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Archive for Abril 2011

Help para a lição Males deste tempo


Help para a lição Males deste tempo


Olá amados, paz do Senhor, é um prazer está de volta!

Bem, neste domingo a lição traz um tema bem atual: o estresse a depressão e a síndrome do pânico.
 
Então, sugiro que comece a aula com o quadro das enfermidades que veio na orientação didática, a outra atividade de colagem só faça se tiver tempo e seus alunos forem mais novinhos a maioria tiver 15 anos, no meu caso não dá, pois meus alunos estão entre 16 e 23 anos, (eles não querem ir p/ outra classe por que, será?) Em fim você pode dar cartõezinhos com os versículos se tiver poucos alunos dê dois versos por aluno, oriente que eles leiam em voz alta e depois explique suscintamente as passagens.

Então, sabendo os motivos que causam as doenças comece a explanar sobre o estresse depois a depressão e o a síndrome do pânico também fale as causas e as consequências, e sobre o tratamento também que deve ser espiritual com oração, jejum e leitura da palavra, mas com o médico também, às vezes antidepressivo são necessários e nem sempre Deus quer curar explique isso a seus alunos, “Deus pode fazer tudo o que quer, mas não quer fazer tudo o que pode” e ai? O que vamos fazer brigar com Deus? Não. Vamos aceitar seus intentos, pois Ele está no céu e nós aqui, Ele é o criador e nós criaturas, Aleluia! [Jó 42:2] tome atitudes sensatas se estás doente procure o médico, faça os exames, tome os remédios, conscientize seus alunos pra que eles não se tornem radicais, agora, quando tudo mais falhar , apele se Deus quiser e você tiver fé Ele o curará, Amém.

Conscientize seus alunos que o cristão pode e deve se divertir pra que não caia na fraqueza da carne [ficar estressado, depressivo ou mais] somos espirito, alma e corpo, do nosso espirito O Espirito de Deus cuida da alma a palavra de Deus alimenta e a carne é responsabilidade nossa cuidar, se alimentando bem, tendo bons hábitos e desopilando de vez em quando, você pode fazer uma lista de lugares que o jovem cristão pode ir[ cinema, andar de bike, fazer pique –nique, ir a praia, se reunir com o pessoal pra fazer mimicas, tomar sorvete, etc.].

Finalize dizendo que se alguém estiver em situação de risco [quase numa dessas doenças] ou conhecer alguém que esteja sofrendo não o deixe sozinho mesmo que a pessoa doente peça, pois nestas horas de tristeza o jovem acaba cometendo o pior e perde além da vida, a salvação. Bem amados somos a vendedores do remédio que cura tudo: A palavra de Deus. Vamos fazer a propaganda! 

Até a próxima, e segunda-feira vou postar sugestões charmosas de lembrança pra o dia das mães, não perca!

Jaqueline Damasceno___ pedagoga, coordenadora pedagógica da EBD, prof. da classe juvenis. E-mail: Jaquelinedamasceno@r7.com



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Lição 05 - A IMPORTÂNCIA DOS DONS ESPIRITUAIS

 
Pb. José Roberto A. Barbosa
http://www.subsidioebd.blogspot.com/
Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO
 
O Movimento Pentecostal sempre defendeu a atualidade dos dons espirituais. Em I Co. 9, o apóstolo Paulo apresenta uma lista, ainda que não seja exaustiva, de dons espirituais. Na aula de hoje, estudaremos a respeito desses dons, a princípio, definindo o que são, em seguida, sua relação com o fruto do Espírito, e ao final, destacando seu propósito para igreja de Jesus Cristo em todos os tempos.
 
1. DEFINIÇÃO DE DONS ESPIRITUAIS
 
Em I Co 12, Paulo discorre a respeito dos dons espirituais disponíveis para a igreja. O Apóstolo não quer que os irmãos coríntios sejam ignorantes sobre os “pneumatikon”, dons espirituais em grego. Esse termo grego se refere aos assuntos espirituais de modo geral, não encontramos, especificamente nessas passagens, a palavra “dom”, no grego. As palavras gregas relacionadas aos dons espirituais são “charismata” e “pneumatikon”. A palavra grega “charisma”, plural de “charismata”, cuja base é “charis”, graça ocorre dezessete vezes no Novo Testamento, por isso, os dons espirituais são amplos, e envolvem inclusive a salvação (Rm. 6.23), e a própria disposição dada a Deus a alguns para não se casarem (I Co. 7.7). Como graça de Deus, os dons espirituais são concedidos não porque mereçamos, mas por que conforme a vontade do Espírito. Em I Co. 12, o apóstolo dos gentios utiliza esse termo cinco vezes, no versículo 4 quando discorre a respeito da “diversidade de dons”. Ainda que os termos gregos “charismata” e “pneumatikon” sejam usados como sinônimos, a ênfase é distinta, pois o primeiro diz respeito aos aspectos da graça na concessão dos dons, e o segundo, ao Espírito Santo como fonte dos dons espirituais. A esse respeito declara Paulo em I Co. 12.11 “Mas um só é o mesmo Espírito opera todas essas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer”. Os dons espirituais não se restringem aos nove apresentados por Paulo em I Co. 12, pois em outras passagens correlatas, esse mesmo apóstolo amplia esse número. Em Rm. 12.6-8, Ele começa com a profecia, em I Co. 12.8-9, com a palavra da sabedoria. Além dos dons apresentados em I Co. 12, destacamos, base em Rm. 12.6.-8: administração, socorro, serviço, contribuição, direção e misericórdia. Em consonância com o texto bíblico da lição, enfocaremos, nesta aula apenas “pneumatikon” destacados por Paulo em I Co. 12.
 
2. DONS E O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO
 
Um dos objetivos da I Epístolas de Paulo aos Coríntios é esclarecer os irmãos a respeito do uso dos dons espirituais, principalmente sua relação com a genuína espiritualidade. A preocupação do Apóstolo é que os irmãos da igreja sejam equilibrados, tanto em relação aos dons (I Co. 12 e 14) quanto ao amor (I Co. 13), marco da verdadeira espiritualidade e que se correlaciona com Gl. 5.22, sobre o fruto do Espírito. O problema daquela igreja, e muitas atuais, era a ênfase exagerada que era dada aos dons espirituais em detrimento do fruto do Espírito. Não faltava entre eles nenhum dom espiritual (I Co. 1.4), enquanto aguardavam a manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo. A igreja de hoje também deva buscar os dons espirituais e enquanto Jesus não retornar, eles estarão disponíveis (I Co. 1.7). Por outro lado, não pode desprezar a manifestação do fruto do Espírito. Uma igreja pode ser muito fervorosa no espírito, tal como a de Corinto, ter todos os dons espirituais, mas ser carente de espiritualidade, os crentes permanecerem carnais (I Co. 3.1,3), viverem em partidarismos e dissensões, sem cultivar as virtudes do Espírito, que são produzidas em nós e conosco. A espiritualidade de uma igreja não é medida pelo patrimônio financeiro que essa dispõe, muito menos pela manifestação dos dons espirituais, mas pela espiritualidade, isto é, o amor, o caminho sobremodo excelente (I Co. 12.31). Alguns dons espirituais são manifestados repentinamente, outros são produzidos conosco ao longo da experiência cristã, enquanto que o fruto do Espírito é resultante da caminhada cristã, do andar no Espírito (Gl. 5.16).
 
