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Archive for Setembro 2012

Página Inicial » Notícias Internacional 26/09/2012 - 16:43 Presidente do Irã fala na ONU sobre Nova Ordem Mundial sem Israel


Um dia após o presidente Barack Obama alertar o Irã sobre seu programa de armas nucleares, Mahmoud Ahmadinejad esteve esta semana na Assembleia das Nações Unidas e fez declarações polêmicas, como de costume. Em entrevista a Associated Press, afirmou: “Se Deus quiser, uma nova ordem virá junto e nós vamos acabar com tudo o que nos distancia”, disse.
O presidente iraniano disse que o Irã é um dos países que formaram um novo “grupo de contato” para tentar acabar com a guerra civil na Síria, que já dura 18 meses. “Eu farei tudo em meu poder para criar a paz, estabilidade e entendimento na Síria”, afirmou Ahmadinejad.
Em anos anteriores, várias delegações se retiraram da assembleia durante os discursos do presidente iraniano, que costuma criticar os países que ele acusa de usarem o Holocausto como uma “desculpa” para a expansão sionista.
O governo de Teerã continua alegando que seu projeto tem objetivos pacíficos e será usado para amenizar a escassez de energia no país. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, tem cobrado insistentemente que Obama assuma uma postura mais agressiva em relação ao programa nuclear iraniano.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu em seu discurso que o Irã provasse sua intenção pacífica com o programa nuclear. Ao ser questionado pela CNN sobre as consequências de um ataque israelense ao Irã, Ahmadinejad afirmou apenas que “qualquer nação tem o direito de se defender”.
Este ano, seu discurso foi novamente boicotado pelos representantes dos Estados Unidos e de Israel.
Na segunda-feira (24) Ahmadinejad já havia afirmado a jornalistas que Israel não tem raízes no Oriente Médio e que o país será “eliminado do mapa”. Criticou ainda o conselho de segurança da ONU, que, segundo ele, falhou na tarefa de estabelecer a justiça, a paz e a segurança no mundo, permitindo “a contínua ameaça de sionistas de recorrer à ação militar”.

Ron Prosor, embaixador de Israel, ficou contrariado com essas declarações e afirmou que Ahmadinejad voltou a mostrar que é uma ameaça para o futuro do povo judeu.
Entre as outras declarações polêmicas de Ahmadinejad está sua percepção que a homossexualidade é “um comportamento muito desagradável”, sendo proibido por “todos os profetas de todas as religiões e todas as fés”. Ele ridicularizou os políticos e partidos que apóiam gays e lésbicas, “apenas para ganhar quatro ou cinco votos a mais”.
“Este tipo de apoio à homossexualidade está apenas nas mentes dos capitalistas de linha dura e daqueles que apenas apóiam o crescimento do capital, mais do que os valores humanos”, finalizou Ahmadinejad, com a ajuda de seu intérprete.
Com informações Carta Capital e AP

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A Bíblia para o Jovem é tema do Dia da Bíblia




Assista à transmissão do lançamento do Dia da Bíblia em Barueri (SP), no dia 29 de setembro, pelo site www.sbb.org.br/campanhadiadabiblia.

A partir do dia 26 de setembro, a Sociedade Bíblica do Brasil fará o lançamento oficial da campanha do Dia da Bíblia 2012, cujo tema será A Bíblia e o Jovem. Todas as igrejas brasileiras estão convidadas a participar da campanha, inspirada no Salmo 145.4 – “
Ó Deus, cada geração anunciará à seguinte as coisas que tens feito, e todos louvarão os teus atos poderosos”. Ao propor esse tema, a SBB tem como objetivo incentivar jovens e adolescentes a buscarem, na Palavra de Deus, as orientações para enfrentarem os seus dilemas. Com o objetivo de motivar a adesão nacional de todas as denominações cristãs, a SBB promoverá eventos de lançamentos em nove cidades do País, nas seguintes datas:

- 26 de setembro:
Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Manaus (AM), Porto Alegre (RS) e Recife (PE).
- 28 de setembro:
Rio de Janeiro (RJ)
- 29 de setembro:
Barueri (SP) e Taguatinga (DF)
- 10 de outubro:
Curitiba (PR)

Pelo segundo ano consecutivo, a SBB foca a campanha do Dia da Bíblia na juventude. Ao repetir essa temática, a organização reforça a urgência de se alcançar as novas gerações com a mensagem bíblica e envolvê-las na evangelização.


O intuito dos eventos regionais, segundo o coordenador da nacional da campanha e gerente de Desenvolvimento Institucional, Mário Rost, é motivar as igrejas a promover cultos especiais e outras atividades como as leituras públicas da Bíblia. “A ideia é organizar cerca de 370 eventos comemorativos em todo o Brasil e também incentivar a Igreja brasileira a ofertar para a Causa da Bíblia”, afirma.


A SBB também colocará seus 27 Diretórios estaduais à disposição daqueles que buscam ideias e orientações para suas comemorações. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800-727-8888. Além disso, será disponibilizada, gratuitamente, uma série de materiais de divulgação, entre os quais cartazes, literatura bíblica para evangelização voltada a jovens, fornecida em parceria com a AMME Evangelizar, modelo de camiseta alusiva ao Dia da Bíblia 2012 e planos de leitura da Bíblia segmentados: um para jovens e outro para a leitura da Bíblia completa em um ano. Serão oferecidos, ainda, envelopes e cofrinhos infantis, para estimular os participantes a levantar ofertas para a Causa da Bíblia. Todos esses materiais poderão ser solicitados por meio do hot site
www.diadabiblia.org.br.

