez de nas especulações a respeito da volta de Cristo."


Referências Bibliográficas

ARRINGTON, L.; STRONSTAD, Roger. Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

BOOR, Weiner de. Atos dos Apóstolos. Curitiba-PR: Esperança, 2003.

KISTEMAKER, Simon. Atos. São Paulo: Cultura Cristã, 2006. v.1

MARSHAL, I. Howard. Atos: Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1982.

PFEIFFER, Charles F.; VOS, Howard F.; REA, John. Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

______; HARRISON, Everett. Comentário Bíblico Moody. São Paulo: IBR, 1987.

RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. Rio de Janeiro: CPAD, 2005.

STOTT, John R. W. A mensagem de Atos: Até os confins da terra. São Paulo: ABU, 2003.

WILLIAMS, David J. Novo Comentário Bíblico Contemporâneo: Atos. São Paulo: Vida, 1996.
 
Fonte: http://www.altairgermano.net/2010/12/ascensao-de-cristo-e-promessa-de-sua.html

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LIÇÃO 01 - A AÇÃO DO ESPÍRITO SANTO ATRAVÉS DA IGREJA

Lição 1 - 1º Trimestre de 2011
Texto Bíblico: Atos 1.1-5
Texto Áureo: At 1.8

Introdução

Na introdução desta primeira lição de 2011, encontramos uma citação de John Stott, feita pelo pastor Claudionor de Andrade, que cabe um breve comentário: "A leitura de Atos não deve levar-nos a uma idealização da Igreja primitiva, como se ela não possuísse nenhum defeito [...]."

Assim como em qualquer outro livro da Bíblia, a realidade não é mascarada. Desta maneira, as virtudes e os defeitos de personagens, comunidades e povos são manifestos. Em Atos a Igreja vivencia momentos de glória, poder e crescimento, mas também, momentos de dificuldades internas e de perseguições externas. O texto de Stott (2003, p. 10) diz:

"[...] precisamos ser realistas. Existe o perigo de romantizarmos a igreja primitiva, falando dela em tom solene, como se não tivesse falhas. Isso significaria fechar os olhos diante das rivalidades, hipocrisia, imoralidades e heresias que atormentavam a igreja,como acontece ainda agora. Todavia uma coisa é certa: a igreja de Cristo fora enchida pelo Espírito Santo, que a espalhou para testemunhar."
A Igreja do primeiro século não é uma igreja perfeita, mas tem muito a nos ensinar em termos de submissão, poder, comunhão e evangelização.

Autoria, data e propósito

A autoria de Atos é creditada à Lucas:

"Na erudição neotestamentária, é quase axiomático que, seja quem for que tenha escrito o terceiro evangelho, também escreveu Atos. Tradicionalmente esse autor tem sido identificado como Lucas, o médico e companheiro de Paulo. Nos manuscritos dos evangelhos, encontra-se 'Segundo Lucas', quando se trata do terceiro evangelho." (WILLIAMS, 1996, p.14).

"Nem o Evangelho nem o livro de Atos dá o nome do seu autor, mas foi provavelmente Lucas, amigo e companheiro de Paulo. A indicação de sua autoria encontra-se nos três 'nós', onde a narrativa está na terceira pessoa do plural (Atos 16.10-17; 20.5-21; 27.1-28), dando a entender que o autor era companheiro de Paulo nessas três ocasiões, e que usou o seu diário de viagem como fonte de material." (PFEIFFER e HARRISON, 1987, p. 238)

"O autor é Lucas, que também escreveu o evangelho que leva seu nome." (RICHARDS, 2005, P. 706)

"Lucas escreve Atos como continuação do seu primeiro livro, o Evangelho de Lucas. O Terceiro Evangelho registra o que Deus realizou através das ações e ensinos do Jesus ungido pelo Espírito, ao passo que Atos enfatiza a continuação da obra de Jesus feita por suas testemunhas capacitadas pelo Espírito." (ARRINGTON e STRONSTAD, 2003, p. 623)

"A partir do século II, a igreja primitiva atribuiu a Lucas tanto o terceiro evangelho como o livro de Atos dos Apóstolos. Ele é provavelmente o único grego a quem é atribuída autoria de um livro do NT." (PFEIFFER; VOS; REA, 2006, p. 1180)

Poderíamos aumentar em muito a lista de citações, onde se confirmaria a autoria de Lucas.