3. O PROPÓSITO DOS DONS ESPIRITUAIS
 
Os dons espirituais são necessários à igreja cristã de todos os séculos, quanto mais auto-suficientes nos tornamos, menos ênfase damos ao sobrenatural de Deus. Algumas igrejas pretensamente pentecostais já não mais valorizam os dons espirituais, outras sequer os admitem. Sob a justificativa de “meninices”, já não há mais profecias nas igrejas, muitos menos quem interprete línguas estranhas, quando essas ainda são faladas. Conforme explica Paulo em I Co. 12.7 “mas a manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil”. Portanto, existe utilidade na manifestação do Espírito na igreja. Isso porque tais dons visam a edificação e santificação da igreja (I Co. 12.7; 14.26). Por isso, os membros da igreja devem desejar e buscar os dons, não para vanglória, mas visando a edificação do corpo de Cristo (I Co. 12.31; 14.1). Os dons espirituais de I Co. 12.8-10 se destacam das outras categorias de dons, a de Rm. 12.6-8 pela instantaneidade. Os dons espirituais de Rm. 12.6-8 e os ministeriais de Ef. 4.11 têm um caráter mais permanente na igreja. Os dons espirituais de I Co. 12.8-10 são os seguintes: palavra de sabedoria, palavra do conhecimento, fé, curas, operação de milagres, profecia, discernimento de espíritos, variedades de línguas e interpretação de línguas. Alguns teólogos categorizam esses dois em três grupos: sabedoria: palavra de sabedoria, palavra do conhecimento e discernimento de espíritos; poder: fé, curas e operação de milagres; e elocução: profecia, variedade de línguas e interpretação de línguas.
 
CONCLUSÃO
 
Os dons espirituais continuam disponíveis à igreja cristã da atualidade. Há os que negam a operação do Espírito Santo através dos seus pneumatikon/charismata, inclusive entre os pentecostais. Neste Centenário da Assembléia de Deus, precisamos despertar para a necessidade de incentivar os membros da igreja a buscarem os dons espirituais. Ao invés de reprovar a manifestação dos dons, é mais sábio instruir quanto ao uso apropriado deles, sem esquecer do caminho sobremodo excelente, o genuíno amor cristão (I Co. 13).
 
BIBLIOGRAFIA
 
HORTON, S. M. A doutrina do Espírito Santo. Rio de Janeiro: CPAD, 1995.
SOUZA, E. A. de. Nos domínios do Espírito. Rio de Janeiro: CPAD, 1987.


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Record começa a definir elenco para “A História de Davi”



A Rede Record já começou a definir o elenco que fará parte da minissérie “A História de Davi”, baseada na Bíblia, que será exibida entre o final deste ano ou no começo de 2012.

Para ser o protagonista foi escolhido o ator Leonardo Bricio que dará vida ao pastor de ovelha que derrotou o gigante Golias e se tornou rei de Israel.

A adaptação do texto foi escrita por Vivian de Oliveira (autora de A História de Ester) e será dirigida por Edson Spinello, A História de Davi terá em torno de 25 capítulos.

Os cenários, a cidade cenográfica e os figurinos já estão em produção. As gravações estão previstas para começar em maio.

Essa será a terceira minissérie baseada na Bíblia que a emissora de Edir Macedo já produziu. A primeira foi “A História de Ester” e a segunda foi “Sansão e Dalila”.

Fonte: Gospel Prime

Com informações Daniel Castro – R7


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O Cimento do Amor – Ilustração



Quando o salão do prédio onde a igreja se reúne foi construído foram usados centenas de tijolos. Um em cima do outro. Sem estes tijolos não teríamos este salão. Podemos até dizer que o tijolo é a matéria prima da construção numa edificação como esta. Mas, para levantar estas parede, só é preciso de tijolos? Pode imaginar dezenas de tijolos um em cima do outro.

O que mais é preciso? Cimento. Pode imaginar estas paredes aqui, um tijolo em cima do outro, centenas de tijolos ao seu redor, mas sem cimento? Ou com cimento de má qualidade?
Nós somos os tijolos que Jesus usa para construir sua igreja. A palavra até nos chama de “pedras”. 1 Pedro 2:5 diz “também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual… ” Cada um de nós somos a matéria prima da edificação da Igreja de Jesus. Mas, há um material fundamental que nos mantém juntos – o amor. Este amor é o que? É a paciência, a consideração, a confiança um no outro. Sem o cimento do amor, todas estas pedras um dia caem. Basta o inimigo bater um pouco na parede que ela cede. Ele bate um pouco mais e ela cai para o chão.

Na verdade, o cimento que liga dois tijolos aqui em baixo na parede, é tão importante quanto o cimento e os tijolos ligados ali em cima. De fato, todos os tijolos desta parede estão de certa forma em contato com todos os outros. Todos dependem, uns dos outros – como nós dependemos uns dos outros.

Quando nós começamos a brigar, a discutir, a medir ou até retirar nosso amor uns dos outros, o que é que acontece? A parede começa a ceder. Alguns tijolos começam a cair. Basta uma rachadura aqui, e outro ali, e outro ali, e em pouco tempo, a casa toda cai. Por outro lado, basta que o cimento que segura os tijolos seja bem feito, bem forte, e todos ficam juntos. Podem resistir qualquer investida do inimigo.

Você não tem que segurar todos os irmãos na igreja. Você não tem que visitar todos.
Mas, você tem que amar pessoalmente aqueles que Deus colocou próximo de você.
Tem que tratar todos com a mesma consideração. Tem que amar igualmente todos.
Mas, haverão alguns, bem próximos de você que você terá que ter um amor muito forte para eles.

Elas podem ser próximos porque são da sua casa, ou do seu pequeno grupo, ou da sua área de serviço na igreja. Ou, pode ser que é com eles que você se acha em constante atrito. Seja qual for o motivo, são os tijolos que Jesus, o grande construtor desta casa, colocou próximo de você. Ame eles, com o mesmo amor que você ama a Jesus. E, a igreja dEle ficará bem forte para sempre. Quando falamos uns com os outros, vamos falar como quem está falando com o próprio Senhor Jesus.
– Dennis Downing
 

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Entrando Em Acordo Com O Inimigo – Ilustração

Entrando Em Acordo Com O Inimigo – Ilustração
Uma Parábola Russa: Um caçador estava mirando um urso quando o urso falou “Não é melhor falar do que atirar? O que é que você quer? Vamos negociar.”

Baixando a espingarda o caçador falou “Eu quero um casaco de pelo de urso para me cobrir.” “Bom, esta é uma questão negociável” falou o urso. “Eu apenas quero um estomago cheio. Vamos negociar.”

Depois de algum tempo falando, o urso voltou sozinho para a floresta. As negociações foram um sucesso. Cada um recebeu o que queria. O urso conseguiu seu estomago cheio e o caçador ficou coberto de pelo de urso.
Entrar em acordo raramente satisfaz ambos os lados igualmente. Na negociação com nosso inimigo, ele promete o que nós queremos, mas apenas pretende levar o que ele quer – a nossa alma. Você está tentando entrar em acordo ou negociar com o inimigo?

Fonte: Hermeneutica

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Teólogos se reúnem em Chicago para debater o universalismo de Rob Bell



Teólogos se reúnem em Chicago para debater o universalismo de Rob Bell
Teólogos reformados se reúnem em Chicago em uma conferência para debater o universalismo. A conversa aconteceu na quinta-feira, foi seguida por um painel de discussão sobre o recém-lançado “Love Wins” (O amor vence): Um livro sobre céu, inferno, e o destino de cada pessoa que já viveu. Nele, Rob Bell, que é pastor da Mars Hill Bible Church, em Grandville, Michigan, combate a noção de pessoas sendo torturadas no inferno por toda a eternidade.