Além de disponibilizar os materiais de divulgação, o hot site do Dia da Bíblia será um canal para difundir as informações sobre o evento. Os líderes de diferentes denominações cristãs que aderirem à campanha poderão enviar relatos, testemunhos, imagens e vídeos sobre a celebração realizada em sua cidade para o e-mail
webmaster@sbb.org.br. As celebrações do Dia da Bíblia acontecem no segundo domingo de dezembro, que em 2012 será no dia 9.

Os recursos financeiros captados durante a campanha serão revertidos para os programas sociais mantidos pela Sociedade Bíblica do Brasil, beneficiando milhares de brasileiros de Norte a Sul do País. As ofertas poderão ser depositadas diretamente na conta bancária da organização (Banco Bradesco, Agência 3390-1, C/C 18.512-4). Para doação por meio de transferência bancária pela internet, é necessário informar o CNPJ: 33.579.376/0001-51.


Confira abaixo as datas e horários dos lançamentos:


26 de setembro de 2012 (quarta-feira)

Belém (PA)

Local: Auditório da SBB em Belém
Horário: 08h30 às 12h00
Endereço: Av. Assis de Vasconcelos, 356 – Campina – Belém - PA

Manaus (AM)

Local: Auditório da SBB em Manaus
Horário: 08h30 às 12h00
Endereço: Rua Teresina, 80 – Adrianópolis – Manaus AM

Recife (PE)

Local: SEC- Seminário de Educação Cristã
Horário: 08h00 às 12h00
Endereço: Rua Padre Inglês,143 Bairro: Boa Vista - Recife - PE

Belo Horizonte (MG)
Local: Auditório da SBB em Belo Horizonte

Horário: 08h00 às 12h00
Endereço: Rua Caldas da Rainha, 2.070 São Francisco - Belo Horizonte - MG

Porto Alegre (RS)

Local: Igreja Batista Filadélfia
Horário: 08h30 às 12h00
Endereço: Av.Plínio Brasil Milano, 1835 Bairro Higienópolis - Porto Alegre – RS

28 de setembro de 2012 (sexta-feira)
Rio de Janeiro (RJ)

Local: Centro Cultural da Bíblia - Auditório
Horário: 08h30 às 11h30
Endereço: Rua Buenos Aires, 135 – Centro – Rio de Janeiro – RJ

29 de setembro de 2012 (sábado)
Taguatinga (DF)
Local: Primeira Igreja Presbiteriana de Taguatinga

Horário: 08h00 às 11h30
Endereço: QNC 05/06 – Área Especial 8 – Sandu Norte – Taguatinga – DF

Barueri (SP)

Local: Centro de Eventos de Barueri - Museu da Bíblia
Horário: 8h30 às 12h00
Endereço: Avenida Pastor Sebastião Davino dos Reis, 672, Vila Porto Barueri SP

10 de outubro (quarta-feira)
Curitiba (PR)
Local: Igreja Metodista

Horário: 08h30 às 11h30
Endereço: Av Sete de Setembro, 3235 – Centro – Curitiba – PR

 

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Caravanas de outros países se preparam para conhecer a Expocristã


A maioria feira de artigos evangélicos da América Latina, a Expocristã, tem atraído a atenção de empresários e evangélicos de outros países, tanto que para a edição de 2012 haverá caravanas vindas de fora do Brasil.

A EBF, organizadora do evento, informa que já recebeu contato de caravanas vindas da China, Japão e África e que, além disso, algumas universidades dos Estados Unidos estarão na feira expondo seus cursos.

“A Expocristã reflete o crescimento dos evangélicos no Brasil e é o único evento que fomenta a abertura de lojas e livrarias. O interesse do mercado internacional reflete como o mundo tem observado a expansão deste grupo”, ressalta Eduardo Berzin Filho, presidente da EBF Comunicações.

As universidades que estarão mostrando seus cursos são a DBU University, da cidade de Dallas, no Texas; e a Liberty University, da cidade de Lynchburg, na Virgínia que vão tentar atrair os estudantes brasileiros interessados em intercâmbio.
O pastor argentino Rodolfo Rabassa, da Iglesia Cristiana Evangélica de Argentina também confirmou sua presença no evento. Ele que e produtos de um programa de TV estará na Expocristã para mostrar o evento para seu país. “A Expocristã é referência em todo mundo. Chama atenção o engajamento e união dos evangélicos no Brasil”, disse ele que também é presidente da Fundação Familias Felices Emanuel.

A Expocristã vai acontecer entre os dias 25 e 30 de setembro no centro de exposições do Anhembi, em São Paulo, por onde 168 mil pessoas devem passar de acordo com a expectativa dos organizadores. Durante esses cinco dias o evento deve movimentar mais de R$ 1 bilhão.