Para Williams (idem) o nome grego Loukas pode ser uma abreviatura (contração) de Loukanos, onde a terminação as, geralmente utilizada para os escravos, sugeriria que Lucas tivesse sido um escravo treinado para ser médico. Na realidade, os fatos concretos sobre Lucas são escassos.

Stott (idem, p. 20) afirma que Lucas era um homem qualificado para a tarefa de escrever esse livro, pois era um médico culto, submetido a um treinamento rigoroso, sendo o seu grego refinado uma prova disto. Concordando com Stott, Boor (2003, p. 18) entende que "o autor de Atos dos Apóstolos é uma pessoa culta, capaz de escrever em grego versátil com fineza gramatical.

A data de Atos é defendida por uns entre 90-100 d.C., "sob a alegação de não se tratar de uma mera crônica de eventos, mas ser claramente o produto de muitas reflexão." (WILLIAMS, ibdem, p. 24). Outros autores datam Atos entre 60 e 70 d.C., visto que Lucas não menciona a morte de Paulo (cerca de 67. d.C.), e em razão de sua abrupta conclusão (PFEIFFER e HARRISON, idem).

O propósito original do livro de Atos está em apresentar à Teófilo uma narrativa dos primórdios da igreja primitiva até o encarceramento de Paulo, em Roma, e de que forma Jesus continuou a sua obra (Lc 1.1-4 e Atos 1.1-4).

O título do livro

Para Williams (ibdem, p. 26): "O título não é original. Foi cunhado algum tempo depois de cortar-se a conexão do livro com o evangelho e, talvez, à época em que recebeu reconhecimento como livro canônico."

Kistemaker (2006, p. 17) comenta que O título de Atos acrescentado provavelmente no século 2º, é problemático em vários aspectos. Alguns tradutores da Bíblia trazem a designação Atos dos Apóstolos, e contam com o apoio dos pais da igreja primitiva.

Um dos aspectos destes problemas seria o fato da listagem dos 12 apóstolos aparecer apenas no capítulo 1, recaindo a ênfase dos demais capítulos no ministério de Pedro e Paulo. João é mencionado apenas ao acompanhar Pedro ao templo (3.1) e a Samaria (8.14), não sendo registrado por Lucas nenhum dos seus feitos ou palavra específica. Outras propostas de título para o livro foram "Os Atos do Espírito Santo" ou simplesmente "Atos".

Boor (2003, p. 16) entende que o título grego - práxeis apostólon = Ações dos Apóstolos - é o mais apropriado, uma vez que se assemelha com as obras da literatura antiga que relatam de maneira solta e plástica uma série de acontecimentos da vida de homens famosos.

O conteúdo de Atos

Marshall (1982, p. 21-32) lista os seguintes conteúdos:

- A continuação dos atos poderosos de Deus registrados no Antigo Testamento e do ministério de Jesus

- A missão e a mensagem da igreja primitiva

- O progresso da Palavra a despeito da oposição

- A inclusão dos gentios no povo de Deus

- A vida e a organização da igreja

Aplicação prática da lição

A presente lição nos ensina as seguintes verdades práticas:

- A importância do registro de nossa história como contribuição para as gerações futuras.

- A grande contribuição que homens cultos e cheios do Espírito Santo podem dar a igreja. O Dr. Lucas nos prova que erudição combina com simplicidade, clareza e acessibilidade.

- Assim como na igreja apostólica, os problemas atuais com rivalidades, hipocrisia, imoralidades e heresias precisam ser tratados com transparência e urgência.