Para o professor da pesquisa do Novo Testamento na Trinity Evangelical Divinity School em Deerfield, Ilinóis, Don Carson, essa visão universalista está diminuindo a santidade de Deus, banalizando a cruz e distorcendo as verdades bíblicas.
“Sim, Deus é amor, mas a Bíblia fala do amor de Deus de formas diferentes e o que os universalistas fazem é absolutizar um aspecto dele – a saber, que Deus ama a todos da mesma maneira”, disse Carson.

Juntamente com Carson em um curto painel de discussão, o pastor da Geórgia, Crawford Loritts descreve as tentativas de escolher os atributos únicos de Deus como Deus prostituto. “Deus não precisa de um publicitário ou um agente ou uma empresa de relações públicas,” acrescentou. “Deus não está sentado em torno imaginando se pessoas gostam dele.”
O renomado teólogo Tim Keller também rejeitou as tentativas de elevar um atributo de Deus sobre o outro. “Na cruz, todos os atributos de Deus vencem,” ressaltou.

Em última análise, reduzir a ira de Deus afeta os pontos de vista sobre a expiação e a santidade. “Não acho que você vê o espetacular amor de Deus até ver a espetacular santidade de Deus. Se você diminuir um, inevitavelmente diminuirá o outro,” enfatizou Carson.
O debate aconteceu entre os dias 12 e 14 de abril e antes de enviar os pastores de volta a suas Igrejas locais e seminários, Carson deixou claro que os riscos são altos quando se trata de obter o direito sobre a salvação, céu e inferno, porque uma que vez a decisão é feita nesta vida, as consequências são eternas.

“O inferno não está cheio de pessoas que querem sair. Eles não querem estar lá. Mas não acho que há uma sugestão bíblica de que as pessoas se arrependem no inferno,” afirmou. “Conhecemos a única solução para isso: O Evangelho de Jesus Cristo.”

Com informações The Christian Post


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Lição 04 - ESPÍRITO SANTO – AGENTE CAPACITADOR DA OBRA DE DEUS

 
Texto Áureo: Lc. 24.49 – Leitura Bíblica: Lc. 24.46-49; At. 1.4-8.

Pb. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO
 
A igreja pode facilmente ser tentada a pensar que é capaz de desenvolver a obra de Deus pelos seus próprios esforços. Principalmente nos dias atuais em que muitas instituições religiosas deixaram de ser igrejas e se transformaram em empresas. Na aula de hoje aprenderemos sobre como não transformar a obra de Deus em uma mera instituição, e isso somente poderá ser evitado se dependermos, cada vez mais, da capacitação do Espírito Santo.

1. ESPÍRITO SANTO, O AGENTE CAPACITADOR
 
Os discípulos receberam de Jesus a comissão de pregar o evangelho, fazendo discípulos em todas as etnias (Mt. 28.19; Mc. 16.15). Mas para fazê-lo, eles deveriam depender do Espírito Santo, não confiar apenas na capacidade humana, por isso, o Senhor os orientou para que ficassem em Jerusalém, até que: “do alto sejais revestidos de poder” (Lc. 24.49). É o Espírito Santo quem capacita a igreja para desenvolver a obra de Deus. Conforme já destacamos em aulas anteriores, o poder do alto, que desceu sobre os discípulos, e se encontra disponível nos dias atuais para a igreja, visa o testemunho de Cristo (At. 1.8). Quando lemos os relatos dos evangelhos sobre os discípulos, percebemos o quanto esses eram frágeis, e quanto temiam as autoridades religiosas, o próprio Pedro negou a Jesus (Lc. 22.60-62). Depois de ter recebido o poder do Espírito Santo, testemunhou com ousadia perante as autoridades judaicas, afirmando que elas haviam crucificado a Jesus (At. 2.36). Como resultado do derramamento de poder do alto, os discípulos se posicionaram firmemente contra aqueles que se opunham à Palavra de Deus (At. 4.29-31). Diante das ameaças, eles sequer pensaram em recorrer às autoridades humanas, antes se reuniram para suplicar a Deus que lhes desse intrepidez para continuar pregando o evangelho de Cristo e que o Senhor confirmasse a Palavra por meio de milagres.

2. A IGREJA E A AGÊNCIA DO ESPÍRITO
 
A igreja primitiva era guiada pelo Espírito Santo, os discípulos sabiam que não poderiam confiar apenas neles mesmos. De modo que o livro de Atos dos Apóstolos pode muito bem ser chamado de Atos do Espírito Santo, pois, ao longo desse relato lucano, percebemos a atuação direta do Espírito sobre a igreja. Os primeiros obreiros não eram escolhidos por meio de conchavos político-eclesiásticos ou por conveniências e amizades, mas através da direção do Espírito, pois “servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: separai-me agora a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado... e enviados, pois, pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia (At. 13.2-4). As divergências na igreja também eram resolvidas através da operação do Espírito Santo. Quando a igreja se sentiu ameaçada pelas heresias dos judaizantes, sob o risco de ser fragmentada por aquela seita, os líderes da igreja se reuniram em Jerusalém, e por intermédio da Palavra e do Espírito, orientaram as igrejas gentias para que não dependessem de rituais religiosos para a salvação, mas do sacrifício de Cristo (At. 15.28). A expansão da igreja é uma obra do Espírito Santo, instrumentalizando os seus apóstolos. Em At. 16.6,7, o Espírito Santo modificou o programa de viagem de Paulo e Silas para a Ásia Menor, conduzindo-os para Macedônia e Grécia, falando a eles por meio de uma revelação, na qual um “varão macedônio” pede-lhes ajuda (At. 16.9).

3. A OBRA NA DIREÇÃO DO ESPÍRITO
 
O desenvolvimento da obra de Deus somente acontece com proveito espiritual se essa for capacitada pelo Espírito Santo, que é o agente da igreja. Isso não quer dizer que devemos desprezar a preparação humana, pois sabemos que o Espírito Santo usou Paulo, inclusive sua formação cultural para a expansão do evangelho. Mas não podemos achar que podemos fazer tudo sozinhos, com os nossos conhecimentos, recursos financeiros e influências políticas. Se assim pensamos, findaremos como a igreja de Laodicéia (Ap. 3.14-22), que ostentava auto-suficiência, dizia-se rica e abastada e que não precisava de coisa alguma, mas Cristo, ao avaliá-la, a identificou como “infeliz, miserável, pobre, cego e nu”. O orgulho da igreja de Laodicéia os cegou ao ponto de não enxergarem a condição espiritual na qual se encontravam. Os membros daquela igreja se achavam fortes e independentes, mas o estado real era de fraqueza, pois dependiam deles mesmos, não do poder do Espírito Santo. Uma igreja conduzida pela pelo Espírito Santo desenvolve a obra de Deus de acordo com Seu intento. Ela é como a igreja de Filadelfia (Ap. 3.7-13) que se considerava pobre, mas era rica aos olhos de Cristo, que dizia ter pouca força, mas que diante de Deus era poderosa, pois guardavam a Palavra de Cristo e não negava o Seu nome (Ap. 3.8). Uma igreja que se acha poderosa por causa da sua influência política ou rica porque detém grande patrimônio, está confiando em sua própria força, o final é sempre a ruína espiritual. Uma igreja que se acha fraca e depende de Deus, é forte, pois ela é direcionada pelo Espírito, mesmo que não tenha muitos bens, mas seja cheia de fé, abalará o mundo, e ainda que não tenha influência política, fará proezas, pois agirá sob o poder do Espírito Santo (At. 1.8).

