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Archive for 2011

Mais da metade das pessoas que fizeram uma decisão por Jesus através da Internet


Mais da metade das pessoas que fizeram uma decisão por Jesus através da Internet posteriormente compartilharam sua fé com outros. Além disso, 34% deles leem a Bíblia diariamente e quase metade ora um mínimo de 10 minutos por dia, revela o estudo da missão Global Media Outreach [Alcance Global pela Mídia].
“Estes resultados são impressionantes, pois revelam que o evangelismo pela internet não é apenas decisão de impulso que depois é esquecida.  As pessoas continuam a crescer na fé depois de fazerem sua decisão”, explica o fundador e presidente da Global Media Outreach,  Walt Wilson.
O estudo, chamado de “Índice de Crescimento Cristão”, entrou em contato com  mais de 100.000 pessoas de todo o mundo. Para Wilson, os resultados indicam que “a evangelização e o discipulado online são verdadeiramente eficazes e mensuráveis ​”.
Entre os entrevistados, 51% disseram que já compartilharam de sua fé três vezes ou mais. Enquanto  37% disseram ter compartilhado, pelo menos uma ou duas vezes.
Global Media Outreach é um ministério que apresenta evangelho on-line,  através de sites  que compartilham o Evangelho através de vídeo, texto, e telefone celular. O GMO utiliza tecnologia de comunicação global para evangelizar e discipular mundialmente em várias línguas.
Sua base fica na Califórnia e ele está ligado ao trabalho da Cruzada Estudantil para Cristo Internacional, que fez história produzindo e distribuindo o Filme Jesus como ferramenta de evangelização.
Hoje, existem mais de 5.500 missionários treinados pela Global Media que ficam online boa parte do tempo, apenas para responder a perguntas feitas por pessoas que enviam e-mails.
Eles não fazem apenas evangelismo, mas enfatizam o discipulado também.  Mais de 15 milhões de pessoas afirmam ter feito uma decisão por Cristo desde sua fundação, em 2004. O ministério quebrou um recorde no ano passado, quando 687.000 pessoas aceitaram a Jesus em apenas um dia.
Na versão brasileira do seu site, o Global Outreach destaca   os três passos do seu ministério:
1) Levá-los ao Salvador – Todos os dias, mais de 2 milhões de pessoas realizam buscas de termos espiritual através da Internet. As nossas páginas na web os ajudam a encontrar Jesus.
2) Alimentá-los na Fé – Ao fornecer websites de discipulado, guias para os novos crentes e conexão cristã, o GMO ajuda os crentes a crescer em sua jornada com Jesus
3) Conectá-los à Igreja – conectando online e fisicamente a uma igreja local. Mais de 4.000 missionários respondem e-mails todos os dias.
Existem muitos outros ministérios ativos na internet, mas nem todos divulgam os resultados de seu trabalho. O GMO mantem em português sites como www.olheparajesus.com.
As igrejas em geral ainda não tem usado essa importante ferramenta de comunicação para alcançar pessoas. Ter uma página, transmitir cultos e ter web rádios não significa que conseguirá atrair os não crentes. Com o grande crescimento da influencia das redes sociais, é possível que em breve o cenário de evangelização mundial seja radicalmente mudado.

Com informações Christian Post

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Pedaço da Arca de Noé é encontrado por grupo de pesquisadores