Referências Bibliográficas

ARRINGTON, L.; STRONSTAD, Roger. Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

BOOR, Weiner de. Atos dos Apóstolos. Curitiba-PR: Esperança, 2003.

KISTEMAKER, Simon. Atos. São Paulo: Cultura Cristã, 2006. v.1

MARSHAL, I. Howard. Atos: Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1982.

PFEIFFER, Charles F.; VOS, Howard F.; REA, John. Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

______; HARRISON, Everett. Comentário Bíblico Moody. São Paulo: IBR, 1987.

RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. Rio de Janeiro: CPAD, 2005.

STOTT, John R. W. A mensagem de Atos: Até os confins da terra. São Paulo: ABU, 2003.

WILLIAMS, David J. Novo Comentário Bíblico Contemporâneo: Atos. São Paulo: Vida, 1996. 

 Fonte:http://www.altairgermano.net/2010/11/acao-do-espirito-santo-atraves-da.html

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LIÇÕES BÍBLICAS CPAD 1º TRIMESTRE DE 2011

 

Atos dos Apóstolos: Até aos confins da terra 

 


No 1º Trimestre de 2011 estaremos estudando através das Lições Bíblicas da CPAD o tema: Atos dos Apóstolos: Até aos confins da terra.

A lição será comentada pelo pastor Claudionor de Andrade, e abordará semanalmente os seguintes assuntos:

1. Atos - A Ação do Espírito Santo Através da Igreja
2. A Ascensão de Cristo e a Promessa de Sua Vinda
3. O Derramamento do Espírito Santo no Pentecostes
4. O Poder Irresistível da Comunhão na Igreja
5. Sinais e Maravilhas na Igreja
6. A Importância da Disciplina na Igreja
7. Assistencia Social, Um Importante Negócio
8. Quando a Igreja de Cristo é Perseguida
9. A Conversão de Paulo
10. O Evangelho Propaga-se Entre os Gentios
11. O Primeiro Concílio da Igreja de Cristo
12. As Viagens Missionárias de Paulo
13. Paulo Testifica de Cristo em Roma
Matricule-se no próximo domingo em uma Escola Dominical e aprenda essas lições.
 
 

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A Prosperidade Bíblica


José e Uzias como paradigmas da verdadeira prosperidade cristã



A prosperidade no Antigo e Novo Testamento. No Antigo Testamento a palavra hebraica para prosperidade é tsälëach. O vocábulo significa "ter sucesso", "dar bom resultado", "experimentar abundância" e "fecundidade". Já em o Novo Testamento, o vocábulo usado é euodóö, que significa "ir bem", "prosperar", "ter sucesso". Na Almeida Atualizada, a palavra "prosperidade" aparece vinte e três vezes, enquanto na Corrigida onze (Sl 30.6; 35.27; 73.3; 122.7; Pv 1.32; Ec 7.14; Jr 22.21; At 19.25; 1 Co 16.2). Se acrescentarmos as palavras "próspero" e "próspera" teremos muitas outras ocorrências nas duas versões. Portanto, a Bíblia tem muito a ensinar a respeito da prosperidade.

A prosperidade exemplificada na vida de José. No Antigo Testamento, o termo é usado para referir-se ao sucesso que Deus deu a José no Egito (Gn 39.2,3,33). Se tomarmos a vida de José como exemplo, poucos diriam que a trajetória do menino sonhador foi de sucesso: odiado pelos irmãos, vendido aos ismaelitas, escravo e encarcerado no Egito. Quem afirmaria que José foi um homem próspero? A Bíblia. No conceito da teologia da prosperidade e triunfalista, José somente foi bem-sucedido no final da carreira. Mas, anteriormente ele não era abençoado por Deus? Era. Mas apenas os que compreendem o que de fato é a verdadeira prosperidade são capazes de compreender o sucesso em meio ao ódio, castigos e prisões (Gn 45.5,7-9). O plano dos irmãos de José era matá-lo, porém Deus interveio conservando-lhe a vida (Gn 37.20-22). Os mercadores ismaelitas poderiam vendê-lo para qualquer outra tribo ou povo, mas por que o Egito? Porque Deus o estava conduzindo até a terra dos faraós. No Egito, poderia ser vendido a qualquer nobre, mas por que a Potifar? Porque era na casa de Potifar que ele enfrentaria a mais dura prova até ser levado ao governo do Egito. Deus estava em todas as circunstâncias guiando os passos de José (Sl 37.23). A prosperidade na vida de José não é medida pelo grau de privilégios que ele desfrutou até ser governador, mas em cumprir a vontade de Deus em todas circunstâncias e vicissitudes.