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Lição 13 - A VERDADEIRA MOTIVAÇÃO DO CRENTE

 
Texto Áureo: Mt. 6.6 – Leitura Bíblica: Mc. 1.35-45

Prof. José Roberto A. Barbosa


INTRODUÇÃO
 
Existem pessoas que se tornam evangélicas por vários motivos: financeiros, políticos, entre outros. Os discípulos perguntaram a Jesus o que eles receberiam por terem deixado tudo para segui-LO (Mt. 19.27). Paulo atestou que muitos seguem a Cristo por razões diversas (Fp. 1.17,18). Na lição de hoje estudaremos a esse respeito, mostraremos que nem todas as motivações do crente, em relação ao seguir a Cristo, são verdadeiras.

1. MOTIVAÇÕES E MOTIVAÇÕES
 
A palavra motivação, no dicionário, é definida como uma força interna que faz com que as pessoas tomem determinadas decisões e atitudes. As motivações são as mais diversas, e elas, na maioria das vezes, variam de pessoa para pessoa. Existem motivações individuais e coletivas, que persistem e outras que se modificam ao longo do percurso. A motivação sempre tem a ver com objetivos, isto é, com o interesse aonde determinada pessoa ou grupo pretende chegar. Algumas motivações são inatas, como a de conseguir alimento para satisfazer a fome. Mas a maioria delas é adquirida, depende da cultura, e do que as pessoas privilegiam como necessidade. Alguns estudiosos distinguem quatro tipos básicos de necessidades: psicológicas (comer e se vestir), segurança (ordem, estabilidade, rotina), social (amor, afeição, pertencimento), estima (prestígio, independência, status) e autorrealização (emprego e sucesso). Essas motivações são categorizadas a partir de uma perspectiva sociológica, que leva em consideração a relação necessidade e consumo. Mas na perspectiva cristã, existem outras motivações, dentre elas: fé, esperança e amor (I Co. 13. 13; I Ts. 1.3). Os profissionais que atuam na área de marketing são especialistas em identificar as motivações das pessoas. Outra especialidade da propaganda é a de construir necessidades. O consumismo – que não pode ser confundido com consumo - se alimenta da criação de necessidades e motivações.  O cristianismo pode, em alguns contextos, ser comparado a uma mercadoria. Há pessoas que o compram de acordo com suas conveniências, a esse respeito Paulo chamou a atenção do jovem pastor Timóteo e da igreja que este liderava (II Tm. 4.1-4).

2. AS FALSAS MOTIVAÇÕES DO CRENTE
 
O crescimento do movimento evangélico no Brasil tem favorecido a existência de uma geração de crentes cujas motivações nada têm de bíblicas. Algumas dessas pessoas estão aderindo às igrejas pelos motivos mais diversos e descabidos. A adoção de um modelo evangélico mercantilizado, pautado na prosperidade financeira, está atraindo pessoas para as igrejas com interesses meramente monetários. Não são poucas as pessoas que se achegam às igrejas perguntando: o que eu vou ganhar com isso? Os discursos propagados por algumas igrejas televisivas mostram essa realidade. Os adeptos dessa teologia deturpada testemunham da fortuna que fizeram ao adquirir o “produto” de determinada igreja. Há “artistas”, que na verdade nada entendem de arte, que vem para a igreja depois do fracasso na mídia. Como não conseguem mais se projetar na mídia, inventam que são crentes para venderem seus cds gospel entre os evangélicos. As músicas por eles compostas são de péssima qualidade, não passam de vãs repetições, não têm qualquer respaldo bíblico. O culto às celebridades instantâneas e temporárias, decorrentes dos realities shows, também alcançou as igrejas evangélicas. Houve um tempo em que as pessoas eram respeitadas pelo conhecimento bíblico que tinham, e pela vida que testemunhavam. A exposição da Bíblia está sendo substituída, em alguns púlpitos, pelos tristemunhos desses “artistas”. Em entrevista a um canal de televisão, uma modelo (não sei para quem) afirmou que frequentava a igreja porque saia daquele lugar com “alto astral”. As motivações dessas pessoas, ao aderiram a essas igrejas, é meramente utilitarista. Os “pastores” estão alimentando esse ciclo na medida em que propagam um evangelho que não e o de Jesus Cristo (Gl. 1.9).

3. AS VERDADEIRAS MOTIVAÇÕES DO CRENTE
 
As motivações verdadeiras do crente são respaldadas pela Palavra de Deus, isso porque é Deus, e não o homem, que diz o que realmente necessitamos. A primeira necessidade do ser humano é a de um Salvador. O salário do pecado é a morte, a condenação eterna (Rm. 6.23), e como todos pecaram (Rm. 3.23), a salvação torna-se uma necessidade prioritária. Deus enviou Seu Filho Jesus Cristo para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna (Jo. 3.16). Essa é uma mensagem simples, mas que está sendo esquecida em muitas igrejas evangélicas. O novo nascimento e a santificação tornaram-se doutrinas impopulares, por isso, não são mais ensinadas, é mais vantajoso – principalmente do ponto de vista financeiro - instigar à prosperidade. Mas isso tudo é vaidade, é aflição de espírito, ou como verte uma tradução de Ec. 2.17, é “correr atrás do vento”. A principal motivação do crente deve ser dar glória a Deus, viver para Ele, pois para isso fomos criados (Is. 47.12; I Co. 10.31; Ef. 1.12). A teologia predominante no contexto evangélico brasileiro é antropocêntrica, isto é, coloca o ser humano no centro, ao invés de Deus. O crente não foi chamado para a fama, mas para a simplicidade (Mt. 10.16), a ostentação não é cristã, no evangelho de Cristo não há lugar para soberba (Jo. 13.34,35). O próprio Cristo veio para servir, não para ser servido (Mc. 10.42-45), quem quiser ser o primeiro no Reino de Deus que seja o último (Mt. 20.27). O Reino de Deus está acontecendo, neste exato momento, longe dos holofotes da mídia. Pastores e crentes estão labutando para Deus no anonimato. O discurso do sucesso tem atingido muitos crentes, resultando em uma geração de decepcionados, em virtude das irrealizações. O próprio pastorado, excelente quando levado a sério, não ficou para todos (I Tm. 3.1-7), e alguns crentes, por não conseguirem chegar a essa posição eclesiástica, também se frustram.