Um grupo cristão que acredita ter encontrado a Arca de Noé no Monte Ararat pediu que o governo da Turquia os ajude a estabelecer um monumento. Eles acreditam que isso atrairia peregrinos e criaria boas oportunidades de negócios relacionados ao turismo religioso.
“Através de imagens de satélite providas pela Agência de Inteligência Militar e um radar de penetração no solo, localizamos a Arca de Noé a 5.059 metros de altura, nas encostas do Monte Ararat”, explicou  Daniel McGivern , presidente da Shamrock-Trinity Corporation, durante uma coletiva  para a imprensa.
Na verdade, foi detectado um pedaço retangular de madeira, com 7,5 metros de largura, 37,5 metros de comprimento e 7 metros de altura, dentro de uma geleira com mais de 90 metros de espessura. O Massif Ararat, com um diâmetro de cerca de 40 quilômetros na fronteira turco-iraniana, é a montanha mais alta da Turquia. Segundo a Bíblia, a arca parou ali, com Noé, os três filhos e suas esposas e todos os animais que sobreviveram ao dilúvio.
McGivern e o fotógrafo Pedro Venegas descreveram as dificuldades de exploração na região e passaram a maior parte da coletiva falando sobre as teorias que confirmam a inundação catastrófica que cobriu a Terra 5.000 anos atrás. “A história na Arca é mencionada no Alcorão na Bíblia e na Torah”, enfatizou ele, referindo-se aos livros sagrados de muçulmanos, cristãos e judeus. “A análise espectrográfica confirmou que o material é madeira. Está no topo de uma montanha vulcânica totalmente desprovida de vegetação”, lembrou o explorador. “O que mais poderia ser? É uma parte da arca, que a Bíblia disse ter entre 120 e 165 metros, e chegou lá por causa do dilúvio mencionado em diferentes tradições de culturas ao redor do planeta.”
A análise espectrográfica mencionada por ele identifica elementos e simula a estrutura atômica e molecular do objeto pela medição da energia radiante absorvida ou emitida por uma substância segundo os comprimentos de onda do espectro eletromagnético.
Daniel McGivern declarou confiar neste método de pesquisa científica. Porém, acredita que mesmo que pudesse recuperar um pedaço da madeira que está na geleira de Ararat, o método de datação por carbono 14 não poderia indicar sua idade com precisão. Eles ressaltam que não há como descongelar as geleiras por causa das temperaturas sempre negativas no topo do monte. Ainda assim, para ele as evidências são incontestáveis.
Membros do grupo explicaram que todas as informações ( incluindo as conspirações para ocultar a descoberta da Arca) podem ser vistas em seu site www.noahsarkfound.com.  A Corporação Trinity produzirá em breve dois filmes sobre a Arca de Noé, um documentário para o público adulto e uma animação para as crianças.
A equipe de Daniel McGivern vem trabalhando nesse projeto desde 2004 e reconhece que já houve outras pessoas que alegavam ter encontrado a arca, mas nunca puderam provar. O que faz a diferença no caso deles é o uso da tecnologia avançada.

Assista reportagem da CBN:


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Lição 12 - AS CONSEQUÊNCIAS DO JUGO DESIGUAL

 
 
Texto Áureo: II Co. 6.14 – Leitura Bíblica: Ne. 13.23-29

Pb. José Roberto A. Barbosa


Objetivo: Mostrar aos alunos que o casamento não é um mero contrato social, mas uma instituição divina que tem de ser levada a sério e firmada de acordo com a vontade de Deus.

INTRODUÇÃO
O casamento misto trouxe sérias consequências para o povo de Israel. Na lição de hoje, com base me Ne. 13.23-29, discorreremos a respeito dos perigos desse tipo de união. Primeiramente, explicaremos os termos judaicos para o casamento, em seguida, atentaremos para o contexto nos tempos de Neemias, e por fim, aplicaremos a realidade do casamento misto à orientação quanto ao jugo desigual admoestada por Paulo.

1. O CASAMENTO NO CONTEXTO JUDAICO-CRISTÃO
O termo casamento, em hebraico, é laqah, cujo significado primário é “tomar pela mão”, principalmente no Pentateuco tem a ver com o ato de “tomar uma mulher por esposa” (Gn. 19.14; Nm. 12.1; I Cr. 2.21). No Novo Testamento, o substantivo gamos significa “se casar, celebrar um casamento, ter relações sexuais” (Mc. 6.17; Lc. 14.10). A importância do casamento repousa no mandamento de Deus, registrado na história da criação (Gn. 2.24; Mt. 19.4,5; Mc. 10.6-7; I Co. 6.16; Ef. 5.31). Jesus destacou a natureza sagrada do enlace matrimonial no Sermão do Monte, proibindo o adultério (Mt. 5.31,32), e posteriormente, se opondo ao divórcio (Mc. 10.2-12), permitindo-o apenas nos casos de infidelidade conjugal (Mt. 5.32; 19.9). O casamento tem um caráter simbólico, haja vista que esse representa o relacionamento do ser humano com Deus (Mt. 22.1-4). Paulo também destaca a relação espiritual do casamento como figura da relação com Deus (Rm. 9.25) e um mistério no enlace entre Cristo e a Igreja (Ef. 5.32). A fidelidade e amor de Cristo pela Igreja é o fundamento e exemplo para o marido no casamento a esposa, por sua vez, deva ser submissa, em amor, ao seu marido (Ef. 5.21-29). Em linhas gerais, o casamento é uma ordenança divina, desde a criação (Gn. 2.18), considerando a necessidade do homem de ter uma esposa (Gn. 3.16). Deus criou o homem para mulher e a mulher para o homem desde o princípio, estabelecendo, assim, o princípio monogâmico e heterossexual para o casamento (Gn. 1.26,27). Trata-se de um chamado divino para viver em amor, não apenas o eros (sexual), mas o sacrificial (ágape) na saúde ou na doença, na fartura ou na escassez (Gn. 2.23-24; Ef. 5.21). Um dos objetivos do casamento é a reprodução, para a criação de filhos no caminho do Senhor (Gn. 2.23,24; Dt. 28.4; Js. 24.3,4; Sl. 127.3).