A prosperidade exemplificada na vida de Uzias. A Escritura afirma que Uzias "buscou o SENHOR, e Deus o fez prosperar"(2 Cr 26.5). No contexto bíblico, a verdadeira prosperidade material ou espiritual é resultado da obediência, temor e reverência do homem a Deus. Uzias fez o que era justo aos olhos do Senhor e, como recompensa, Deus lhe deu sucesso em tudo o que fazia. José era justo, mas a sua retidão não lhe trouxe prosperidade imediata. Uzias, no entanto, enquanto permaneceu fiel ao Senhor prosperou em tudo o que fez. Porém, a Escritura afirma que o coração de Uzias se exaltou e transgrediu este contra o Senhor, perdendo toda honra que o Eterno houvera concedido (2 Cr 26.16-23).

Na vida de Uzias observamos a prosperidade condicionada à obediência, temor e reverência a Deus (2 Cr 26). O rei era próspero enquanto permanecia fiel ao Senhor. Na vida de José, observamos justamente o contrário. Ele permaneceu fiel por toda a vida, mas esta fidelidade não se traduziu em bênçãos e sucesso material imediatos. Uzias começou bem e terminou mal. José começou odiado e como escravo e terminou como governador do Egito. O equilíbrio entre os dois exemplos é a fidelidade a Deus. Seja fiel a Deus em todas as circunstâncias!

 Fonte : http://www.cpadnews.com.br/blog/esdrasbentho/


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O PEREGRINO - JOHN BUNYAN - CPAD

                

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Casal vai a julgamento por preferir orar a levar filho doente ao médico

Filho de dois anos morreu de pneumonia, em janeiro de 2009



Os advogados de defesa do casal alegam que eles pertencem a uma igreja que endossa a cura pela fé.

Um casal de americanos enfrenta julgamento por homicídio involuntário depois que seu filho de dois anos morreu de pneumonia. Herbert e Catherine Schaible preferiram orar em vez de levar Kent a um médico, resultando na morte do menino.

Os advogados de defesa alegam que os Schaibles estão sendo processados por serem cristãos fundamentalistas e pertencer a uma igreja que endossa a cura pela fé.

Eles alegam que os promotores não podem provar que a mãe sabia que Kent enfrentava risco de morte quando ficou doente, em janeiro de 2009.

O menino morreu dez dias depois de contrair pneumonia bacteriana. Os promotores dizem que uma visita ao médico poderia ter salvado sua vida.

O julgamento começou nesta terça-feira na corte de Filadélfia.


Fonte: Folha Online

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Bíblia Digital Glow Pentecostal

               

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Família sob ataque



MEC distribuirá Kit gay em escolas públicas


A doutrinação do movimento homossexual está chegando a níveis assustadores. Não bastasse a tentativa de criminalizar toda e qualquer opinião contra o comportamento homossexual (conforme PLC 122), matéria do Correio Braziliense [1] divulgou há poucos dias informações sobre um convênio firmado entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos) que visa produzir kits de material "educativo" composto de vídeos, boletins e cartilhas com a abordagem do universo de adolescente homossexuais que será distribuída para 6 mil escolas da rede pública de todo o país.

