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Archive for Junho 2011

Pesquisadores usam software para analisar quantos autores escreveram a Bíblia


Pesquisadores da Universidade de Bar-Ilan usaram um programa de computador para analisar o estilo e a escolha de palavras usadas na Bíblia para identificar quantos autores trabalharam na escrita do Livro Sagrado.
Essa não é a primeira vez que acadêmicos tentam provar que os livros foram escrito por diversas pessoas que podem ser distinguidas pelas suas inclinações ideológicas, estilos linguísticos e nomes que usam ara se referirem a Deus. Mas dessa vez o software realizou esse trabalho de séculos em apenas alguns minutos.
Na análise do Pentateuco, livros creditados a Moisés, o programa encontrou dois autores ou grupo de indivíduos, um com ligação “sacerdotal”, por causa de sua aparente ligação com o Templo de Jerusalém, e outra “não sacerdotal”. A mesma separação feita há séculos por pesquisadores.

“Quando o programa de computador analisou o Pentateuco, ele encontrou a mesma separação, concordando com a divisão acadêmica tradicional em 90% dos casos, isto é, recriando em poucos minutos o trabalho de séculos de diversos estudiosos,” afirma Moshe Koppel, professor de ciências da computação da Universidade de Bar Ilan que liderou o grupo de pesquisadores.
Em outras partes, porém o software discordou da interpretação acadêmica tradicional, por exemplo, o primeiro capítulo do livro Gênesis é atribuído a um autor “sacerdotal”, mas o software indicou que não.
O mesmo aconteceu com o livro de Isaías que os pesquisadores tradicionais afirmam que foi escrito por dois autores distintos, com o segundo assumindo a partir do capítulo 39. Sobre essa teoria o programa de computador concordou que o texto pode ter dois autores, mas sugeriu que o segundo começou a trabalhar no capítulo 33.

Teste do programa

Antes de analisar o Pentateuco e outros livros da Bíblia, os pesquisadores de Bar-Ilan testaram o programa misturando passagens dos livros de Ezequiel e de Jeremias em um único texto. Assim que o software começou a analisá-lo, foi separando o texto embaralhado em suas partes componentes “quase perfeitamente”, anunciou a equipe.
O programa trabalha reconhecendo palavras repetidas, como o uso dos equivalentes hebraicos de “se”, “e” e “mas”, e também percebe sinônimos. Em alguns trechos, por exemplo, a Bíblia usa a palavra “makel” para se referir a um cajado, enquanto em outros é usado o termo “mateh” para o mesmo objeto. O software então separa o texto em vertentes que acredita terem sido o trabalho de pessoas diferentes.

Com informações O Globo

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Arqueólogos encontram ossuário da família de Caifás, sacerdote dos tempos de Jesus Cristo


Arqueólogos encontraram um ossuário (caixa usada para guardar ossos depois da fase inicial de sepultamento) que pertencia a família de Caifás, sacerdote do Templo de Jerusalém que participou da condenação de Jesus (Mateus 26:57).
De acordo com o governo israelense a peça, feita de pedra e decorada com motivos florais estilizados, estava nas mãos de traficantes de antiguidades que impediam os estudo de seu contexto original. O achado tem data provavelmente do primeiro século da Era Cristã, cerca de 2.000 anos.
Na inscrição da peça está escrito em aramaico (língua falada naquela região durante a época de Cristo) “Miriam [Maria], filha de Yeshua [Jesus], filho de Caifás, sacerdote de Maazias de Beth Imri”.
Para os arqueólogos que estudam a peça, Boaz Zissu, da Universidade Bar-Ilan, e Yuval Goren, da Universidade de Tel-Avivi, o nome Caifás é a pista crucial que liga o ossuário à família do sacerdote.

Mas ainda não se sabe se Miriam seria neta do próprio Caifás bíblico ou de algum outro membro da família sacerdotal. Até porque a inscrição também cita Maazias, um dos 24 grupos sacerdotais que serviam no Templo.

Com informações Folha

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LIÇÃO 01 - O PROJETO ORIGINAL DO REINO DE DEUS

 
O PROJETO ORIGINAL DO REINO DE DEUS
Texto Áureo: Mt. 6.33 – Leitura Bíblica: Mc. 4.1-3,10-12; Lc. 17.20,21
Pb. José Roberto A. Barbosa


Objetivo: Ensinar aos alunos que o Reino de Deus consiste em uma vida de amor, justiça, devoção, paz e alegria no Espírito Santo.
 
INTRODUÇÃO

Iniciamos mais um Trimestre na Escola Bíblica Dominical. Estudaremos a respeito da Missão Integral da Igreja. Teremos a oportunidade de aprendermos sobre a igreja no contexto do Reino de Deus. Na lição de hoje mostraremos algumas das diversas interpretações do Reino de Deus e sua fundamentação bíblica no Antigo e Novo Testamento. Esse é um tema importante a ser estudado, considerando que o Reino de Deus constituiu-se na mensagem central de Jesus (Mc. 1.14,15; Mt. 4.23; Lc. 4.21).
 
1. REINO DE DEUS: INTERPRETAÇÕES

Ao longo da história do pensamento teológico surgiram diversas interpretações em relação ao conceito de Reino de Deus. De Agostinho até o período da Reforma Protestante predominou a interpretação de que o Reino de Deus estava circunscrito à Igreja. Depois desse período, a concepção de Reino passou a ser ampliada. Os estudiosos da Bíblia depois da Reforma assumiram que a Igreja constitui o povo do Reino, mas não pode ser identificada com o Reino. Na perspectiva liberal, Adolf Harnack defendia que o Reino de Deus é totalmente apocalíptico, algo que está sempre porvir. Enquanto outros, de tendência mais existencialista, enfatizaram o Reino de Deus como algo meramente experiencial, isto é, uma identificação religiosa do indivíduo com o Reino. Um dos defensores desse ponto de vista foi Rudolf Bultmann, considerando que o verdadeiro significado do Reino deveria ser compreendido em termos de proximidade e exigência de Deus. Johannes Weiss associa o Reino de Deus com os apocalipses judaicos. Para ele, o Reino somente se dará no futuro, quando Jesus reinar sobre a terra. Esse pensamento também foi assumido por Albert Schweitzer que a interpretou em termos escatológicos. Para C. H. Dodd, o Reino de Deus é descrito em linguagem apocalíptica, mas que adentrou a história através da missão de Jesus. Em Cristo tudo o que havia sido profetizado se concretizou na história, assumindo uma “escatologia realizada”. W. G. Kümmel entendeu que o significado primário do Reino de Deus é eschaton – a nova era, análoga à do apocalipse judaico. Contrário ao pensamento da “escatologia realizada” de Dodd, Joaquim Jeremias propôs uma “escatologia em processo de realização”. Para ele, a mensagem de Jesus a respeito do Reino de Deus e seus milagres irromperam na história, mas é preciso aguardar a manifestação plena desse Reino. A tendência bíblico-teológica comumente assumida nesses últimos tempos, inclusive pelas alas dispensacionalistas, é a de que o Reino de Deus (e dos Céus) é algo em processo, uma tensão entre presente “o já” e o futuro, o “ainda não” (I Jo. 3.2).
 