CONCLUSÃO
 
A obra de Deus não é desenvolvida por meio de ativismos, na verdade, esse, na maioria das vezes, serve apenas para ocultar a ausência do poder do Espírito Santo. Uma igreja poderosa depende da agência do Espírito Santo na escolha dos líderes, na evangelização, na obra missionária e na resolução de conflitos. A igreja primitiva, impulsionada por esse poder, foi capaz de expandir o evangelho de Cristo até aos confins da terra, pois enquanto os discípulos pregavam o evangelho com ousadia, o Consolador convencia os ouvintes do pecado, da justiça e do juízo (Jo. 16.8-11). Se assim acontecer, a igreja não estará servindo à obra, mas ao Deus que a agencia e a conduz.

BIBLIOGRAFIA
 
HORTON, S. M. A doutrina do Espírito Santo. Rio de Janeiro: CPAD, 1995.
SOUZA, E. A. de. Nos domínios do Espírito. Rio de Janeiro: CPAD, 1987.
 
 

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Apresentação Lição 03

Estamos de volta, abaixo segue um link para download de apresentação para ministração da Lição 03 - O que é o batismo com o Espírito Santo.



 Fonte:http://ensinadorcristao.blogspot.com

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Conferência da Escola Bíblica Dominical acontece em Belém


Como parte das comemorações do centenários das Assembleias de Deus no Brasil acontecerá nos dias 15 e 16 de abril a Conferência da Escola Bíblica Dominical (EBD) do Centenário, que tem como tema “Escola Bíblica Dominical – 100 anos cumprindo a sua missão na grande comissão”.

A conferência será realizada no Templo Central da AD, em Belém do Pará, e têm como objetivo dinamizar as ações da EBD, utilizando estratégias pedagógicas e educacionais.
Dois momentos compõem a programação da conferência: na sexta (15), às 19h, um culto de abertura, aberto ao público em geral, será celebrado pelo pastor Samuel Câmara. Já no sábado (16), durante a manhã acontecerão duas mesas redondas com temas específicos voltados aos líderes. Na tarde do mesmo dia, o programa se divide em seis oficinas específicas para os inscritos.

“Desejamos alcançar todos os lideres que participam como professores em cada classe de Escola Bíblica Dominical de cada templo em Belém nas manhãs de domingo”, afirmou o pastor Samuel Câmara, presidente da Assembleia de Deus em Belém.

A história da EBD

A Escola Bíblica Dominical (EBD) nasceu em 1780 a partir do jornalista, membro da Igreja Episcopal, Robert Raikers, que lecionava às crianças carentes de sua cidade, no sul da Inglaterra, ensino religioso (Bíblia) e secular (matemática, história e inglês) nas manhãs de domingo. Após 100 anos do trabalho iniciado por Raikers, em 1885, a EBD chegava ao Brasil, na cidade de Petrópolis, com os missionários escoceses Robert e Sara Kalley. Na Assembleia de Deus, a EBD se iniciou em 1911, após dois meses de fundação da Igreja.

Com informações Assessoria


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A influência da igreja no mundo

A influência da igreja no mundo
A igreja é uma agência do reino de Deus no mundo. Ela está no mundo, mas não é do mundo. Ela tem uma origem diferente, uma natureza diferente, uma missão diferente e um destino diferente.  A igreja não é uma instituição puramente humana; ela tem sua origem em Deus. A igreja, como um lírio que cresce no lodo, é santa num mundo corrupto. A igreja tem o ministério da reconciliação  num mundo marcado pelo ódio. A igreja está firmada em Cristo e caminha para a glória, enquanto o mundo jaz no maligno e marcha célere rumo à perdição. Três figuras neotestamentárias ilustram a influência da igreja no mundo:

1. A igreja é sal que inibe a corrupção (Mt 5.13). Jesus diz: “Vós sois o sal da terra”.

O sal tem o poder de preservar da decomposição. É um elemento antisséptico que inibe o processo da corrupção. A igreja é uma força preventiva no mundo. Sua presença no mundo freia e desacelera o processo galopante da maldade induzido pelo pecado. A igreja presente no mundo é a manifestação mais eloquente da graça restringente de Deus. Se a igreja não existisse, o mundo já teria se chafurdado de forma irremediável no pecado. Jesus, porém, alerta para o perigo do sal perder o seu poder de salgar. Sal que não salga só presta para ser pisado pelos homens. Sal no saleiro não protege da corrupção o mundo à sua volta. A igreja não é sal da igreja; ela é sal da terra. Ela não é sal no saleiro; ela é sal no mundo. Ela não é sal inútil e insípido; é sal que que coíbe o mal e dá sabor à vida.

2. A igreja é luz que aponta a direção (Mt 5.14-16).

A igreja tem o poder interno de salgar e o poder externo de influenciar. A luz existe para se manifestar. É como uma cidade no alto de um monte; é impossível escondê-la. A luz é símbolo de pureza, conhecimento e verdade. A luz tem o poder de apontar a direção. O mundo está em trevas, pois o diabo cega o entendimento dos incrédulos. Os ímpios vivem no reino das trevas. Aqueles que vivem nas trevas nem sabem em que tropeçam. Eles estão caminhando para a morte, mas não sabem para onde estão indo. É nesse berço de cegueira que a igreja deve se levantar como luz do mundo. A igreja conhece o caminho e deve apontá-lo para aqueles que vivem errantes. A igreja conhece a verdade e deve proclamá-la àqueles que vivem no engano. A igreja conhece a vida e deve compartilhá-la com aqueles que jazem mortos em seus delitos e pecados. A igreja é a luz do mundo, que anuncia aos pecadores Jesus, a verdadeira luz que vinda ao mundo, ilumina a todo o homem.

3. A igreja é perfume que atrai a atenção (2Co 2.15,16).

A igreja é o perfume de Cristo e o perfume tem o poder de atrair. O perfume é sempre notado. Jamais passa despercebido. Assim é a igreja. Ela é o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos como nos que se perdem. Para aqueles que perecem, a igreja é cheiro de morte para a morte; para aqueles que são salvos, aroma de vida para a vida. A igreja nunca é neutra. A Palavra de Deus que sai da sua boca é uma espada de dois gumes, que anuncia salvação aos arrependidos e morte aos impenitentes. Ela tem voz profética no mundo. Ela denuncia o pecado desde o palácio até à choupana. Como embaixadora de Deus, chama os pecadores ao arrependimento com senso de urgência. Aqueles que ouvem o sonido da trombeta e buscam o refúgio da graça salvadora, celebrarão a festa da vida; e para esses, a igreja é aroma de vida para a vida. Mas, aqueles que se mantêm rebeldes ao Filho de Deus e escarnecem do evangelho da salvação, chorarão o drama irremediável da condenação eterna; e para esses, a igreja é cheiro de morte para a morte.

Fonte: Hernandes Dias Lopes

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Ministério “A Fé vem pelo ouvir” lança áudio da Bíblia em árabe


Aplicativo poderá ser acessado para os mais de 221 milhões de pessoas 


Ministério “A Fé vem pelo ouvir” lança áudio da Bíblia em árabe
O ministério Bíblia em Áudio “A Fé Vem Pelo Ouvir” acaba de lançar seu aplicativo Bible.is em árabe, que  foi desenvolvido em parceria com a Sociedade Bíblica do Egito e  financiado pelo Ministério Award 2010. Este aplicativo vai facilitar o acesso à Palavra de Deus para mais de 221 milhões de pessoas.