CONCLUSÃO
 
A verdadeira motivação do crente deve ser sempre a de estar com Cristo, a de permanecer nEle, independentemente das circunstâncias, para darem frutos (Jo. 15.1-8). E justamente crescer em santidade, desenvolvendo o fruto do Espírito, deveria ser a meta de todo cristão genuíno (Gl. 5.22). Cristo não prometeu riqueza, fama e poder no presente século. Por isso, a motivação verdadeira do crente deve ser a de continuar no centro da vontade de Deus (Rm. 12.1,2).

BIBLIOGRAFIA
 
CABRAL, E. A síndrome do canto do galo. Rio de Janeiro: CPAD, 2000.
GONCALVES, J. A prosperidade à luz da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2012.
 
 

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Embrião é uma vida? Evangélicos defendem “adoção” de embriões congelados


Um embrião congelado em nitrogênio líquido é uma vida? Para os cristãos que condenam o aborto, a vida começa ali. Membros da Aliança de Evangélicos Confessionais defendem essa prática. Gabriel Fluhrer, relações públicas e coordenador editorial da Aliança afirma: “Se vamos ficar contra o aborto, não basta simplesmente protestar em frente a uma clínica”.
Gabriel e sua esposa Callie adotaram um desses embriões em 2010. Eles acreditavam que essa pequena coleção de células era um bebê. Se eles não o tirassem do laboratório onde tinha sido armazenados provavelmente morreria, pois seus pais biológicos decidiram que não precisam mais dele. Esse pequeno embrião foi gestado por Callie e, em dezembro daquele ano, nasceu a menina Anna Fluhrer.

Para os pais, o risco valeu a pena. Eles acrescentam que os membros da Aliança “estão se esforçando ao máximo para adotar crianças em todo o mundo, quer sejam embriões ou órfãos que vivem na China”.
Há muito tempo que evangélicos e católicos deram as mãos na luta contra o aborto. Mas esse grupo tem recebido críticas por seu comportamento “radical”. Recentemente, estão em campanha para incentivar as pessoas que têm embriões congelados para deixá-los disponíveis para adoção.
“Essas famílias estão felizes, e tendem a escrever sobre isso em seus blogs e no Facebook”, disse Reg Finger, um médico afiliado com o Centro Nacional de Doação de embriões. 

Autoridades do Vaticano vivem um dilema para incentivar a adoção de embriões, pois isso requer a fertilização in vitro – uma prática proibida pela igreja.
“É preciso reconhecer que os milhares de embriões abandonados representam uma situação de injustiça, que não pode ser resolvida”, escreveu o teólogo do Vaticano em seu tratado sobre bioética em 2008.
As pessoas que escolhem a fertilização in vitro, muitas vezes geram embriões múltiplos, e selecionam o mais saudável para implante. Algumas famílias descartam os que sobram. Aqueles que optam por guardá-los precisam pagar mais de US$ 400 por ano para mantê-los congelados. Estima-se que existam mais de 600 mil embriões congelados em armazenamento somente nos EUA. 

O movimentos de doação de embriões e organizações de adoção, a maioria deles com afiliações religiosas evangélicas, começou na década de 1990. A prática ganhou força em 2006, quando o ex-presidente George W. Bush convidou crianças que foram adotadas quando ainda eram embriões, conhecidos como “flocos de neve”, para se juntar a ele na Casa Branca.
“Esses meninos e meninas não são peças de reposição”, disse Bush durante o evento.

Presente naquele evento estavam Maria Lancaster e sua filha Elisha, que foi adotada ainda como embrião. Elas pertencem à Igreja de Cedar Park, uma congregação evangélica perto de Seattle. “Eu queria fortalecer a idéia de que é uma responsabilidade da igreja se levantar e defender a vida humana, incluindo embriões congelados”, disse ela.

A adoção de embriões não é uma questão principal para muitos cristãos, disse Fluhrer, mas isso pode estar mudando. Ele tem um blog sobre a adoção de embriões no Reformation 21, um site sobre teologia que ele edita. “Os primeiros cristãos ficaram conhecidos por oferecer cuidado àqueles que a sociedade descartava”, escreveu ele em seu blog. “A adoção de embriões parece-me uma forma importante de fazer algo parecido no terceiro milênio”. Em 2010, último ano em que havia dados disponíveis, cerca de 2.250 embriões foram “adotados”, mas não se sabe quantos, de fato, foram gestados.