2. O REINO DE DEUS NO ANTIGO TESTAMENTO

Ainda que a expressão “Reino de Deus” não ocorra no Antigo Testamento, ela é pressuposta em toda a mensagem profética. O Antigo Testamento está repleto de alusões à soberania real de Deus, existem várias referências que o caracterizam como Rei de Israel (Ex. 15.19; Nm. 23.21; Dt. 33.5; Is. 43.15) e de toda a terra (II Rs. 19.15; Is. 6.5; Jr. 46.18; Sl. 29.10; 99.1-4). Algumas referências apontam para o dia em que Ele governará sobre o povo (Is. 24.23; 33.22; 52.7; Sf. 3.15; Zc. 14.9). De tais passagens concluímos que Deus é “já” Rei, mais chegará o momento em que Ele finalmente “se tornará” Rei, ou melhor, manifestará a Sua glória real ao mundo. A linguagem profética aponta para uma revelação plena de Deus na história, quando o projeto original de Deus, em relação ao Seu Reino, será concretizado completamente. O Reino de Deus é uma esperança, pois o Senhor, no final dos tempos, manifestará Sua soberania sobre todas as nações. Na literatura rabínica, o conceito de Reino de Deus também tem uma conotação apocalíptica, enfatizando a esperança pela sua concretização plena. Nos livros apócrifos de Enoque e Salmos de Salomão a ênfase é posta exclusivamente no futuro, distanciando-se do sentido de atuação de Deus no presente. Essa tendência judaica tende ao pessimismo em relação ao tempo presente, resultando, às vezes, em escapismo. Os adeptos dessa perspectiva acreditam que resta a este tempo presente somente sofrimento e aflição, a glória somente se revelará no futuro, já que a era presente estaria entregue aos poderes malignos. Esse mesmo pensamento era partilhado pela Comunidade de Qumran, que aguardava a descida dos anjos, que se juntariam aos “filhos da luz” para a luta contra os inimigos, “os filhos das trevas”. Para os Zelotes, líderes judaicos radicais do Primeiro Século, o Reino de Deus deveria ser imediato, resultado de uma intervenção armada.
 
3. O REINO DE DEUS NO NOVO TESTAMENTO

O Reino de Deus no Novo Testamento é expresso pelos teólogos a partir da expressão grega “basileia tou theou”. O termo grego basileia (Reino) está relacionado ao hebraico malkuth que aponta para o futuro (eschaton) que tem o sentido de reino, domínio ou governo. Por isso, na oração do Senhor, pedimos ao Pai pela vinda do Reino, isto é, para que a vontade de Deus, Seu governo, seja feito na terra, que o Seu domínio se complete (Mt. 6.10). O Reino de Deus, conforme designado por Jesus para os seus discípulos, é uma “ordem de honra real”, isso porque onde estiver o Rei, ali estará o Reino (Lc. 22.29). O Reino de Deus, nas palavras do Senhor, é prioritariamente eschaton – futuro, mas também presente (Lc. 17.21). Para a Igreja Jesus já é o Rei, mas Ele precisa tornar-se Rei, essa é a temática do Novo Testamento (Fp. 2.10). A vinda plena do Reino de Deus consumará o fim da era presente e inaugurará a Era Vindoura. O final da Era Presente resultará no julgamento do Diabo (Mt. 25.41), a formação de uma sociedade redimida (Mt. 13.36-43) e a comunhão perfeita em Deus (Lc. 13.28,29). Isso poderia ter acontecido no tempo em que Jesus veio a terra, mas os judeus O rejeitaram, por isso, foi tomado pelos outros (Mt. 8.12), por conseguinte, os súditos do reino de Jesus são aqueles que aceitam a Sua palavra (Mt. 13.38). Para esses, o Reino de Deus é uma realidade presente, pois “é chegado a vós” (Mt. 12.28). Satanás continua ativo, ele subjuga os indivíduos, distanciando-os do Reino (Mt. 13.19). A vitória do Reino de Deus é espiritual, quando essa se completar acontecerá o triunfo final de Deus sobre o Inimigo (I Co. 15.25). Os fariseus quiseram saber de Deus quando o Reino haveria de se manifestar, o Senhor respondeu-lhes que este já se encontrava entre eles, ainda que não da maneira que eles aguardavam (Lc. 17.20,21).
 
CONCLUSÃO

O Reino de Deus é recebido dentro do ser humano, isso fica evidenciado em Mc. 10.15. A mensagem de Jesus se diferencia do judaísmo rabínico, pois Ele modificou a linha do tempo. A igreja, nesse contexto, vive entre duas Eras, a Era do Futuro, inaugurada pelo Cristo ressuscitado (Mt. 28.18), mas que foi invadida pelos poderes satânicos (II Co. 4.4; Ef. 6.12). No futuro, quando o Milênio for instaurado (Ap. 20.4-6), a Era Vindoura será iniciada (Ap. 21.2,3). No presente, os súditos do Reino vivem em amor, devoção, prazer, submissão, dever e gratidão (Rm. 5.5; II Co. 9.13; Lc. 18.1; Jn. 2.9). Esses põem o Reino de Deus em primazia (Mt. 6.33), e por causa do Rei dos reis e Senhor dos senhores (Ap. 19.6) passam por tribulações (At. 14.22).
 
BIBLIGRAFIA
LADD, G. E. Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Exodus, 1997.
LADD, G. E. O evangelho do Reino. São Paulo: Shedd Publicações, 2008.
 

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Lição 13 - AVIVA, Ó SENHOR, A TUA OBRA!l

 
Texto Áureo: Is. 44.3 – Leitura Bíblica: At. 19.1-6,11,12,18,19
Pb. José Roberto A. Barbosa
http://www.subsidioebd.blogspot.com/

Objetivo: Mostrar a igreja que o avivamento somente é possível quando esta se volta ao estudo sistemático e à obediência incondicional à Palavra de Deus.
 
INTRODUÇÃO

A Igreja de Jesus Cristo deve viver em avivamento constante. Cientes dessa verdade, estudaremos, na lição de hoje, os fundamentos bíblicos para que Deus avive a Sua obra no meio do Seu povo. No início da aula, definiremos o que significa avivamento, em seguida, atentaremos para alguns exemplos de avivamentos na história de Judá, por fim, em virtude da confusão que impera em alguns arraiais evangélicos, faremos a distinção entre o que é e o que não é um avivamento genuíno.
1. DEFINIÇÃO DE AVIVAMENTO
Nos dicionários de Língua Portuguesa, o termo avivamento vem do verbo “avivar”, que significa: “tornar mais vivo, estimular, tornar mais nítido, ativo e intenso” (Aurélio). Não encontramos na Bíblia a palavra "avivamento", apenas o verbo “avivar”, usado com bastante frequência. Em I Rs. 17.22 a palavra hebraica é shub, que se refere ao ato de fazer voltar à vida algo que se encontrava morto ou simplesmente, renovar ou restaurar. Na célebre oração de pedido de avivamento de Hc. 3.2, a palavra hebraica é chaiah, cujo significado é viver, ter vida, permanecer vivo, sustentar a vida, viver prosperamente, viver para sempre, reviver, estar vivo, ter a vida ou a saúde recuperada. Existem dois outros textos clássicos em hebraico que se referem a esse ato, ambos com a palavra chaiah, são Sl. 85.6 (avivamento corporativo) e Is. 57.15 (avivamento pessoal).
 