Esta ferramenta já existe em Inglês e Espanhol e o ministério segue trabalhando em outras traduções, como parte de seu objetivo de disponibilizar o aplicativo para as 20 línguas mais faladas no mundo.


Além da aplicação Bible.is, o ministério disponibiliza suas Bíblias em áudio gratuitamente via podcast no iTunes, bem como streaming e download diretamente de seu site.

A Fé Vem Pelo Ouvir atualmente tem Bíblias em áudio em 538 línguas, 188 estão disponíveis para leitura e escuta através do aplicativo, tornando o Projeto da Bíblia Digital o maior recurso do mundo de gravações e textos da Bíblia.


A meta do ministério é gravar o áudio da Bíblia em 2 mil línguas até 2016, criando o acesso ao Evangelho para 97% da população mundial.




Com informações CPAD News

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Cineasta afirma ter encontrado pregos usados na crucificação de Jesus Cristo


O cineasta Simcha Jacobovici afirma ter encontrado dois dos pregos utilizados na crucificação de Jesus em um túmulo de Jerusalém. Os detalhes desta descoberta estão documentados no filme “The Nails of the Cross” (Os pregos da Cruz).
No filme Jacobovici tenta, através de especialistas e documentos, provar que os pregos encontrados têm mais de dois mil anos e foram mesmo usados na crucificação de Jesus.

“O que estamos anunciando ao mundo é o melhor argumento arqueológico jamais feito de que dois dos pregos da crucificação foram encontrados”, disse o realizador à agência Reuters.
O documentário mostra que as supostas relíquias foram encontradas no túmulo do sacerdote Caifás, que, de acordo com o Novo Testamento, enviou Jesus para a morte ao denunciá-lo aos romanos (João 18:14).

A Autoridade de Antiguidades de Israel, que supervisionou a escavação do túmulo, duvida da descoberta e diz que o filme é muito interessante, mas não tem base em achados arqueológicos ou de investigação.

E até mesmo o cineasta não tem certeza absoluta de que esses pregos realmente estiveram cravados em Cristo. “Se eu tenho 100% de certeza de que são? Isso eu não tenho”, explicou.
O documentário chega aos cinemas dos Estados Unidos no dia 20 de Abril e os críticos já o acusam de dar golpe publicitário para promover o longa.

 

Com informações Jornal de Notícias / Pavablog





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Lição 03 - O QUE É O BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO

Texto Áureo: Mt. 3.11 – Leitura Bíblica: At.2.1-4;4,7.

Pb. José Roberto A. Barbosa
http://www.subsidioebd.blogspot.com/
Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO

A doutrina do Batismo com (ou no) Espírito Santo é um dos marcos do movimento pentecostal. Na aula de hoje aprenderemos a respeito dos fundamentos bíblico-teológicos dessa doutrina. Inicialmente, atentaremos para algumas considerações hermenêuticas, em seguida, meditaremos a respeito das evidências iniciais, por fim, para os propósitos e resultados desse batismo.
 
1. ASPECTOS HERMENÊUTICOS DA DOUTRINA

Alguns estudiosos tentam negar a veracidade da doutrina do Batismo no Espírito Santo, ou pelo menos, tirar o seu foco do derramamento posterior à salvação, tendo como evidência o falar em línguas. Esses teólogos costumam ser denominados de cessacionistas, pois argumentam, com base em I Co. 13.8, a irrepetibilidade dos dons, e por extensão, do falar em línguas. O princípio hermenêutico utilizado para tal afirmativa não se justifica, pois, na verdade, a intenção de Paulo, no texto em foco, aponta para a vinda do que é perfeito, Jesus Cristo, não do cânon bíblico, conforme declaram os cessacionistas. A descida do Espírito Santo em Atos 2, como interpretada pelos apóstolos, foi cumprimento de uma promessa profética (Jl. 2.28,29) e se extende a todos os tempos. O acontecimentos de At. 2 diz respeito ao Batismo no Espírito Santo que outrora, os pioneiros pentecostais denominavam de "com" o Espírito Santo. Ainda que isso não seja um erro, é preferível, consoante à preposição grega "en", usar a preposição "no". Isso porque Jesus é o Batizador, é Ele quem batiza o crente no Espírito Santo (Mt. 3.11, Mc. 1.8; Lc. 3.16; At. 1.15; 11.16 veja também Lc. 24.49; At. 1.8). O Batismo no Espírito Santo, realizado por Jesus, como um revestimento de poder, deva ser diferenciado do Batismo PELO (ou do) Espírito Santo, que se realiza no ato da regeneração, quando a pessoa é incorporada ao Corpo de Cristo (I Co. 12.13). O verbo baptizo, em grego, significa imergir, portanto, o Batismo no Espírito Santo é a imersão do crente no Espírito, e o Batismo pelo Espírito Santo é a imersão do crente na igreja.
 
2. A EVIDÊNCIA FÍSICA INICIAL DO BATISMO

A evidência física inicial do Batismo no Espírito Santo é o falar em línguas. O termo grego “glossolalia” (lalia – fala, glossa – linguagem) é frequentemente utilizado para referir-se a esse fenômeno. Em At. 2.4 está escrito que “todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo concedia que falassem”. Não era o Espírito Santo que falava línguas, mas os crentes, esses, porém, não falavam o que quisessem, antes o que o Espírito Santo “concedia” que falassem. As línguas faladas (glossais lalein em grego) eram desconhecidas deles mesmos, e se tratavam de línguas conhecidas na época, faladas pelas pessoas que habitavam as regiões circunvizinhas a Jerusalém e que se encontravam na festa de Pentecostes. Isso não quer dizer que as línguas faladas no ato do Batismo no Espírito Santo necessariamente sejam línguas estrangeiras, mas condicional que não sejam línguas aprendidas pelos falantes, portanto, são estranhas para o que falam. A glossolalia tem a ver com o falar em línguas diferentes, com as variedades de línguas de I Co. 12.10,28, ainda que, neste texto, a ênfase esteja nos dons espírituais. A doutrina do falar em línguas como evidência do Batismo no Espírito Santo se encontra registrada em Atos. Além de Atos 2, no dia de Pentecostes, o relato de Atos 10.46 e 11.15, na casa de Cornélio; em Samaria, ainda que não haja informação explícita sobre a evidência, essa pode ser inferida, pois Simão viu algo que lhe chamou a atenção (At. 8.18); e em Éfeso, quando Paulo orou pelos crentes para que esses recebessem o Espírito Santo e “tanto falavam em línguas quanto profetizavam” (At. 19.6).
 
3. O PROPÓSITO DO BATISMO

O propósito central do Batismo no Espírito Santo se encontra em At. 1.8:  poder para ser testemunha de Cristo. A principal função da igreja é a de ser testemunhar da morte e ressurreição de Jesus e isso está registrado em várias passagens de Atos: At. 1.8,22; 2.32; 3.15; 5.32; 10.39,41; 13.31. O poder (dunamis em grego) recebido pelos discípulos, e prometido por Jesus (Lc. 24.49), é a causa da expansão do Seu evangelho. Por causa dessa virtude, eles foram capazes de chegar até aos confins da terra. A igreja de Cristo, nos dias atuais, deva continuar dependendo desse poder. A ampla difusão do evangelho de Cristo pelo movimento pentecostal teve como base esse derramamento de poder. Após serem batizados no Espírito Santo, os missionários partiram para terras distantes, e com autoridade, declararam que Jesus salva, cura, batiza com o Espírito Santo e voltará em breve. O poder do Espírito não teve apenas como função a evangelização, mas também outorgar autoridade aos discípulos para realizarem milagres. Depois de serem batizados no Espírito Santo os discípulos foram usados para curarem paralíticos (At. 3.1-10; 14.8,9; 28.3-5), expulsarem demônios (At. 5.16; 8.7; 16.16-18; 19.13-16) e ressuscitarem mortos (At. 9.36-42; 20.9,10). Esse milagres, por sua vez, não era o principal alvo da igreja, pois quando esses eram realizados visavam o testemunho do evangelho de Cristo. As línguas de Atos 2 chamaram a atenção dos descrentes para que esses ouvissem a pregação de Pedro.
 