Conforme a matéria, parte do que se pretende apresentar nas escolas foi exibida em audiência na Comissão de Legislação Participativa, na Câmara. No vídeo intitulado Encontrando Bianca, um adolescente de aproximadamente 15 anos se apresenta como José Ricardo, nome dado pelo pai, que era fã de futebol. O garoto do filme, no entanto, aparece caracterizado como uma menina, como um exemplo de um travesti jovem. Em seu relato, o garoto conta que gosta de ser chamado de Bianca, pois é nome de sua atriz preferida e reclama que os professores insistem em chamá-lo de José Ricardo na hora da chamada.

O texto explica ainda que o jovem travesti do filme aponta um dilema no momento de escolher o banheiro feminino em vez do masculino e simula flerte com um colega do sexo masculino ao dizer que superou o bullying causado pelo comportamento homofóbico na escola. Na versão feminina da peça audiovisual, o material educativo anti-homofobia mostra duas meninas namorando. 

O material produzido ainda não foi replicado pelo MEC. A licitação para produzir kit para as 6 mil escolas pode ocorrer ainda este ano, mas a previsão de as peças serem distribuídas em 2010 foi interrompida pelo calor do debate presidencial.

Caros leitores, a tendência de doutrinação do movimento homossexual tem mostrado sua força, principalmente no âmbito legislativo; com propostas que provocam verdadeiro ataque à instituição familiar. 

Sob o pretexto de acabar com o preconceito e com a homofobia, a proposta em questão tenta inculcar nos jovens e adolescentes a normalidade da homossexualidade, na medida em que os instiga a esse tipo de comportamento. 

Além da oração, cabe aos cristãos a manifestação contrária a esse tipo de proposta legislativa que é um verdadeiro ataque à família.

Notas


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Lição 11 - A ORAÇÃO QUE CONDUZ AO PERDÃO


 Texto Áureo: Sl. 51.10 – Leitura Bíblica: Sl. 51.1-13


Objetivo: Ensinar os alunos a terem um espírito quebrantado em oração que é um poderoso instrumento para restaurar a comunhão com Deus.

INTRODUÇÃO
O pecado é uma realidade, ainda que alguns supostos especialistas tentem negá-lo. A Bíblia está repleta de exemplos de pecadores. Os noticiários impressos e televisivos também constatam essa verdade. Mesmo assim, sabemos que Deus não é contra os pecadores, Ele é gracioso e está disposto a perdoar aqueles que se arrependem. Na aula hoje, estudaremos a respeito do pecado e do perdão na Bíblia, atentaremos especificamente para o Salmo 51, e ao final, veremos como Deus lida com os pecadores que oram em arrependimento.

1. PECADO E PERDÃO NA BÍBLIA
Alguns estudiosos modernos tentam negar a realidade do pecado, extraem a responsabilidade do indivíduo, levando-a a condição social. A Bíblia, no entanto, revela o pecado tanto como uma tendência (Rm. 5.12) quando uma condição (I Jo. 1.10). Existem várias passagens na Bíblia que tratam a respeito do pecado. No Antigo Testamento, as palavras para pecado são: hatã – que significa “estar em falta perante Deus” (Gn. 20.6; Js. 7.11); e pesa – cujo significado principal é o de transgressão ou rebelião (Ex. 22.9; I Rs. 12.19; Is. 1.2; Am. 2.4-6). No Novo Testamento, pecado é hamartano, que dá idéia de “perder o foco” (Rm. 3.23). O pecado é uma condição perante Deus e que traz conseqüências (Jô. 5.14; I Co. 15.34). A Escritura revela a universalidade do pecado, isto é, todos pecaram, por isso foram distanciados de Deus, e o salário do pecado é a morte espiritual (Rm. 6.23). Perdão é aphesis em grego que, em Ef. 1.7; Cl. 1.14, está relacionado à redenção dos pecados, bem como no contexto de Mt. 26.28, por ocasião da celebração da Ceia do Senhor. Em prosseguimento a essa mensagem, os apóstolos pregaram que Jesus morreu e ressuscitou para o perdão dos pecados (At. 2.38; 5.31; 10.43; 13.38; 26.18).