2. EXPERIÊNCIAS DE AVIVAMENTOS

Em II Cr. 34 lemos a respeito de um grandioso avivamento na história de Judá, nos tempos do rei Josias. Esse monarca foi despertamos para restaurar a vida espiritual do povo judeu, a partir da reforma do templo. Quando a reforma estava sendo feita, o sumo sacerdote Hlquias encontrou o Livro da Lei que se achava perdido (II Cr. 34.8-17). Quando a Torah foi lida, o rei teve o coração quebrantado, rasgou as suas vestes, externou a sua tristeza (II Cr. 34.19) e conscientizou-se do pecado do povo contra o Senhor (II Cr. 34.20,21), percebendo que o julgamento divino sobreviria sobre a nação. A consciência do pecado, através da Palavra de Deus, resultou em avivamento espiritual, pois diante da Lei, os judeus se voltaram para o Senhor (II Cr. 35.18). Outro exemplo de avivamento através da Palavra de Deus se encontra no capítulo 8 do livro de Neemias. Esdras leu a Lei diante do povo e isso, certamente, os levou à fé, pois a fé vem pelo ouvir (Rm. 10.17), e, ouvindo a Palavra, o Espírito produz, em nós, a santidade (Gl. 5.22). Por isso, Jesus orou, em Jo. 17.17, “santifica-os na verdade”. A respeito desse texto, consideremos os seguintes pontos: 1) Esdras reuniu a todos, não apenas alguns, contanto que fossem capazes de entender aquilo que haveria de ser exposto (v. 2), mas antes, ele direcionou o povo à oração, quando todo povo disse “amém” (v. 6). Ele leu com distinção, isto é, de modo que todos pudessem ouvir com nitidez. Em seguida, após essa leitura com clareza, ela expunha o sentido para que as pessoas compreendessem (v. 8); 2) como resultado da leitura e exposição da Palavra, o povo entristeceu-se e sentiu vergonha dos seus pecados diante de Deus, o clamor foi tal que Esdras e Neemias precisaram instruir o povo a que se regozijassem perante o Senhor; e 3) O povo, então, tomou a decisão de obedecer a Palavra de Deus (v. 17), e, após ouvir os ensinamentos do Senhor, “houve muita alegria” (v. 18). Esse é o percurso bíblico do verdadeiro avivamento, parte da leitura e exposição da Bíblia, sob a oração, debaixo da unção do Espírito Santo
 
3. O AVIVAMENTO GENUÍNO

Inicialmente, vejamos o que não é avivamento: 1) O avivamento não é uma série de encontros especiais para orações, cruzadas evangelísticas, conferências, exposição bíblica, isto é, não é uma criação da igreja por meio de planejamentos e encontros especiais; 2) O avivamento não é algo passageiro que começa num dia e termina no outro, assim, não se pode pensar que uma noite de êxtase espiritual (ou emocional) seja um avivamento, que, na verdade, é algo duradouro; 3) O avivamento não é necessariamente uma questão de milagres, de fenômenos sobrenaturais ou mesmo de “sinais e maravilhas”, isso porque a existência de tais, não garante fidelidade às verdades básicas das Sagradas Escrituras; e 4) O avivamento não é evangelismo, esse sim, é resultante do avivamento, se pensarmos que cruzadas é sinônimo de avivamento, podemos achar que podemos fazê-lo por esforços próprios, através de atividades evangelisticas. As características de um avivamento genuinamente bíblico são as seguintes: 1) percepção da presença de Deus – isso é claramente revelado em At. 2 e em Hc. 3.2 onde o profeta reconhece “Deus veio”, é uma experiência marcante; 2) disposição incomum para ouvir a Deus – devemos lembrar que o avivamento é uma resposta de fé, e essa, vem pelo ouvir a Palavra de Deus (Rm. 10.17); 3) convicção profunda do próprio pecado – vejamos o que aconteceu com o profeta Isaias, diante da manifestação do poder de Deus (Is. 6.3-5); e 4) quebrantamento que leva à obediência em alegria (Nm. 8.17,18).
 
CONCLUSÃO

O avivamento é fundamental a sobrevida da igreja local, para isso, alguns valores precisam ser resgatados, especialmente, a oração – como o catalisador do avivamento; e o ensino da Palavra - como o combustível do avivamento. Após a celebração do Centenário da Assembléia de Deus no Brasil, resta-nos pensar no futuro da igreja. Não podemos esquecer que dependemos de Deus, sem Ele nada podemos fazer, a igreja é serva da Palavra de Deus, e diante desta deve sempre se dobrar. Assim como Habacuque, oremos para que o Senhor avive a Sua obra entre nós (Hb. 3.2).
 
BIBLIOGRAFIA

AMSTRONG, J. O verdadeiro avivamento. São Paulo: Vida, 2001.
HORTON, S. O avivamento pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1997.

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Professor repelente X professor atraente


 Sua postura antes, durante e depois da aula define a que grupo você pertence

A Educação Cristã é um departamento que enfrenta tempos difíceis. Isso porque educar tem se tornado a mais complicada tarefa para o ser humano. Com o passar dos anos, os nossos alunos vêm adquirindo comportamentos que deixam os educadores preocupados e até com muitas dificuldades para realizar sua função.

Hoje, ensinar adolescentes tem sido um desafio para grandes mestres e professores de vasta experiência na área. Mesmo assim, o resultado não tem sido satisfatório. O maior obstáculo enfrentado por todos os ensinadores é descobrir os anseios, desejos e problemas da adolescência, alcançando a mente e o pensamento desse grupo.

A indisciplina dos nossos alunos adolescentes tem deixado muitos professores sem vontade de ensinar, desestimulados e enfraquecidos na sua prática. Dizer que esses problemas não acontecem na nossa querida Escola Dominical seria negar uma verdade tão evidente. É certo que na área secular os problemas são maiores e mais complexos, mas precisamos estar alerta com relação às dificuldades já enfrentadas no ensino da Palavra de Deus, principalmente nas classes de crianças e adolescentes.

Neste artigo, gostaria de destacar, entre os diversos tipos de professores de adolescentes, os dois mais notados entre os docentes da Escola Dominical: O Professor Repelente, que tem uma prática reprovada e sem sucessos; e o Professor Atraente, que, por sua vez, é dinâmico tendo uma prática exemplar.

Para compreendermos melhor esse tema e refletirmos juntos, vamos estabelecer um paralelo entre os dois tipos de professores acima mencionados.