CONCLUSÃO

No contexto do materialismo moderno, muitos pentecostais estão bem mais preocupados com o bem-estar pessoal, comodidade e prosperidade financeira. Por causa disso, alguns já deixaram de buscar o Batismo no Espírito Santo, não sabem, ou não querem saber, que essa é uma promessa extensiva a todos os crentes (At. 2.39). É preciso que haja um despertamento nas igrejas pentecostais, inclusive na nossa querida e centenária Assembléia de Deus, a fim de que, como dantes, voltemos a buscar o Batismo com o Espírito Santo em fervente oração (Lc. 11.13) para sermos testemunhas poderosas do evangelho de Jesus Cristo (At. 1.8).
 
BIBLIOGRAFIA
PALMA, A. D. O Batismo no Espírito Santo e com fogo. Rio de Janeiro: CPAD, 2002.
SOUZA, E. A. de. Nos domínios do Espírito. Rio de Janeiro: CPAD, 1987.


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Conflito com o adolescente



Quando os pais evitar o conflito com seu filho adolescente, evitando que fiquem algumas das maiores oportunidades de ensino que nunca vai ter. 

Alguém como o conflito? Não. Não é uma experiência divertida e agradável, no entanto, é necessário, e se usado corretamente, o conflito pode ser um precursor para a mudança. É muito improvável que uma alteração duradoura virá sem pelo menos algum grau de conflito e de luta. Como Ben Franklin disse, "A porta para o sucesso oscila nas dobradiças da oposição." 


O conflito gira geralmente feio quando se reuniu com insensibilidade relutância, ou imaturidade de qualquer das partes. É um dado que os nossos filhos vão atuar imaturo, então cabe a nós pais a amadurecer e tomar o caminho mais elevado. 


O conflito em si não é o que produz uma mudança para melhor, é como reagimos a ela. 


O conflito pode ser uma força para o bem das famílias, mas só se for tratada adequadamente. A maneira como reagimos pode aprofundar a relação, ou pode derrubá-lo. A maioria das crianças simplesmente querem saber que estão a ser ouvida! Recusando-se a entender que, e desligar qualquer forma de conflito, podemos construir um muro entre vocês. 


Outra forma paredes podem construir é para depreciar os pensamentos de seu filho adolescente e sentimentos. A questão pode parecer uma questão menor ou "preto e branco" para você, mas isso poderia ser confuso e abrangente a eles. Muitas vezes, quando estou trabalhando com um jovem que eu vou dizer algo como: "Eu entendo que você está dizendo, mas deixe-me tentar repeti-lo pelo que estou certo." Então, calmamente eu repetir de volta o que a sua emissão e posição é. 


Você não pode esperar o seu filho a respeitar você ou suas regras, se você não mostrar respeito a eles. 


É importante reconhecer o ponto de vista de seu filho, mesmo se você não concordar com ele. Sua visão pode ser míope, autocentrada e simplesmente errado, mas ainda é que eles vão querer defender ao máximo. Sua resposta ao seu "lado" precisa ser respeitoso e não reacionária, de compreensão versus julgamento. Mesmo assim, sua posição se os conflitos com suas regras, e é uma importante questão de caráter ou moral, você poderia dizer: "Eu entendo agora, mas eu não concordo com sua conclusão, assim que nós não vamos seguir esse caminho . Mas vamos continuar conversando sobre isso para que eu possa entender melhor por que você se sentir assim. " 


Mudança sai da relação. Na falta de ouvir durante o conflito torna difícil, senão impossível, para uma mudança positiva para ocorrer. Mais do que qualquer outra coisa, eu trabalho sempre para manter as linhas de comunicação abertas e fazer relações certeza permanecer intactos. Se houver um pequeno problema em que eu possa dar em algo vital, sem comprometer, eu faço, só assim eles sabem que eu estou ouvindo. Eu não quero que os jovens sentem que eu estou constantemente "atirando para baixo" ou não dando ouvidos à sua maneira de pensar. Eles precisam saber que suas preocupações estão sendo ouvidas, pois se não há esperança de que, com eles, quer tornar-se enganoso e parar de falar, ou tentar outras táticas como a fúria ou agir para fora sua raiva através de seu comportamento. 

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É o comportamento de seu filho adolescente normal?



A cultura mudou, mas os adolescentes não têm. Eles ainda estão se concentrando em tentar encaixar com seus pares e fazer sentido da vida. Mas os pais podem ficar confusos com suas mudanças de atitude e independência que procuram, assumindo seu adolescente está a tornar-se rebelde.

É normal que os adolescentes não conseguem fazer suas tarefas sem lembretes de dez anos, a jogar fora sua lição de casa, a emocional, a perder coisas importantes, como a música que é muito alto, e às vezes contra a autoridade ou questionar. Isso é tudo bem típico, embora possa ser agravante para os pais.


Para comparar, vamos ver o que é anormal. . . súbitas mudanças profundas na personalidade, explosões de raiva de baixo calão, extremo desrespeito por pessoas e coisas, vícios, súbita notas baixas, não dormir ou dormir demais, extrema perda de peso, distúrbios alimentares, auto-mutilação, fugindo, ou o isolamento auto-imposto .


Você vê a diferença? coisas normais tem a ver com estar distraída, avoada, tentando se encaixar, ou bater as asas da independência. Ele passa o tempo, como o adolescente amadurece. rebelião comportamento anormal e verdadeira é representada por um número crescente de escuridão, o ódio ea raiva em sua alma, que só tende a piorar com o tempo.
Um rapaz que trabalhou com descreveu sua própria experiência de normal a um comportamento anormal desta forma. Ele disse: "Eu me senti como as coisas que eu fazia eram bem-escola normal era chato, eu sempre lutei com minha irmã e passou a maior parte do meu tempo com os meus amigos. Mas quando o meu relacionamento com meus pais piorou, comecei a pensar coisas que nunca iriam conseguir nada melhor. Eu me tornei suicida. Eu intencionalmente tive más notas e ficou em apuros por pequenas coisas como sair com amigos, quando eu não era suposto. Então, um dia no meio de uma luta que eu comecei xingando os meus pais realmente ruim. Eu nunca tinha feito isso antes, e eu sabia que algo não estava certo, e cada vez pior. "

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Pastor dá Resposta aos Ateus na Questão 'Qual é a Prova Científica do Ateísmo?'



(Foto: by FlyingSinger)
Rubens Teixeira, pastor evangélico e doutor em economia no Brasil, responde mediante a respostas de ateus pela internet acerca de suas polêmicas perguntas “Você é ateu? Se você é ateu, então você me prove cientificamente que Deus não existe,” em entrevista postada em seu site ontem. Ele falou sobre a importância do conhecimento da Bíblia e o criacionismo.