Traduzido de Huffington Post


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4º Trimestre de 2012: Os Doze Profetas Menores

Advertências e consolações para a santificação da Igreja de Cristo

Lições



Lição 1: A Atualidade dos Profetas Menores
Lição 2: Oséias - A Fidelidade no Relacionamento com Deus
Lição 3: Joel - O Derramamento do Espírito Santo
Lição 4: Amós - A Justiça Social como Parte da Adoração
Lição 5: Obadias - O Princípio da Retribuição
Lição 6: Jonas - A Misericórdia Divina
Lição 7: Miquéias - A Importância da Obediência
Lição 8: Naum - O Limite da Tolerância Divina
Lição 9: Habacuque - A Soberania Divina Sobre as Nações
Lição 10: Sofonias - O Juízo Vindouro
Lição 11: Ageu - O Compromisso do Povo da Aliança
Lição 12: Zacarias - O Reinado Messiânico
Lição 13: Malaquias - A Sacralidade da Família


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Lição 12 - AS DORES DO ABANDONO

 
Texto Áureo: Sl. 68.6 – Leitura Bíblica: II Tm. 4.9-18

Prof. José Roberto A. Barbosa




INTRODUÇÃO
As pessoas estão cada vez mais centradas em si mesmas, ninguém tem mais tempo para o outro. Por esse motivo, não são poucas as pessoas que estão sendo abandonadas, inclusive dentro da igreja. Na lição de hoje trataremos a respeito desse problema, mostraremos, a princípio, que essa é realidade constatada na Bíblia. Em seguida, que o abandono pode resultar em solidão. Ao final, apresentaremos encaminhamentos bíblicos para enfrentar a solidão e o abandono.

1. ABANDONO, UMA REALIDADE BÍBLICA
Em II Tm. 4.9-18, Paulo, o Apóstolo dos Gentios, relata sua situação de abandono, ou conforme uma tradução bíblica, de desamparo. O verbo em grego é egkataleipo que significa “ser deixado para trás” ou “ser desertado”. O Apóstolo estava preso, provavelmente em sua última prisão em Roma, por volta do ano 60 d. C. Essas eram suas palavras finais antes de ser executado por Nero, o sanguinário imperador que mandou incendiar a cidade de Roma. A expressão “ninguém me assistiu”, no versículo 16, é um destaque da condição na qual Paulo se encontrava. Mesmo assim, ele não se desesperou, pois entrou um “mas” na história. Ele diz, no versículo 17: “Mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me, para que, por mim, fosse cumprida a pregação e todos os gentios a ouvissem e fiquei livre da boca do leão”. Uma tradução literal diria “o Senhor ficou do meu lado”. Mas o caso de Paulo não é único de abandono na Bíblia, desde o Antigo Testamento, o povo de Israel passou por essa realidade. O Senhor sempre prometeu permanecer do lado do Seu povo, mesmo quando este fosse desamparado, azab em hebraico (Gn. 28.15; Dt. 31.6,8). O próprio Jesus passou pala situação de abandono, alguns dos seus ouvintes acharam suas palavras demasiadamente duras (Jo. 6.60). Os discípulos, nos momentos angustiantes que antecederam Sua prisão, O deixaram sozinho (Mt. 26.46,47). Posteriormente, depois da Sua prisão, seus discípulos se distanciaram dEle, Pedro negou que O conhecia (Mt 26.31, 70-72). Na cruz Jesus se sentiu abandonado pelo Pai, citando o Sl. 22.1, Ele clamou em oração: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? (Mt. 27.46).

2. O ABANDONO PODE RESULTAR EM SOLIDÃO
Desde o princípio, Deus criou o homem para ter companhia, Ele mesmo atestou que não era bom viver só (Gn. 2.18). Adão estava com Deus, mas precisava de outro ser humano para conviver. Diante dessa necessidade, Deus criou Eva e ordenou que se multiplicassem. Depois da Queda Adão e Eva deixaram de desfrutar da comunhão com o Criador, e entre eles mesmos. O abandono e a solidão têm causas diversas, dentre elas destacamos: 1) sociais – a tecnologia está fazendo com que as pessoas fiquem cada vez mais solitárias e abandonem umas as outras. No trabalho cada um fica no seu espaço reservado, os membros das famílias não têm mais tempo para ficarem juntos; 2) urbanização – na medida em que as pessoas se transferiram para as cidades, foram fechando-se dentro de suas casas, mais recentemente nos apartamentos, vizinhos que mal se conhecem; 3) televisão e internet – está tomando o tempo das pessoas ficarem juntas para conversarem, elas ficam horas à fio diante da tela; 4) baixa autoestima – as pessoas que têm um pensamento negativo a respeito delas mesmas tendem ao isolamento, elas se abandonam antes de serem abandonadas; e 5) medo – por causa das muros, ao invés de pontes, construídas pela sociedade moderna, cultivamos a cultura do medo de nos aproximar do outro. O abandono, juntamente com a solidão, pode causar males às vidas das pessoas. Algumas delas podem desenvolver depressão por causa do isolamento a que são submetidas. O exibicionismo exagerado nas redes sociais – facebook e twitter, por exemplo – pode ser um sinal de solidão. Mas é preciso ter cuidado para não se expor demasiadamente, pois as consequências podem ser desastrosas. Isso porque nem todas as pessoas que estão na rede são compreensivas com aqueles que passam por situações de abandono.