Professor repelente

Não gosta dos alunos
– o professor repelente não demonstra interesse em conhecer o seu aluno, não permitindo aproximação. Parece não apreciar as atitudes e maneiras de ser dos adolescentes. Não permite diálogo com a classe e mostra-se sempre distante deles, assumindo uma atitude crítica, não proporcionando a oportunidade de ajudá-los a ter desejo e gosto pelo aprendizado. Um professor com essas características não consegue cativar a classe e acaba imprimindo nos seus alunos muito desinteresse para as próximas aulas.

Vive desatualizado – ele é descomprometido com a atualidade. Não lê jornais, revistas ou livros atuais; não busca novas notícias e não proporciona oportunidade de discutir com os alunos sobre os acontecimentos de sua época.

Além disso, vive sem noção do tempo, espaço e informações. Agir assim é demonstrar-se incapaz de ensinar, é permanecer despreparado para desenvolver qualquer habilidade na área do ensino da Palavra de Deus. Afinal, ele não estuda a própria Bíblia.

Permite indisciplina – sua maneira de ser gera alunos indisciplinados, pois o próprio professor contribui para isso. Ele acaba transformando sua autoridade e domínio de conteúdo e classe em desorganização e desrespeito. A indisciplina deixa a aula sem objetivos e propósitos, reduzindo as chances de o aluno aprender e atrapalhando o processo ensino-aprendizagem. Quando tolera a indisciplina em sua aula, o professor incentiva o desrespeito e estraga o relacionamento professor/aluno, levando também à desorganização das etapas do planejamento e do desenvolvimento das atividades necessárias àquela aula.

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Centro de Tradução da Bíblia para surdos comemora resultado


Pessoas surdas do Quênia estão muito felizes pela capacidade de receber e compreender as Escrituras

Quando o ministério Companhia de Sementes (Seed Company) se dedicou ao Centro de Treinamento de Tradução Bíblica para Surdos no Quênia, eles não tinham idéia do impacto que o trabalho teria na comunidade de surdos.

Em seu boletim de notícias recentes, Surdos Opportunity Outreach, juntamente com o Seed Company, falaram das reações alegres e dos relatos dos membros do curso, os quais estão recebendo treinamento e ensino bíblico pela primeira vez.

O propósito do Centro não é só traduzir a Bíblia em DVD para levar a mensagem das Boas Novas aos surdos, mas também criar notas de interpretação para que a comunidade surda possa compreender a mensagem que estão recebendo.

Recentemente, a equipe aprendeu a história que Jesus curou um homem de um espírito maligno. Esta história é significativa, especialmente para as pessoas surdas do Quênia, porque muitos quenianos - mesmo cristãos - acreditam que a "surdez" é causada por pragas ou maus espíritos. Membros da comunidade de surdos foram capazes de discutir o significado da história uns com os outros, e a equipe foi tocado pelo que testemunharam.

A verdade da Bíblia libertou muitos dos surdos no Quênia, como resultado da formação do Centro de Tradução da Bíblia. Vidas foram transformadas quando passaram a conhecer a Cristo, e homens e mulheres surdos têm sido incentivados a saber que eles são mais uma parte do plano de Deus, com ou sem a sua capacidade auditiva
 
Fonte: Mission Network News
 
 

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SBB promove concurso literário. Participe!


Até 31 de agosto, estão abertas as inscrições do concurso literário "A Parábola do Filho Pródigo" (Lucas 15.11-32). Organizado pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), a terceira edição do Prêmio Literário tem como objetivo premiar textos inéditos, escritos em língua portuguesa, impressos em tinta ou em braile, que destaquem o texto bíblico da Parábola do Filho Pródigo.
Os candidatos poderão concorrer em uma ou nas duas categorias estabelecidas: Contos e Poesias. Cada modalidade, por sua vez, é dividida por faixa etária: até 14 anos e acima de 15 anos.
Para participar do concurso, o autor deve ter como base a passagem sobre "A Parábola do Filho Pródigo". O referido trecho bíblico (Lucas 15.11-32) pode ser adquirido gratuitamente pelo telefone 0800-727-8888 ou acessado aqui (saiba mais também no regulamento logo abaixo).
As inscrições (baixe sua ficha), juntamente com a entrega dos textos, podem ser feitas pessoalmente ou por correio, nos seguintes locais: na Sede Nacional da SBB, no Museu da Bíblia, ambos em Barueri (SP), ou na Secretaria Regional de São Paulo da entidade, na capital paulista.

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1° Jornada Teológia de Parnamirim/RN

1° Jornada Teológia de Parnamirim/RN - Ass. de Deus em Jardim América com destribuição de revistas "A Bíblia no Brasil" doada pela SBB.

Confira as fotos do evento - Clique aqui!


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Atletas de Cristo lança edição da Bíblia em parceria com a SBB


A chegada da edição da Bíblia Sagrada "Atletas de Cristo" está sendo festejada com muito entusiasmo. Afinal, tem tudo a ver com o Brasil, um país em que 93% das pessoas estão envolvidas de alguma forma com o esporte, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A edição é em comemoração aos 30 anos da organização Atletas de Cristo, completados em 2010, e foi desenvolvida em parceria com a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), para alcançar esportistas das mais diferentes modalidades.

O lançamento da obra será no dia 30 de junho, no Centro Cultural Presbiteriano de Pinheiros (Av. das Nações Unidas, 6.151), em São Paulo, a partir das 19h30, com a presença de atletas e exatletas que participaram da Bíblia com testemunhos.

“O Brasil vive a expectativa de sediar dois eventos esportivos de grande importância: a Copa do Mundo de futebol, em 2014, e as Olimpíadas, em 2016. Estamos confiantes de que esta Bíblia terá um papel fundamental na disseminação da Palavra de Deus entre todos os que participam ou apreciam estas competições”, afirma o secretário de Comunicação e Ação Social da SBB, Erní Seibert.

Para a organização Atletas de Cristo (ADC), a publicação marcará uma nova etapa em suas ações. “Quando comemoramos 30 anos de proclamação do evangelho através da linguagem universal do esporte, aproveitamos para refletir sobre nossas ações e futuro. Assim, nasceu o projeto de lançarmos uma edição da Bíblia personalizada. Além de servir como ponto de contato entre atletas, esta Bíblia também será usada em ações de evangelização”, relata Ricardo Ximenes, diretor executivo da ADC.

A Bíblia Sagrada – Atletas de Cristo tem capa com design moderno que faz alusão a diferentes modalidades esportivas. Para acompanhar o atleta onde ele estiver, a publicação recebeu capa flexível com sobrecapa cristal, em plástico transparente. Com texto bíblico na Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH), a obra traz um encarte ilustrado com a história dos Atletas de Cristo e com os seguintes testemunhos de integrantes da organização:

:: Jorginho: auxiliar técnico da Seleção Brasileira de futebol na última Copa do Mundo, ex-jogador de futebol de vários clubes no Brasil e exterior e atualmente treinador do time Figueirense de Santa Catarina.

:: Fábio: profissional do Cruzeiro, considerado o melhor goleiro do Campeonato Brasileiro de 2010, e com passagem pela Seleção Brasileira de futebol.