Um vídeo publicado em resposta ao pastor, mostrou o depoimento de um ateu contra o pastor, argumentando que os ateus não veem motivo para acreditar em um Deus, e por isso não há motivo de provar que Deus não existe.

Rubens já havia afirmado na época que “nenhum deles conseguiram me provar até hoje.”

O Pastor foi criticado e acusado de usar falácias de “apelo à autoridade” ao dizer de suas formações acadêmicas. Em sua reposta, Rubens faz questão de mostrar sua carreira acadêmica e prêmios que tem recebido por suas pesquisas e estudos em sua área de formação, concordando “que a importância de quem fala é importante para o seu argumento.”

“Quando alguém está doente, “ela pede explicação ao médico. Quando alguém tem um problema juridico ela pergunta ao advogado,” argumentou ele.

Rubens condenou aqueles que criticam a Bíblia sem ter conhecer um conhecimento adequado de seu conteúdo.

“Alguém tentar falar sobre a Bíblia sem conhecê-la é uma espécie de loucura. É como você querer ensinar alguém a fazer cirurgia cardíaca se você nunca frequentou uma aula de um curso de medicina. Eu não consgigo entender como uma pessoa ousa falar daquilo que ela não conhece,” disse.

Rubens sustentou que “Muitas coisas que a Bíblia dizia, a ciência descobriu depois. Muitas coisas na Bíblia a ciência não comprovou que existe, mas também não provou o contrário.”

Ele exemplificou que na Idade Média, quando se pensava que a Terra era plana, a Bíblia já mostrava o conceito de uma terra esférica no livro de Isaías 22, que diz “Deus se assenta sobre o globo da terra.”

“Na época a ciência entendia que era plana, contraditório com o que dizia a Bíblia. Todavia, depois descobriu-se que a Terra tinha a forma arredondada como tem.”
Rubens ressaltou a importância do respeito quanto ao conhecimento das Escrituras, relembrando a sua estada em outros países, em que ele ouviu pessoas de outras religiões fazendo citações da Bíblia como referência.

“Se essas pessoas que são de lá, e citam a referência bíblica como pode alguém que não tem noção do que está falando criticar a Bíblia. Fica dificil você querer conversar sobre a Bíblia e debater com quem não a conhece.”

Para responder a uma das críticas ateístas apresentadas, dizendo que a teologia não é ciência, ele defende, mencionando que há Universidades criacionistas no Brasil.

“O MEC reconhece que a teologia é uma ciência. Por isso tem esses níveis de graduação,” citando a Pontifícia Universidade Católica e o Mackenzie como exemplos.

Ele questinou a o ensino escolar baseado no evolucionismo, argumentando que, “Não há prova cabal de que o homem veio do macaco. Então eu acho que deveria abrir espaço para um debate do criacionismo.”

“O criacionsimo é uma convicção que entende que Deus criou as coisas como elas são. Um animal não virou outro animal é logico que a evolução aconteceu e acontece, mas não acredito é que um ser deu origem a outro. Eu acredito que Deus criou o homem da forma que ele é.”

“Eu nunca encontrei nada que contrariasse a Bíblia.”

Fonte:.christianpost.com

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Pais Permissivos Demais – Ilustração

Pais Permissivos Demais – Ilustração
Pais que são permissivos demais com seus filhos pagarão um alto preço. Estes pais até podem ser grandes homens de Deus, mas, por faltar na disciplina dos seus próprios filhos eles são um mau exemplo para os outros.
Eli, um profeta de Deus foi amaldiçoado por Deus (ele e toda sua família) “pela iniqüidade que ele bem conhecia, porque seus filhos se fizeram execráveis, e ele os não repreendeu.” (1 Sam 3:13). Note que a maldição foi porque Eli sabia o que seus filhos faziam e não os disciplinou.
Samuel, outro profeta de Deus, teve dois filhos que, como juízes de Israel, aceitaram suborno e perverteram a justiça (1 Sam 8:1-5).
Adonias, filho de Davi, se rebelou contra ele porque “Jamais seu pai o contrariou, dizendo: Por que procedes assim?” (1 Reis 1:6).
Quando Absalão, outro filho de Davi matou seu irmão, Davi não o puniu (2 Sam 13:23-39). Quando Absalão se rebelou contra o próprio pai Davi, e tentou tomar o trono, Davi ordenou que ele fosse tratado com brandura (2 Sam 18:5).
Em pelo menos dois destes casos, a Palavra de Deus deixa claro que o problema começou com a falta de disciplina por parte do pai em controlar seus filhos. O que é notável também é o relacionamento que estes três pais tinham um para com o outro. Samuel serviu no templo sob a orientação de Eli o sacerdote desde pequeno. Davi foi ungido por Samuel e certamente foi influenciado por ele durante um período significante da sua vida.
É talvez mais do que coincidência que cada um destes três pais teve filhos que se rebelaram contra sua autoridade e contra a vontade de Deus. Como teria sido o final destas histórias se os pais não tivessem sido omissos na disciplina de seus filhos?
- Dennis Downing -

Fonte: Hermeneutica

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O Perfil do Superintendente de Escola Dominical 3° Parte

Pr. César Moisés - Colunista do site CPAD News

O Perfil do Superintendente de Escola Dominical

 3° Parte
 IV – O SUPERINTENDENTE COMO GESTOR

Uma das funções principais do superintendente é a de gerir a Escola Dominical. Por mais “empresarial” que pareça essa constatação, ela não é nova e nem originalmente minha. Em outubro de 1967, portanto, há 43 anos, na quarta capa da extinta revista A Seara (CPAD), foram publicadas as “Bem-aventuranças da Escola Dominical”. Uma delas, dizia exatamente o seguinte: “Bem-aventurada a Escola Dominical administrada como um Banco, pois os seus negócios serão bem dirigidos e terão o respeito de todos”. Evidentemente que essa era uma “visão americanizada” de gestão, onde os bancos constituíam o paradigma, mas na realidade o autor quis ressaltar o princípio organizacional que deve permear a administração da Escola Dominical. Em outras palavras, ela precisa ser gerida de maneira inteligente e planejada. Mas, infelizmente, alguns gestores dominicais parecem insistir na prática de uma administração que se resume a distribuir cadernetas, pincéis, apagadores, lições e sinalizar o tempo com o auxílio da campainha! Nesse contexto, evidentemente que a Escola Dominical perderá toda a sua razão de ser, pois ela existirá apenas em função da observação de um tradicionalismo, mas totalmente esvaziada de seu real sentido. Por outro lado, não sou partidário do acompanhamento acrítico e indiscriminado de modelos de gestão que pululam aqui e acolá, como se o mero ato de acompanhá-los fosse o suficiente para manter a relevância e a razão de ser da Escola Dominical. É preciso articular o moderno e implementá-lo, de acordo com a realidade da Escola Dominical, com vistas a garantir a efetivação do processo educacional cristão. 

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Conteúdo adicional para as aulas de Adolescentes

 Subsídios para as lições do 2º Trimestre de 2011
A vida de Cristo na harmonia dos evangelhos

Caro professor da classe de adolescente, a paz do Senhor! Estamos...



Texto Bíblico: Lucas 4. 14-30
  
CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

Caro professor da classe de adolescente, a paz do Senhor! Estamos aqui em mais uma oportunidade para trazer para você mais um auxílio didático desta lição tem como título: “Os caminhos de Deus.”

Para seu crescimento espiritual e edificação, sugerimos o texto a seguir pra que você possa refletir e dialogar acerca dos princípios que Deus estabeleceu para que todos nós possamos estar no caminho dEle.