3. COMO ENFRENTAR O ABANDONO
Nem sempre o abandono é uma realidade, na verdade, conforme já destacamos anteriormente, pode ser uma consequência do autoisolamento. Por isso, é recomendável que a pessoa que se sente abandonada, antes de qualquer coisa, não se abandone. O primeiro passo é reconhecer que Deus é Aquele que está sempre pronto a estar ao nosso lado (Is. 42.16). Há casos em que o abandono aconteceu em algum momento da infância e acompanha a pessoa durante a idade adulta. Em tais situações, a saída é orar pedindo a Deus que traga à memória tais aflições (Lm. 3.19), em seguida, entrega-las a Deus em oração. O Salmo 139.1-18 é um modelo de oração que expressa a presença de Deus, mesmo nas situações adversas, quando o sentimento de abandono assola o cristão. Ao invés de se queixar, aprendamos com Paulo a entregar aqueles que nos abandonam a Deus (II Tm. 4.14), e o principal, escolher perdoá-los (Cl. 3.13). A igreja deve ser um ambiente propício à cura do abandono e da solidão, mas infelizmente, como esta também foi contaminada pelo isolacionismo moderno, seus membros não encontram tempo para encorajar uns aos outros (Hb. 3.13). A igreja precisa estar atenta às pessoas doentes, viciadas, solteiras, idosas e desempregadas. Em uma sociedade utilitária, que se preocupa com as pessoas apenas pelo que elas podem fazer, a igreja é tentada a esquecer dessas pessoas. É preciso criar espaços de integração na igreja local, evitar a criação das “panelinhas”. A liderança deve investir em momentos de comunhão, não apenas para o culto, mas para estarem juntas.

CONCLUSÃO
O Deus da Bíblia é de comunhão, por sua própria natureza, é trinitário: Pai, Filho e Espírito Santo. Ele tem interesse que as pessoas vivam umas com as outras, por isso criou a família. A igreja é uma extensão dessa realidade, não por acaso os que se congregam são chamados de irmãos e irmãs. Mas é preciso cultivar relacionamentos na igreja, caso contrário ela perde a razão de ser. Portanto, como diz o autor da Epístola aos Hebreus, no sentido relacional, que deve ser peculiar da ekklesia: “não deixando de congregar como é costume de alguns” (Hb. 10.25).

BIBLIOGRAFIA
LUCADO, M. Você não está sozinho. São Paulo: Thomas Nelson, 2012.
REAL, P. Relacionamentos na igreja. São Paulo: Vida, 2003.
 
 

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Russell Shedd defende melhoria no ensino teológico no Brasil


O PhD em Novo Testamento e presidente emérito da Edições Vida Nova, Russell Philip Shedd, autor da Bíblia de Estudos Shedd, acredita que o ensino da teologia no Brasil passa por problemas típicos do país, com ensino deficitário em algumas escolas e de excelência em outras.
“Temos ótimos professores e seminários, mas também tem muitas escolas que têm pouquíssima profundidade e qualidade de professores”, avalia.
O especialista faz uma analogia com o próprio ensino no Brasil. “É como a própria educação no Brasil, que tem excelentes universidades e professores de nível internacional. Mas também tem pessoas que saem da escola primária e não sabem nem ler. Esse é o problema que estamos enfrentando em todas as áreas, inclusive na teológica”, diz.
Segundo ele, que foi membro da comissão de tradutores para o português brasileiro da Bíblia Nova Versão Internacional (NVI), uma das mais reconhecidas traduções protestantes da Bíblia em português, as novas versões da Bíblia, como a The Voice, que apresentam o texto das escrituras no formato de roteiro, nada mais são do que uma interpretação da Palavra de Deus.
“Essas versões tem uma vantagem e uma desvantagem. Edições como a Bíblia Viva ou na Linguagem de Hoje são traduções dinâmicas e tem a vantagem que interpretam a Bíblia”, diz. Mas ressalta que prefere trabalhar com a língua original e “saber o que realmente o autor escreveu e não o que tal pessoa pensa que ele escreveu”.
Sobre o desenvolvimento do mercado editorial brasileiro, ele se diz surpreso com a explosão desse segmento.
“Nunca imaginei que poderia explodir em números tão enormes”. Shedd conta que quando chegou ao Brasil todos os livros evangélicos cabiam em uma estante.
“A facilidade de edição e publicação mudou radicalmente e a computação ajudou muito nisso”.
Mas e a qualidade, pergunto. “A questão da qualidade sempre entra em discussão. Isso vai de acordo com quem lê! Se o livro é erudito, cheio de boas idéias e grandes ensinamentos teológicos mas ninguém lê, que adianta? Temos que sempre manter todas essas coisas em mente: tem que ser compreensível, atraente e também confiável de acordo com a Palavra”, conclui Shedd, que defende a autoridade e a inerrância das Escrituras como única revelação fidedigna de Deus.