:: Lúcio: capitão da Seleção Brasileira de futebol na Copa do Mundo da África e hoje jogador da Inter de Milão, na Itália

:: Falcão: o melhor jogador de futsal do mundo e atualmente jogador do Santos Futsal.

:: Daniel Dias: atleta paraolímpico, conquistou oito medalhas nas últimas Olimpíadas da China, recordista da modalidade, indicado ao prêmio de melhor atleta do ano de 2010, concorrendo com vários atletas de todo o mundo de várias modalidades esportivas.

De acordo com o diretor executivo de ADC, muitas ações de evangelização serão realizadas com a Bíblia Atletas de Cristo, em parceria com outras organizações. “A nossa intenção é inserir testemunhos de novos atletas, igualmente conhecidos do público, nas próximas edições. Temos confiança de que esta Bíblia será a grande literatura de evangelização a ser usada de agora até a Copa do Mundo em 2014, devido à identificação com o público brasileiro e ao ambiente esportivo, que posteriormente se estenderá até as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro”, projeta Ximenes.

Cerca de 20% das Bíblias serão destinadas à doação e o restante será voltado ao levantamento de recursos para a realização das ações da organização Atletas de Cristo. Para adquirir um exemplar da edição da Bíblia, que custa R$ 25,00, basta fazer contato pelos telefones (11) 5545-4415 ou 5545-4416.

Lançamento da Biblia Atletas de Cristo
Data: 30 de junho de 2011
Horário: 19h30
Local: Centro Cultural Presbiteriano de Pinheiros Avenida das Nações Unidas, 6151 - Pinheiros São Paulo – SP
Entrada gratuita

 

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Pré-Adolescentes Mestre
3º trim-2011 Indique para um amigo Pré-Adolescentes Mestre 3º trim-2011





Preparada especialmente para auxiliar o professor na organização de sua aula, traçando objetivos, fornecendo orientação didática e glossário, afim de que seu aluno pré-adolescente tenha o máximo de aproveitamento possível.
Totalmente reformulada de acordo com orientação pedagógica e didática, com conteúdos didáticos atualizados.







Neste trimestre estaremos estudando sobre: O plano de salvação

SUMÁRIO:1 - O pecado nos separa de Deus
2 - Jesus nos aproxima de Deus
3 - Jesus morreu por mim
4 - Novo caminho para Deus
5 - O arrependimento produz vida
6 - A fé que nos salva
7 - Nova criatura
8 - Ele pagou a minha dívida
9 - Os benefícios da salvação
10 - Somos fihos de Deus
11 - A casa dos filhos de Deus
12 - Como crescer na vida cristã
13 - Agora tenho uma missão


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Juvenis Aluno - 3º trim/2011

 
Preparada para revelar verdades espirituais e práticas ao adolescente de 15 a 17 anos, a revista Juvenis, a cada trimestre, se mostra uma útil ferramenta para que eles possam conhecer mais a Palavra de Deus e a si próprios.
Totalmente reformulada de acordo com orientação pedagógica e didática, com conteúdos didáticos atualizados.

Neste 3º trimestre será estudado o tema: Lições práticas do Sermão do Monte
SUMÁRIO:
1 - O significado da felicidade
2 - O valor do testemunho cristão
3 - O relacionamento com o próximo
4 - É possível amar o inimigo?
5 - A verdade liberta
6 - Ajudando os necessitados
7 - Oração e jejum:as armas do cristão
8 - Como lidar com as riquezas
9 - O problema da ansiedade
10 - O mandamento do amor
11 - A árvore e seus frutos
12 - O caminho para o céu
13 - Os dois construtores

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Adolescentes Aluno 3º trim-2011

 
Adequada para o adolescente de 13 e 14 anos, a revista Adolescentes, a cada trimestre, dá novos conhecimentos a respeito da Palavra de Deus.
Totalmente reformulada de acordo com orientação pedagógica e didática, com conteúdos didáticos atualizados.

Neste trimestre, estaremos estudando o tema: A vida em sociedade

SUMÁRIO:

1 - Vivendo em sociedade
2 - A conduta cristã
3 - É droga mesmo!
4 - A solidariedade cristã
5 - Honestidade a toda prova
6 - Abaixo a violência
7 - Quem precisa de amigos?
8 - Consumir.consumir.consumir
9 - Mídia e comunicação
10 - É bom competir?
11 - Valores em conflito
12 - A ética dos fihos de Deus
13 - Sonhando em uma sociedade sem sonhos

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Lições 3 Trimestre de 2011 CPDA



Missão Integral da Igreja, este é o tema da próxima lição da CPAD. Um tema riquíssimo, que precisa ser abordado com mais frequência pela igreja.


O comentarista da lição é o Pastor Wagner Gaby,  é major capelão do Exército Brasileiro, tendo sido o primeiro capelão pentecostal das Forças Armadas; comentarista de Lições Bíblicas de Escola Dominical da CPAD, escritor, membro da Casa de Letras Emílio Conde e da Academia Evangélica de Letras, e célebre palestrante em Escolas Bíblicas de Obreiros pelo Brasil.



SUMÁRIO DA LIÇÃO:
1- O projeto original do Reino de Deus
2- A mensagem do Reino de Deus
3- A vida do novo convertido
4- A Comissão Cultural e a Grande Comissão
5- O Reino de Deus através da Igreja
6- A eficácia do testemunho cristão
7- A beleza do serviço cristão
8- Igreja - Agente transformador da sociedade
9- Preservando a identidade da igreja
10- A atuação social da igreja
11- A influência cultural da igreja
12- A integridade da doutrina cristã
13- A plenitude do Reino de Deus

 

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Lição 12 - CONSERVANDO A PUREZA DA DOUTRINA PENTECOSTAL