 NO CAMINHO CERTO

Hector sentiu-se desconfortável sob o holofote. Ele sabia que era uma honra receber um prêmio regional de reconhecimento pelo sucesso de sua cadeia de restaurantes, e estava orgulhoso de representar a sua família e a sua comunidade.  Ele se perguntava como poderia expressar melhor os seus pensamentos aos jornalistas próximos. Mas, ao olhar para trás, para a pobreza dos seus anos de infância, e para a fé súplice dos seus pais, ele soube o que deveria dizer. Todos na platéia sabiam o que Hector tinha superado até chegar a este dia, mas ao subir ao pódio, esperando que os aplausos diminuíssem, ele apontou para o céu.

“Sem a orientação dos meus pais, sem o seu exemplo de fé, disse ele, ‘eu nunca teria depositado a minha confiança em Deus, que me trouxe até aqui hoje.”

Deus o criou para que você se apóie nEle. Aquilo que vai contra a grande parte da “sabedoria” contemporânea, que exalta a independência e diz que qualquer coisa que não seja a auto-suficiência é uma fraqueza. A verdade é que as pessoas são fracas. Algumas podem parecer estar a salvo das fraquezas comuns, tais como preocupar-se com o que as pessoas dizem, mas a maior probabilidade é que elas também sejam invulneráveis à intimidade,  e ao contato genuíno com as outras pessoas.

O plano de Deus é melhor. Por intermédio da sua Palavra, pelo seu Espírito Santo, pelo aconselhamento de irmãos na fé, e em toda e qualquer circunstância, Ele o orienta. Você confia porque sabe que Ele tem um bom plano para a sua vida, e que irá realizá-lo.

Os princípios de orientação de Deus funcionam maravilhosa e efetivamente na sua sala de aula. Você define as bases para o aprendizado, estabelece os padrões, fornece instrução e orientação. E, como você está ciente de que tudo é parte do plano de Deus, incentiva seus alunos, ouve o que eles dizem, partilha com eles as suas próprias imperfeições e as lições aprendidas. À medida que você confiar mais e mais na orientação de Deus, outras pessoas também confiarão nEle, por seu intermédio. 

(Graça diária para professores. CPAD. 2007.p.182).


“O Senhor te guiará continuamente, e fartará a tua alma em lugares secos, e fortificará teus ossos” (Isaías 58.11).

“Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos de morte” (Pv  14.12).


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De Alegria não abriu a porta, mas, correndo para dentro, anunciou...


Texto Bíblico: Atos 12.5,11-16

Esperando o Inesperado

“De Alegria não abriu a porta, mas, correndo para dentro, anunciou que Pedro estava à porta” (At 12.14)
Não sabemos nada sobre Rode, exceto sua alegre resposta a um acontecimento inesperado. Ele estava entre um grupo de cristãos que se reuniu para orar pela libertação de Pedro. Herodes já tinha condenado o apóstolo Tiago à morte e prometeu fazer o mesmo com Pedro. Os cristãos sentiram-se desamparados para fazer qualquer coisa, senão orar, o que fizeram persistentemente, mesmo que a esperança do milagre parecesse pequena.

Enquanto isso, Pedro dormia sonoramente numa prisão. Um anjo apareceu em sua cela, libertou-o das cadeias e guiou o sonolento apóstolo para fora. Uma vez livre, Pedro finalmente tornou-se cônscio e correu para a casa onde os cristãos estavam mantendo uma vigília de oração.

Quando bateu no portão exterior, uma criada chamada Rode foi responder. Ouvindo a voz de Pedro, ela ficou tão emocionada que se esqueceu de abrir a porta, mas ocorreu para dentro a fim de contar a toda mundo.

A distração de Rode revela quantas vezes nós esperamos pela metade que Deus atenda nossas súplicas. De fato, respostas imediatas usualmente nos atordoam. Mas para aqueles que persistem em oração específica, tais respostas não são surpreendentes.

Que descobertas você tem feito sobre a oração? Quando ora, você espera que Deus responda ou ignore seus assuntos? Se você decidir hoje que adoração vai se tornar uma parte regular da sua vida, comece aguardando o inesperado!
Ore sem cessar! (Texto extraído do Livro 365 Lições de Vida de Personagens da Bíblia, p.315. Rio de Janeiro: CPAD).

 Fonte:CPAD

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Estudante atéia processa cidade por banner com oração dentro de sua escola

 Alegando que o texto a exclui ela pede não só a retirada da bandeira como valores por danos morais

A escola Rhole Island está sendo processada por uma aluna atéia, Jessica Ahlquist, de 15 anos, que se sente ofendida com um bandeira que fica no interior do auditório do colégio com uma oração pintada.
Os dizeres da faixa não fala sobre nenhuma religião, apenas incentiva os alunos a se esforçar academicamente, serem bondosos, honestos, mostrarem desportivismo e buscarem honrar a escola. Mas como começa com “Nosso Pai Celestial” e termina com “Amém” a garota diz que as frases excluem não só a ela como outros alunos que não acreditam em um pai celestial.
Representando a jovem legalmente está a American Civil Liberties Union (União Americana pelas Liberdades Civis) que entrou com um processo federal também contra a cidade de Cranston na segunda-feira contestando a constitucionalidade do mural de oração.
“A presença da oração na escola promove e defende os ideais do Cristianismo e do conceito de um único ‘Pai Celestial,’” afirmou Ahlquist no processo. “Eu acredito firmemente que não deveria estar em exibição em uma escola pública e está em violação direta aos meus direitos civis e aos de outros alunos.”
A bandeira foi colocada na escola em 1963 – como um presente da primeira turma – mas a polêmica foi primeiramente causada em julho passado, quando a ACLU pediu às autoridades locais para que a escola de Cranston West High School removesse a oração, dizendo que ele violava a Primeira Emenda e separação de Igreja e do Estado.
Vários pais de Cranston West chamaram a ACLU e opuseram-se à exibição de oração. Várias audiências públicas aconteceram e a última resultou em votação 4-3 para manter a oração postada no campus, apesar das advertências sobre os custos de futuros pleitos.
Diante da repercussão dos fatos o  bispo Thomas J. Tobin, chefe da diocese Católica Romana de Providence, acusou o ACLU de envolver-se nas “pequenas brigas tolas” e escreveu no mês passado no jornal semanal da diocese que o sindicato deve passar para questões mais importantes que as liberdades civis foram realmente ameaçadas.
“Por que essa inspiração pode ofender alguém? Porque começa com uma referência genérica “Nosso Pai Celestial” e termina com ‘Amém’? O uso da nossa moeda nacional  carrega um sentimento muito mais religioso – ‘In God We Trust (Em Deus Confiamos).’ E eu suponho que detêm os seus ouvidos durante o canto de “God Bless America,” Tobin escreveu.
O prefeito de Cranston, Allan W. Fung, disse em uma entrevista ao site da MSNBC que apoia a bandeira postada na escola, pois acredita que ela enviou uma mensagem importante  para muitos dos alunos. Ele também informa que não teria motivos de processar a cidade já que escola tem direitos de tomar decisões separadas do município.
Enquanto o processo não é julgado os advogados da ACLU pediram ao tribunal que proíba a oração que está sendo exibida na presença dos estudantes. A cidade teria que cobrir a bandeira de tal maneira que não pudesse ser facilmente removida.
Eles também pediram ao tribunal a concessão de indenizações de caráter compensatório, incluindo os juros, por danos à Ahlquist, juntamente com honorários advocatícios e custos relacionados.


Com informações The Christian Post

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