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Ed René Kivitz fala sobre dízimos e ofertas


Através de seu blog o pastor Ed René Kivitz abordou um assunto bastante polêmico nos dias atuais: dízimos e ofertas. Em seu texto, ele que é mestre em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo explica as dúvidas mais comuns enviadas pelos internautas sobre estes temas.
Muitos entram em contato com o pastor da Igreja Batista da Água Branca para saber se na hora de separar o dízimo é preciso tirar os 10% do salário ou do ganho mensal. O questionamento é respondido pelo pastor através de diversos textos que explicam que no Antigo Testamento o dízimo tinha um dia, um local para ser entregue e que a prática era para os sacerdotes.
“O princípio dos dízimos e das ofertas visava a ensinar que tudo pertence a Deus e deve ser administrado na perspectiva de beneficiar sempre o maior número possível de pessoas. A entrega dos dízimos é o caminho do aprendizado da generosidade e da prática da justiça e da solidariedade’, escreve.
Hoje, na visão de Kivitz, a pessoa que quer ofertar ou dizimar por generosidade não faz contas. “Quem é solidário não faz conta: reparte, compartilha, doa generosamente sem se preocupar com percentuais. E justamente porque seu coração é generoso, se alegra em doar sempre e cada vez mais”.
Outras perguntas sobre o tema são enviadas com frequência para o líder religioso, um dos principais do segmento evangélico nos últimos anos, ele também recebe mensagens questionando sobre onde entrega o dízimo e se há a necessidade de quitar os valores atrasados, quando não é possível entregar o dízimo em um mês.
“A Igreja é, sim, em tese, uma instituição através da qual se pode distribuir riquezas e socializar recursos. Mas o importante é que a riqueza esteja circulando para abençoar o maior número possível de pessoas, tanto através da estrutura organizacional da Igreja quanto das redes de relações: comunitária, familiar e fraterna, que existe ao seu redor”, diz o pastor respondendo sobre onde entregar os valores.
Sobre atrasar o pagamento do dízimo, ele explica que não vê a necessidade de entregar o que não foi possível entregar antes ensinando que a contribuição financeira tem que ser um gesto voluntário e espontâneo, ou seja, não pode haver cobranças.

Leia na íntegra:

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Lição 11 - INVEJA, UM GRAVE PECADO

Prof. José Roberto A. Barbosa


INTRODUÇÃO
 
A inveja é um dos principais problemas com o qual as pessoas são obrigadas a conviver nessa sociedade do consumo e da ostentação, que respalda suas posições nos méritos e no esforço-próprio. Nem mesmo o contexto eclesiástico está livro desse sentimento, na verdade, alguns ciclos evangélicos fomentam a inveja. Diante dessa triste realidade, e das muitas aflições resultantes desse grave pecado, estudaremos, na lição de hoje, a respeito da inveja, dando sua definição, apontando casos bíblicos, e ao final, mostrando como lidar com o sentimento invejoso.

1. INVEJA, UM PECADO GRAVE
 
O Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa define inveja como “desgosto ou pesar pelo bem ou felicidade de outrem”; e “desejo violento de possuir o bem alheio”. A palavra inveja no português vem do latim invidere, que significa “em – contra” e “videre – olhar para”, isto é, alguém com maus olhos que, com ressentimento, contempla com desejo o êxito do outro. No hebraico, o termo é qinah, que também significa “zelo e ciúme”, empregado cerca de quarenta e duas vezes. Nos Decálogo há uma instrução expressa para que as pessoas não invejem umas as outras (Ex. 20.17), ainda que o verbo nessa passagem seja chamad, desejar, e não qinah, invejar. Os textos sapienciais bíblicos estão repletos de orientações quanto à inveja: Sl. 37.1; 73.2,3; Pv. 3.31; 23.17; 24.1,19 e Ec. 4.4. No grego, a palavra bíblica para inveja é phthonos, encontrada nove vezes, como uma emoção negativa que motivou os líderes judeus a desejarem que Jesus fosse morto pelas autoridades romanas (Mt. 27.18; Mc. 15.10). Em suas epístolas, Paulo categoriza a inveja entre os pecados mais graves (Rm. 1.29; Gl. 5.21; I Tm. 6.4; Tt. 3.3; I Pe. 2.1; Fp. 1.15).  A inveja é um pecado grave porque demonstra a mesquinharia humana, principalmente porque a pessoa invejosa tende a se aproximar da pessoa invejada a fim destruí-la. Trata-se de grave pecado porque além de almejar o que a outra pessoa tem, a vontade do invejoso é a de passar pela mesma circunstância do outro. A inveja coloca o invejoso em uma situação de queixa e insatisfação constante, principalmente ao constatar que jamais será como o outro. A inveja é resultante da baixa-estima, e geralmente vem junto da crítica, da fofoca, da dependência e do desânimo.