Texto Áureo: I Tm. 4.16 – Leitura Bíblica: II Tm. 4.1-4; II Pe. 2.1-3


Pb. José Roberto A. Barbosa
http://www.subsidioebd.blogspot.com/


Objetivo: alertar a igreja para a necessidade de manter-se fiel à Palavra de Deus a fim de conservar a sã doutrina no poder do Espírito Santo.
INTRODUÇÃO
A Igreja do primeiro século enfrentou as ameaças de ensinamentos enganadores que contrariavam a palavra de Deus. As heresias judaizantes e gnosticistas demandaram dos apóstolos, especialmente de João, Paulo e Pedro, uma resposta às seitas. Nos dias atuais, a igreja pentecostal precisa está preparada para lidar com o engano, por isso, na aula de aula, atentaremos para os falsos ensinamentos dos últimos dias, a importância da valorização do estudo bíblico-teológico na igreja, e por fim, o exemplo que os pioneiros pentecostais nos legaram no intuito de conservar a pureza da doutrina pentecostal.
1. OS FALSOS ENSINOS DOS ÚLTIMOS DIAS
Ao escrever ao jovem pastor Timóteo, Paulo o admoesta para o tempo em muitos “não sofrerão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas” (II Tm. 4.3,4). Pedro, do mesmo modo, alerta a igreja em relação aos “falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição” (II Pe. 2.1). Naqueles tempos, os apóstolos lidaram com movimentos anticristãos, dentre eles os judaizantes, que impunham encargos legalistas sobre a igreja como critério para a salvação e os gnosticistas, que a partir de influências filosóficas pagãs, argumentavam que o corpo era descartável, por isso, poderia ser utilizando para pecar. Ao longo da sua história, a igreja sempre precisou responder às ameaças de ensinamentos falsos, heterodoxos, distanciados da Palavra de Deus. Nos tempo modernos não poderia ser diferente, pois as portas do inferno continuam pelejando contra a igreja de Cristo, ainda que essa tenha a promessa de que prevalecerá. Os ataques são internos são provenientes dos arraiais evangélicos, especialmente sob a influência dos movimentos pseudopentecostais. Algumas heresias, tais como a teologia da prosperidade (ou da ganância) e da confissão positiva (triunfalismo), estão minando a fé de muitos cristãos, na medida em que esses ensinos tiram o foco da igreja no que é incorruptível, e exacerba a busca desenfreada, e não poucas vezes antiéticas, por bens materiais. Externamente, a igreja tem sido ameaçada pelas influências dos movimentos políticos que impõem uma pauta de interesses contrária aos fundamentos bíblicos. Valores morais cristãos, exarados na Palavra de Deus, estão sendo desconsiderados em favor de um humanismo hedonista, que distanciados dos princípios do Criador, o que é errado está sendo acatado como certo.
2. A PALAVRA DE DEUS: ANTÍDOTO CONTRA O ENGANO
Diante de tais ameaças às doutrinas cristãs, a igreja precisa está fundamentada na Bíblia, a Palavra de Deus. Não podemos deixar de considerar que os falsos mestres se utilizam da sutileza satânica para infiltrar suas heresias na igreja (II Ts. 2.15). Por isso, Jesus alertou seus discípulos a fim de que esses tivessem cuidado com os falsos profetas, que vem até nós vestidos como ovelhas, mas que interiormente são lobos devoradores (Mt. 7.15). Paulo admoesta Timóteo para que não se faça presa fácil dos falsos mestres do engano (I Tm. 4.1) e aos crentes de Colosso para que não sejam enganados pelos falsos ensinadores (Cl. 2.4,8). Para tanto, a igreja deve conservar a pureza da doutrina através do estudo sistemático da Palavra de Deus (Tt. 2.1), já que “o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios” (I Tm. 4.1). A igreja precisa se voltar para a exposição da Escritura inspirada por Deus, proveitosa para todo homem de Deus seja capacitado para toda boa obra (II Tm. 3.15-17). Por outro lado, precisa dar menos ênfase aos movimentos “espetaculares” e priorizar no culto a ministração da Palavra que dissipa o engano e as trevas (Sl. 119.105). Assim como os crentes bereanos, precisamos verificar na Escritura se o que ouvimos nos púlpitos da igreja passam pelo crivo da Palavra (At. 17.11). A liderança exerce papel fundamental a esse respeito, evitando que os púlpitos da igreja sejam ocupados por pessoas descompromissadas com o autêntico evangelho de Jesus Cristo e que desconhecem os pressupostos doutrinários da fé cristã. Existem pessoas fazendo fortuna nas igrejas, supostas “celebridades” ou “artistas” que nada conhecem de Bíblia, mas que ocupam as tribunas da igreja para dar seus “tristemunhos”, tão somente para chamar a atenção de curiosos, cobrando sempre quantias vultosas. A Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus, deva ter proeminência nos púlpitos, principalmente os trabalhos de ensino, os cultos de instrução e as Escolas Dominicais devam ter prioridade.
3. O EXEMPLO DOS PIONEIROS PENTECOSTAIS
Os pioneiros da fé pentecostal eram obreiros comprometidos com a conservação da sã doutrina na igreja. Daniel Berg, Gunnar e Frida Vingren, desde o princípio, tiveram a preocupação de instruir a igreja. Para esse fim, recorreram aos periódicos, à realização de Escolas Bíblicas e à Escola Bíblica Dominical, a fim de firmar os crentes assembleianos na fé pentecostal. Nils Kastberg foi um dos primeiros escritores pentecostais a pôr sua vocação a serviços da Assembléia de Deus. Orlando Boyer, incansável missionário americano, percorreu o sertão nordestino, levando a Palavra de Deus aos irmãos. Emilio Conde, um homem de notável saber filosófico-literário, compôs belos hinos e instruiu humildemente a igreja na formação bíblico-histórica do pentecostalismo. O Pr. Alcebíades Vasconcelos pastoreou várias igrejas, especialmente no nordeste, nas quais expunha sistematicamente as doutrinas bíblicas. O missionário americano Lawrence Olson, fundador da igreja em Minas Gerais, graduado em Teologia, era um exímio mestre nas Sagradas Escrituras. O Pr. João de Oliveira, professor nas Escolas Bíblicas do IBAD – Instituto Bíblico das Assembléias de Deus em Pindamonhangava. O Pr. Estevão Ângelo de Souza, renomado doutrinador da fé pentecostal, que ministrou estudos da Palavra de Deus, ressaltando, com maestria, o pentecostalismo bíblico. Não há espaço suficiente para listar o nome de todos os incansáveis obreiros e obreiras que atuaram e tem atuado com esmero no ministério do ensino, mas não podemos deixar de citar o Pr. Antonio Gilberto da Silva, um dos expoentes da educação pentecostal brasileira, idealizador do CAPED – Curso de Aperfeiçoamento de Professores das Escolas Dominical. Todos esses, a maioria já na glória celestial, servem de exemplo para que os obreiros da atualidade continuem militando pela fé que uma vez foi entregue aos santos (Jd. 3).
CONCLUSÃO
Como no princípio, a centenária Assembléia de Deus precisa responder aos falsos ensinamentos que tentam se instaurar dentro da igreja do Senhor. Para tanto, faz-se necessário que valorizemos o estudo constante da Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus. Jesus foi um Mestre, um Ensinador comprometido com a Verdade, Ele é a própria Verdade (Jo. 14.6). Do mesmo modo, precisamos valorizar a instrução na igreja, seja nos cultos de doutrina, na Escola Dominical, nos estudos bíblicos e nos institutos teológicos, com a função primordial de conservar a pureza da doutrina pentecostal.
BIBLIOGRAFIA

SILVA, A. G. Manual da Escola Dominical. Rio de Janeiro: CPAD, 1996.
ZIBORDI, C. S. Evangelhos que Paulo jamais pregaria. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

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Museu da Bíblia recebe representantes de 146 Sociedades Bíblicas de todo o mundo



Termina amanhã, 10 de junho, a UBS Publishers’ Fair, a feira internacional que reúne representantes das 146 Sociedades Bíblicas de todo o mundo no Museu da Bíblia, localizado na cidade de Barueri.
Organizado pela Sociedade Bíblica do Brasil, que comemora a marca inédita de 100 milhões de bíblias produzidas, o evento conta com uma programação diária de palestras, workshops e estudo de casos, dispostos a compartilhar experiências e encontrar soluções para os atuais desafios da difusão bíblica: adequar-se à revolução digital e alcançar a juventude com a Palavra de Deus.
Essa é a terceira edição da feira que neste ano tem o tema ““Publicando as Boas Novas para as Gerações de Hoje,” a feira conta com espaço para exposição das mais recentes publicações desenvolvidas pelos integrantes das Sociedades Bíblicas Unidas (UBS). Entre as razões para a escolha do Brasil como sede do evento foi o reconhecimento do trabalho realizado pela SBB na tradução, publicação e distribuição do Livro Sagrado.
Finalizando a feira acontecerá um evento paralelo em comemoração aos 100 milhões de Bíblias produzidas pela SBB, esta festa acontecerá no Ginásio Poliesportivo José Corrêa e contará com a presença dos participantes da UBS Publishers’ Fair.