2. SALMO 51, A ORAÇÃO DE UM PECADOR
O Salmo 51 foi escrito por Davi, por ocasião do seu pecado contra Deus, registrado em II Sm. 11.12. Nesse cântico, o salmista reconhece seu pecado e o apresenta perante Deus (Sl. 51.1-3). Em seguida, suplica ao Senhor que o perdoe dos seus pecados (Sl. 51. 1-2,7,9). Ele sabe que o pecado traz fardo à consciência, por isso, suplica ao Senhor que o livro daquele peso (Sl. 51. 8,12). O salmista não deseja mais pecar, por isso, pede ao Senhor que o dê graça para prosseguir (Sl. 51.10-11, 14). O pecado distancia o pecador da presença de Deus, por essa razão, Davi pede ao Senhor que permita que ele possa novamente se aproximar de Deus (Sl. 51.15). O salmista toma a decisão resoluta de mudar sua prática de vida, e isso será realizado melhorando a vida das pessoas que estão ao seu redor (Sl. 51.13) e glorificando a Deus (Sl. 51.16,17,19). Esse é um salmo de arrependimento, nele Davi abri sua alma perante Deus, reconhecendo sua condição pecaminosa. Ele implora não pela justiça de Deus, pois sabe que se essa vier não será possível escapar. Os pecados do salmista trouxeram implicações terríveis, ele destruiu a vida de um homem íntegro e da sua esposa. Davi, inicialmente, pensou que pudesse fugir dos olhos de Deus, foi assim desde o princípio, com Adão e Eva, mas a voz profética de Deus foi manifestada nas palavras de Natã. Davi chorou diante de Deus, suplicando pelo seu perdão, implorando por graça e misericórdia.

3. DEUS PERDOA OS PECADORES
Deus não se agrada do pecado, pois sendo Ele santo, pode haver conivência com o pecado. Mas o próprio Deus proveu uma saída para o pecado, pois Ele amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho, para que todo Aquele que nEle acredita, isto é, em Seu sacrifício vicário, não pereça em seus pecados, mas tenha a vida eterna (Jo. 3.16). Em sua Epístola aos Romanos, Paulo diz que Deus demonstra Seu amor para conosco pelo fato de ter nos amado, sendo nós ainda pecadores (Rm. 5.8). Todos pecaram, o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Jesus Cristo (Rm. 6.23). A partir do momento em que recebemos a Cristo, passamos assumir a condição de filhos, e recebemos, de Deus, o espírito de adoção, por meio do qual clamamos Aba, Pai (Rm. 8.15; Gl. 4.5). Por esse motivo, o cristão não tem mais prazer em pecar, onde abundou o pecado passa a superabundar a graça de Deus (Rm. 5.20). Isso não quer dizer que o cristão esteja isento do pecado, pois não há quem não peque, aquele que diz não pecar, faz Deus mentiroso (I Jo. 1.10), por outro lado, há algo de errado quando o cristão começa a ter prazer em pecar, pois o que é nascido de Deus não vive na prática do pecado (I Jo. 3.4-9). É nesse contexto que “se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça” (I Jo. 1.9).

CONCLUSÃO
Não adianta o ser humano fugir da verdade evidente do pecado. Essa é uma realidade bíblica, atestada pela história, motivo de matérias nos jornais e vivida na experiência humana. Todos pecaram, pois não há quem não peque (I Rs. 8.46), ainda assim, há esperança para o pecador que ora em arrependimento. Como Davi, podemos orar com o coração quebrantado, apresentarmos diante do Senhor nossos pecados, e obter perdão. Pois conforme nos lembra o sábio, “o que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia” (Pv. 28.13).

BIBLIOGRAFIA
BRANDT, R. L; BICKET, Z. J. Teologia bíblica da oração. Rio de Janeiro: CPAD, 2007.
GEORGE, J. Orações notáveis da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2007. 