2. O CASAMENTO MISTO NOS TEMPOS DE NEEMIAS
O casamento deveria ser realizado em conformidade com as instruções do Senhor (Lv. 21.6-14; Dt. 23.8-11) e não poderia ser misto, isto é, envolver pessoas que não partilhassem os mesmos princípios. Nos tempos de Neemias, o povo desobedeceu a Palavra do Senhor e contraiu núpcias com mulheres asdoditas, amonitas e moabitas, ou seja, mulheres que adoravam deuses estranhos. Neemias destaca que o casamento misto estava em desacordo com o propósito de Deus para o Seu povo (Ne. 13.27). Salomão é um exemplo negativo de casamento misto, pois o patriarca de Israel pagou um alto preço por não observar esse princípio. O problema foi mais grave porque os filos de Joiada, filho do sumo sacerdote Eliasibe, casou-se com uma filha de Sambalá, um dos inimigos da obra de Deus (Ne. 13.28). Casamentos mistos, na Igreja, causam sérios problemas, as pesquisas comprovam que 75% desse tipo de enlace passam por dificuldades e conduzem os jovens à ruína. Os filhos provenientes de casamentos mistos acabam por ser penalizados na educação cristã, isso porque ficam “falando misturado”, se voltam para costumes que não são bíblicos (Ne. 13.24). Diante daquela situação, Neemias resolve tomar uma decisão drástica, para não causar maiores prejuízos à nação, ele se posicionou fortemente contra tais práticas. A atitude de Neemias não era racial, mas espiritual, não podemos esquecer que Rute, uma moabita, se converteu à fé judaica, e se tornou parte da genealogia do Messias (Mt. 1.5). Os jovens da Igreja devam ser orientados a não investirem em casamentos mistos, o jugo desigual pode acarretar sérias consequências.

3. O PERIGO DO JUGO DESIGUAL NA IGREJA
Em II Co. 6.14, Paulo admoesta os crentes de Corinto em relação ao perigo do jugo desigual na igreja. Esse texto se aplica muito bem ao relacionamento conjugal, e tem sido amplamente citado pela liderança nesse sentido. No contexto da passagem, seu significado é mais abrangente, e diz respeito ao perigo da associação dos crentes às práticas pagãs dos incrédulos. Não podemos esquecer que Corinto era uma cidade que promovia a devassidão, principalmente no que tange à sexualidade. Os cristãos não podem viver como vivem aqueles que nada tem com Deus. Aqueles que estão em Cristo são novas criaturas, as coisas velhas já passaram tudo se fez novo (II Co. 5.17). Aplicando ao casamento misto, esse versículo pode ter outras possibilidades de interpretação. Uma delas está na dificuldade que jovens, mesmo sendo evangélicos, podem ter para levar o casamento adiante, caso tenham diferenças muito significativas. Não pretendemos dogmatizar, mas as experiências comprovam que casamentos entre pessoas de formação socioeconômica muito diferenciada pode também ser um jugo desigual. A diferença significativa de idade pode também se tornar um empecilho, por razões diversas, incompatibilizando o relacionamento. O casamento é uma decisão séria, e, no contexto cristão, não pode, ou pelo menos não deveria, ser desfeito com facilidade. Por essa razão, os jovens, antes do casamento, devam avaliar suas reais condições. Como fez o damasceno Eliezer, escolhido por Abrão para encontrar uma esposa para Isaque, é preciso usar o bom senso, a sabedoria dada por Deus, não apenas se pautar em revelações, algumas delas sem fundamento (Gn. 24.1-4). Eliezer orou ao Senhor, pedindo a Sua direção, mas também ficou atento as atitudes da moça, a fim de identificar suas habilidades pessoais (Gn. 24.14).

CONCLUSÃO
Como nos tempos de Neemias, o casamento misto, também denominado de jugo desigual, pode resultar em problemas para o relacionamento conjugal. Por isso, esse não deva ser estimulado entre os jovens cristãos, a fim de os cônjuges possam desfrutar, juntos, da benção do Senhor. O casamento misto somente deva ser apoiado somente nos casos em que este tenha acontecido antes de um dos cônjuges ter se convertido, ou quando um deles se afastou dos caminhos do Senhor. Como regra geral, o casamento deva ocorrer no Senhor, entre pessoas que partilham da fé em Jesus Cristo, Senhor e Salvador do casal (I Co. 7.39).