Com informações The Christian Post


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Pagina Inicial / Mundo Cristão / 8 / junho / 2011 - 19:32 Em 8 de junho de 1911 acontecia o primeiro batismo da Assembleia de Deus


No dia 8 de junho foi comemorada a data do primeiro batismo realizado pelos missionários suecos que fundaram a igreja Assembleia de Deus. No dia 8 de junho de 1911, Celina Martins Albuquerque recebeu o batismo nas águas.
Há exatos 100 anos Daniel Berg e Gunnar Vingren batizavam a primeira pessoa de acordo com os ensinamentos da nova doutrina pentecostal que surgia em Belém.
Eles estavam no Brasil há sete meses e aos poucos foram se tornando conhecidos, depois de pregarem a palavra de Deus, inicialmente no Marajó e depois de volta à capital paraense.
Nessa época eles eram integrantes da igreja Batista, mas a forma como eles oravam, a cura e o batismo por eles pregado dividiram opiniões dentro da igreja Batista, por essas razões os missionários foram excluídos da igreja.
Juntamente com Berg e Vingren, outras 13 pessoas saíram e fundaram a nova igreja. A casa de Celina Albuquerque foi o ponto inicial da Assembleia de Deus. Situada na rua Siqueira Mendes, a casa abrigou, durante três meses, os primeiros cultos.
De acordo com dados históricos, Celina estava acamada, sofrendo de um possível câncer nos lábios. Depois de intensas noites de oração ela teria sido curada, passando a querer ser batizada de acordo com os preceitos da igreja que surgia. O batismo ocorreu na madrugada de quinta-feira, 8 de junho de 1911.
A data de hoje foi lembrada e comemorada por diversas Assembleias de Deus espalhadas pelo Brasil.

Com informações Diário do Pará


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Médicos cristãos se reúnem em conferência para analisar a cura divina


Nos dias 11 e 12 junho acontecerá na cidade de Brisbane, Austrália, a 8ª Conferência Internacional de Espiritualidade e Medicina, evento que reune médicos cristãos e profissioanis de saúde de diversos países do mundo.
De acordo com Dan Wooding, fundador da Assist Ministerios, os médicos presentes vão analisar estudos de casos reais de milagres apresentados por vários médicos que tem o objetivo de provar que existe cura divina.
O evento é promovido pela Rede de Médicos do Mundo Cristão (WCDN – sigla em inglês), uma organização interdenominacional composta por profissionais médicos e cristãos de todo o mundo que acreditam na cura divina.
“WCDN quer motivar os profissionais médicos cristãos a refletirem o amor de Jesus Cristo e serem testemunhas dEle também na área profissional”, explicou um porta-voz da organização.
Segundo informações do porta-voz dois terços das escolas médicas dos EUA, como Harvard e Johns Hopkins, oferecem cursos sobre a espiritualidade e a fé em seus currículos, principalmente porque os pacientes estão exigindo um cuidado mais espiritual.
Ele também lembra que uma sondagem da revista NewsWeek apontou que 84% dos americanos disseram que acreditam e oram para que os outros possam ter um efeito positivo sobre a sua recuperação.
Nessa linha de pensamento, um grupo de cristãos médicos começou o WCDN para tratar de questões sobre a espiritualidade no contexto dos médicos cristãos, com a sua principal intenção de influenciar e equipar esses profissionais, partilhando a bondade de Cristo sob a forma de proclamar o evangelho, principalmente através do ministério de cura.
Como em todas as suas conferências internacionais, as profissões médicas vão estar à procura de casos de cura divina com comprovação científica. Muitos deles estarão fazendo apresentações e, posteriormente, seus colegas serão então capazes de questioná-los sobre a verificação do milagre.


Com informações CPAD News e  Christian Telegraph

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Lição 11 - UMA IGREJA AUTENTICAMENTE PENTECOSTAL

Texto Áureo: Mt. 28.19 – Leitura Bíblica: Mc. 16.15; At. 2.42-47

Pb. José Roberto A. Barbosa


Objetivo: Mostrar aos alunos que uma igreja autenticamente pentecostal proclama que Jesus salva, cura, batiza no Espírito Santo e voltará em breve.

INTRODUÇÃO
 
Ao longo da sua história, a Assembléia de Deus assumiu o quadrilátero pentecostal, isto é: Jesus salva, cura, batiza no Espírito Santo e voltará em breve. Essa mensagem cristocêntrica precisa continuar sendo o fundamento da expressão genuinamente pentecostal. Na aula de hoje, atentaremos para cada um desses quatro aspectos doutrinários, ressaltando a necessidade de considerá-los continuamente nos dias atuais.

1. JESUS SALVA
 
Jesus é o Salvador, essa é uma mensagem que a igreja não pode fazer concessão. Por causa do pecado, a humanidade caminha para a perdição, distanciada de Deus (Rm. 3.23), já que o salário do pecado é a morte (Rm. 6.23). Nada há que possa ser feito em termos humanos para que se obtenha a salvação, as obras não podem justificar o ser humano diante de Deus (Ef. 2.8,9), depois da morte segue-se a juízo (Hb. 9.27). A salvação é uma provisão divina, pela graça, por meio da fé, não vem das obras para que ninguém se glorie. A religião humana, ao invés de prover salvação, distancia as pessoas de Deus, haja vista sua tendência para considerar os méritos como condição para a salvação. Jesus é o Único Caminho que leva o ser humano para Deus (Jo. 14.6). Em nenhum outro nome há salvação, seja no céu ou na terra, a não ser no nome de Jesus Cristo (At. 4.12). Ele é o Único Mediador entre Deus e os homens (I Tm. 2.5). A salvação é um projeto de Deus, a fim de que todo aquele que crer em Jesus não pereça, não seja condenado, mas tenha a vida eterna (Jo. 3.16). para tanto, a condição é acreditar, ter fé, pois com a boca se confessa a respeito da salvação (Rm. 10.9,10). Uma igreja autenticamente pentecostal proclama a mensagem da salvação, é uma igreja eminentemente missionária, que, no poder do Espírito Santo, testemunha com ousadia a respeito da mensagem da cruz, loucura para os que perecem, mas para nós que somos salvos, o poder de Deus (I Co. 1.18).