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Bíblia de Estudo está disponível em tailandês

Trabalho levou oito anos para ser executado





A antiga Sociedade Bíblica Internacional, a Biblica, acaba de lançar uma bíblia de estudo em tailandês. O vice-presidente de divulgação Rich Blanco apresenta a sua estratégia em três vertentes através da tradução, edição e engajamento Bíblia. "Falamos que os dois primeiros, a tradução e publicação, são a base do que fazemos, mas realmente, o que vamos construir em cima dessa fundação é o envolvimento da Bíblia. Como conseguir que as pessoas tenham uma compreensão mais profunda da Palavra?"

Em resposta a essa pergunta, Blanco disse: "Normalmente, o próximo passo após o texto completo da Escritura traduzida é fornecer alguns materiais adicionais que ajudarão os alto-falantes tailandeses para ir mais fundo no sua compreensão das Escrituras. "
Depois de oito anos trabalhando nele, Biblica lançou a Bíblia de Estudo NVI em tailandês. É uma das primeiras Bíblias de Estudo disponível na língua tailandesa, oferecendo a mais de 20 milhões de falantes da Tailândia uma oportunidade de contato com as Escrituras

"Em alguns casos, os pastores que são chamados para liderar uma congregação mas têm muito pouca formação. Este estudo da Bíblia torna-se seu seminário em um volume. Torna-se um recurso para liderarem uma congregação e para ensinar e pregar."

Líderes que necessitam de recursos para fazerem o sermão encontram na Bíblia de Estudo NVI tailandesa uma boa opção para as suas necessidades. Blanco explica: "Algumas das características do estudo da Bíblia NIV tailandesa incluem perfis dos personagens, introduções e contornos dos livros, informações valiosas de cada livro, mapas, gráficos e ilustrações, e ainda uma concordância".


Fonte: MNN/Redação CPADNews

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Bíblias em braile têm grande demanda na Nigéria




O nigeriano Ogwugwua tem agora sua própria Bíblia em braile.


De acordo com a Sightsavers, uma ONG internacional que trabalha no combate e prevenção da cegueira em países em desenvolvimento, mais de um milhão de adultos na Nigéria são cegos e outros três milhões possuem a visão parcialmente debilitada. Esses números representam um enorme desafio para a Sociedade Bíblica da Nigéria (SBN), que traçou a ambiciosa meta de fornecer gratuitamente uma Bíblia em braile para qualquer pessoa que desejar recebê-la.

Apesar da demanda sempre superar os recursos disponíveis para a aquisição de Bíblias em braile, cada uma é produzida ao custo de US$ 516, os exemplares que a Sociedade Bíblica da Nigéria consegue fornecer têm proporcionado grandes bênçãos para a vida das pessoas beneficiadas.

É o caso do jovem Ogwugwua Ugochukwu, que perdeu a visão no ano 2000, quando se preparava para o vestibular do curso universitário de medicina. Sua vida havia mudado drasticamente. Mas, determinado a continuar com os estudos, ele entrou na Escola Pacelli para Cegos e gradualmente aprendeu a ler em braile. Lá, a leitura da Bíblia passou a ser sua principal alegria.

Em setembro último, o estudante deficiente visual visitou a Casa da Bíblia, na cidade de Lagos, onde recebeu gratuitamente 13 livros da Bíblia em braile (três do Velho Testamento e dez do Novo Testamento). Ele também teve a promessa de receber os demais livros bíblicos em braile restantes assim que a SBN torná-los disponíveis.

“Eu amo as coisas de Deus e amo ler a Bíblia porque me ajuda a crescer espiritualmente. Mas, antes de descobrir a Sociedade Bíblica, eu nunca imaginei que poderia ter minha própria Bíblia em braile”, agradece Ugochukwu.

Fonte: http://www.sbb.org.br/interna.asp?areaID=101&id=638



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