2. CASOS BÍBLICOS DE INVEJA
 
Na Bíblia nos deparamos com vários casos de inveja, o de Caim, por causa do sacrifício aceito de Abel (Gn. 4.4,5) – Deus recebeu o sacrifício de Abel, mas não o de Caim, certamente por causa da disposição espiritual daquele e do descaso deste. A inveja é um sentimento bastante comum entre irmãos, outro exemplo é o dos irmãos de José, os quais, por causa da preferência do seu pai, favorecendo-o em detrimento dos outros, provocou a inveja dos irmãos de José (Gn. 37.11,28). Os pais precisam ter cuidado para não fomentarem a inveja entre os irmãos, mostrando preferência por um filho e desprezando o outro. Coré, Datã e Abirão não quiseram aceitar a liderança espiritual de Moisés, por isso demonstraram inveja dele, isso resultou em juízo da parte de Deus (Nm. 16.3; 31-33). No contexto eclesiástico a inveja existe por causa das posições e do status que geralmente se atribuiu a determinados cargos. Ao invés de perceberem a funcionalidade das atribuições na igreja, com vistas à edificação do Corpo de Cristo (Ef. 4.11,12), muitos líderes ostentam e desprezam os liderados, causando inveja em alguns. A fidelidade também provoca inveja, Hamã não se conformava com a dedicação de Mardoqueu (ET. 5.13,14), fez de tudo para destruir a vida daquele homem e todo o povo judeu.  Daniel também foi vítima desse pecado grave, pois os príncipes persas não gostavam do respeito que ele tinha diante das autoridades, por isso, planejaram sua morte (Dn. 6.4, 19-24). O contexto religioso também é doentio, a neurose religiosa leva as pessoas a terem inveja, Jesus passou por esse tipo de perseguição. Os doutores da lei, escribas e fariseus, principalmente as autoridades religiosas, entregaram o Senhor às autoridades romanas por causa da inveja (Mt. 27.18; Mc. 15.10). Os membros das igrejas evangélicas sofrem com esse tipo de sentimento. Se por um lado, há a gloria dos cargos, principalmente dos ministérios, por outro, dezenas buscam a ascensão ministerial. Mas não há espaço para todos nos altos postos da hierarquia ministerial, gerando, na igreja, o grupo dos invejosos e o dos invejados.

3. COMO LIDAR COM A INVEJA
 
A inveja é perigosa porque leva à queda (Sl. 73.2), tira a paz, corroendo o íntimo do ser (Pv. 14.30), conduz à maldade e à perversidade (Tg. 3.14-16), podendo levar até ao homicídio (Gn. 4.8). Quebrar o ciclo da inveja é necessário, principalmente no contexto da igreja, seguindo o exemplo de Cristo, ao lavar os pés dos seus discípulos (Jo. 13). O Senhor Jesus não tinha a menor pretensão de ser grande, na verdade, Ele veio para servir (Mc. 10.45), não para ser servido, esvaziou-se da Sua glória para cumprir o ministério que lhe fora confiado (Fp. 2.5-8). A inveja é um sentimento mundano, que nada tem de cristão, está respaldado na meritocracia, não na graça maravilhosa de Deus. O invejoso desqualifica o trabalho do outro, o cristão sincero elogia, admira o que os outros fazem. O invejoso é um agressor verbal, ele intimida as pessoas, não perde uma oportunidade para destruir o outro através das palavras, principalmente se puder corroer o circulo de amizades do invejado. Por isso, o invejoso é falso, ele não é digno de confiança, fala mal dos outros para você e fala mal de você diante dos outros. O invejoso é incapaz de reconhecer seus erros, ele não se apercebe da sua condição, faz tudo com naturalidade, como se não estivesse errado. O invejoso é medíocre, ele não faz nada para sair da sua condição, não quer sair da sua “zona de conforto”, por esse motivo, quer destruir os outros. O invejoso é manipulador, ele entra nas relações com sentimentos destrutivos, se não conseguir controlar a vida dos outros, especialmente a de quem inveja, não consegue encontrar satisfação. O invejoso é orgulhoso, o seu “eu” é grande demais para caber dentro dele mesmo. Não faz coisa alguma pensando nos outros, somente consegue visualizar a si mesmo, tem forte sentimento narcisista.

CONCLUSÃO
 
Só há um antídoto contra a inveja, e este é cultivo do fruto do Espírito (Gl. 5.22,23). A relação entre as pessoas em conformidade com o parâmetro bíblico é respaldada no amor (I Co. 13). As relações fundamentadas no agape não favorecem a inveja, antes a destrói, para tanto e preciso viver em constante doação, tendo Deus, em Cristo, como exemplo maior (Jo. 3.16; 10.15). Mas é preciso ter cuidado com a inveja, bem como com o invejoso, em alguns casos, por causa do farisaísmo característico, o melhor mesmo é manter distância.

BIBLIOGRAFIA
SORGE, J. Inveja: o inimigo interior. São Paulo: BV Editora, 2010.
STOMATEAS, B. Gente tóxica. São Paulo: Thomas Nelson, 2012.

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SBB conta a história da Bíblia no Brasil Império


Trazida ao Brasil pela família real portuguesa em 1808 a Bíblia Sagrada passou a ser difundida em um período onde apenas um em cada dez brasileiros sabia ler. Para mostrar como a mensagem era difundida nessa época a Sociedade Bíblica do Brasil está lançando o livro “A Bíblia no Brasil Império”.
O livro de autoria de Luiz Antonia Giraldi, membro da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil, traz em riquezas de detalhes da época quando a distribuição das Sagradas Escrituras tinha poucas possibilidades de acontecer.
Diversos obstáculos precisavam ser atravessados para que a Palavra de Deus fosse difundida no período que durou até 1889, quando aconteceu a proclamação da República, entre eles a falta de estradas e meios de transportes que pudessem ser usados para levar a Bíblia para todo o país.
A edição especial é voltada para estudantes e professores de Teologia e leitores interessados em história do Brasil, com essa obra será possível entender como apesar de todas as circunstâncias como o Livro Sagrado conseguiu ser difundido.
Para tal feito foi de extrema importância o trabalho de duas sociedades bíblicas, a Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira e a Sociedade Bíblica Americana que trabalharam muito, chegando a bater de porta em porta para preparar o caminho para os futuros missionários.


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