2. JESUS CURA
 
Uma igreja autenticamente pentecostal acredita no poder de Deus para curar. Não desprezamos a atuação dos médicos, já que o próprio Jesus destacou que são os doentes que deles precisam (Mt. 9.12). Mas acreditamos que Jesus pode, soberanamente, curar os enfermos, o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele e sobre as Suas pisaduras somos sarados (Is. 53.4,5). O Jesus que curou nos tempos dos Evangelhos é o mesmo: ontem, hoje e o será eternamente (Hb. 13.9). Ele tem todo poder e autoridade, por isso, os enfermos podem se achegar até Ele, clamando por cura, os mensageiros da boa nova de Deus também podem e devem orar para que os doentes recebam a cura (Mc. 16.18). Os apóstolos foram instrumentos de Cristo para a realização de curas milagrosas, por meio da autoridade de Jesus, e sob o poder do Espírito Santo, pessoas enfermas foram restauradas, um exemplo se encontra em At. 4. A mensagem da cura divina e a disposição ministerial para orar pelos enfermos sempre foi uma marca das igrejas pentecostais. Toda igreja que se diga autenticamente pentecostal não pode desprezar essa missão. Evidentemente nem todos serão curados, mas não compete à igreja especular a respeito das razões pelas quais alguém deixa de receber o milagre. Orar pelos enfermos, clamando em submissão a Deus, no nome de Jesus, é uma observância necessária a toda igreja autenticamente pentecostal.

3. JESUS BATIZA NO ESPÍRITO SANTO
 
Jesus é Aquele a respeito do qual João Batista profetizou, dizendo que viria um após ele que batizaria com o Espírito Santo (Mt. 3.11). O batismo no Espírito Santo é uma das doutrinas fundamentais da fé pentecostal. A orientação de Jesus é que seus seguidores fizessem discípulos (Mt. 28.19) em todas as etnias (Mc. 16.15). Para tanto, deveriam aguardar em Jerusalém, até que do alto fossem revestidos de poder (Lc. 24.49). Antes de subir ao céu, Jesus declarou aos seus discípulos que eles receberiam o poder do Espírito Santo para que fossem testemunhas, não apenas em Jerusalém, mas em toda Judéia, Samaria e até os confins da terra. O objetivo central do Batismo no Espírito Santo é a evangelização, o desenvolvimento da obra missionária. A evidência física inicial do Batismo no Espírito, conforme aconteceu em At. 2, é a glossolalia, isto é, o ato de falar em línguas. A experiência do Batismo no Espírito Santo deva ser diferenciada do novo nascimento. Essa última ocorre no momento em que a pessoa recebe a Cristo como salvador e passa a fazer parte do Corpo de Cristo. A primeira é uma operação subseqüente, resultante de uma disposição para testemunhar com ousadia a respeito da mensagem salvadora de Jesus Cristo (At. 1.8). Toda igreja autenticamente pentecostal instrui seus membros a buscarem o batismo no Espírito Santo, a serem missionários da mensagem de salvação.

4. JESUS VOLTARÁ
 
Essa é a esperança da igreja de Jesus Cristo, já que Ele mesmo prometeu que voltaria para levar a Sua igreja para permanecer junto dEle (Jo. 14.1). A igreja cristã não pode perder essa mensagem de vista, pois essa é sua maior expectação, a redenção do corpo, o momento em que o que é corruptível se revestirá da incorruptibilidade, que a morte será tragada na vitória (I Co. 15). O apóstolo Paulo escreveu a I Epístola aos Tessalonicenses para tratar a respeito desse assunto. Ele ensina que um dia a trombeta soará, os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro, os vivos serão transformados, essa é uma mensagem consoladora, pois tira o foco do desespero da morte, comum naqueles dias e também nos dias atuais (I Ts. 4.13-17). Toda igreja autenticamente pentecostal não vive sob a égide do desespero, os crentes não temem a morte, sabem que essa é apenas uma partida para estar com Cristo, o que é consideravelmente melhor (Fp.1.24). Essa esperança não deva ser motivo para a inércia, antes um estímulo para que quando Ele voltar sejamos encontrados na labuta, desenvolvendo os talentos que Ele nos confiou. Os crentes pentecostais precisam buscar mais as coisas do alto (Cl. 3.1), valorizarem menos os bens terrenos, entesourarem mais no céu, onde o ladrão não rouba e a traça não corrói (Mt. 6.20). Uma igreja autenticamente pentecostal não marca datas para a volta de Cristo, pois sabe que a qualquer momento a trombeta soará, por esse motivo, enquanto O aguarda, leva adiante a mensagem do reino de Deus (At. 1.11).

CONCLUSÃO
 
A mensagem quadrangular, de que Cristo salva, cura, batiza no Espírito Santo e voltará para arrebatar a Sua igreja, deva continuar sendo o mote da Assembléia de Deus. Se quisermos ser uma igreja autenticamente pentecostal, não devemos barganhar em relação a esses princípios. Somente Jesus salva o pecador, Ele continua o mesmo, por isso pode curar, de acordo com Sua soberana vontade, e, por fim, voltará para levar a Sua igreja para junto dEle, seja por meio do arrebatamento ou da ressurreição dos mortos.

BIBLIOGRAFIA
ANDRADE, C. C. de. As verdades centrais da fé cristã. Rio de Janeiro. CPAD, 2006.
HORTON, S. M. Teologia sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 1996.
 

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História de Davi começa a ser gravada pela Record


 Atores que fazem parte do elenco tiveram aulas de hebraico e história

A rede Record resolveu apostar nas minisséries bíblicas e depois do sucesso recente de Sansão e Dalila escolheu retratar a história de Davi.

As gravações da minissérie começaram na quinta-feira, 2, no RecNov no Rio de Janeiro. A cena escolhida para dar início as gravações foram as do casamento de Davi, que será interpretado por Leonardo Brício, com Mical, vivida pela atriz Maria Ribeiro.

A história de Davi teria algumas cenas filmadas no deserto de Israel, mas o alto custo dessa produção fez com que a emissora desistisse e agora a Rede Record pensa em realizar algumas cenas no deserto de Atacama, no Chile.

Para entender o contexto e entrar no clima os atores que farão parte do elenco tiveram aulas de hebraico e história, chegando até mesmo a aprender a fazer os pães consumidos naquela época.

Fonte: Guia-me

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Projeto de Marco Feliciano “Papai do Céu na Escola” já tem trilha sonora



Um dos primeiros projetos apresentados pelo deputado federal e pastor Marco Feliciano, Papai do Céu na Escola, ganhou uma trilha sonora com a canção de mesmo nome interpretada pelo cantor Roberto Marinho.

A música fala sobre uma esperança para acabar com a violência, as armas e as drogas dentro das escolas. A letra também fala que a Palavra de Deus pode ser usada para ensinar nossas crianças como produzir coisas boas e para promover a paz.
O objetivo do projeto, apresentado pelo deputado Feliciano em abril, é inserir o ensino religioso nas escolas públicas dentro do currículo escolar do ensino fundamental.
Papai do Céu na Escola é um projeto que ainda não entrou em votação na Câmara Federal.
Assista ao vídeo com a canção de Roberto Marinho.



Fonte: Gospel Prime


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