BIBLIOGRAFIA
KIDNER, D. Esdras e Neemias: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1985.
LOPES, H. D. Neemias. São Paulo: Hagnos, 2006.
 
 
 

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1° Pedalando por Bíblias em Parnamirim/RN

Seram entregues mais de 1200 literaturas entre Bíblias Revistas ifantis e Bíblia em áudio seram entregues até este Domingo com o apoio da SBB Em Parnamirim/RN, no 1° Pedalando por Bíblias em Parnamirim/RN

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Vinheta do 1° Pedalando por Bíblias em Parnamirim!!!




Vinheta do 1° Pedalando por Bíblias em Parnamirim!!!



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Lição 11 - O DIA DE ADORAÇÃO E SERVIÇO A DEUS

 
 
Texto Áureo: At. 20.7 – Leitura Bíblica: Ne. 13.7-12; At. 20.7-12

Pb. José Roberto A. Barbosa


Objetivo: Mostrar aos alunos que o domingo, como dia de adoração e serviço, é o referencial mínimo que o crente deve consagrar ao Senhor.

INTRODUÇÃO
A restauração da obra de Deus, nos tempos de Neemias, envolveu o retorno ao uso apropriado do Dia do Senhor. Isso porque muitos judeus, conforme estudaremos na lição de hoje, utilizaram indevidamente o Sabat. Para iniciar o estudo, explicaremos o que é bíblico-teologicamente, o dia do Senhor, em seguida, mostraremos o que acontece quando o dia do Senhor é profanado, e por fim, destacaremos a relevância da adoração e serviço no dia do Senhor.

1. SÁBADO/DOMINGO, O DIA DO SENHOR
O Dia do Senhor, sabat, em hebraico, que significa “dia de descanso do trabalho” é um marco desde o Paraíso, quando o homem se encontrava ainda na inocência (Gn. 2.2). Esse dia foi separado para que o homem descansasse do seu labor, e pudesse refazer as suas forças. Em Ex. 20.11, o povo israelita recebeu a incumbência de lembrar do sabat do Senhor para o santificar. A Lei de Moisés apresenta regulamentos específicos para a observância do Sabat (Ex. 35.2,3; Lv. 23.3; 26.34). Ao longo do tempo os israelitas foram instruídos a considerarem o Dia do Senhor (Is. 56.2-7; 58.13,14; Jr. 17.20-22; Ne. 13.19). Mas os próprios israelitas perverteram religiosamente o Sabat, impondo tradições humanas. O Senhor Jesus orientou quanto ao uso correto do Sabat, destacando sua natureza e propósito (Mt. 12.10-13; Mc. 2.27; Lc. 13.10-17). O princípio da observância do Dia do Senhor permanece e é universal, tendo em vista as necessidades do ser humano que exigem o descanso. O homem precisa do Sabat, ainda que esse tenha sido cada vez mais negado, em virtude da ganância desenfreada da era industrial. O Domingo, primeiro dia da semana, passou a ser observado como o Dia do Senhor. Isso porque o próprio Jesus assim o direcionou, tendo em vista que Ele tem autoridade (Mc. 2.23-28) e é o Senhor do Sabat (Jo. 1.3; Hb. 1.10). O antigo sabat era um pacto específico para Israel, e apontava para o ato da criação, agora, em Cristo, o novo sabat está relacionado à redenção. Os primeiros cristãos, conforme nos relata os escritores bíblicos e os pais da igreja, foram direcionados pelo Senhor para o serviço no Domingo, por causa da ressurreição do Senhor, que aconteceu nesse dia (Mt. 28.1; Mc. 16.2; Lc. 24.1; Jo. 20.1). Após a ressurreição, Jesus apareceu aos seus discípulos sempre no Domingo (Mt. 28.9; Lc. 24.34; Jo. 20.19-23, 26). A descida do Espírito Santo, no dia de Pentecoste, também ocorreu no Domingo, o Dia do Senhor (At. 2.1), conduzindo os discípulos do Senhor a seguir o exemplo ao longo da história (At. 20.3-7; I Co. 16.1,2).

2. QUANDO O DIA DO SENHOR É PROFANADO 
Tenhamos cuidado com a tradição dos tírios que mercadejam no Dia do Senhor, como aconteceu em Ne. 13.16, justamente em Jerusalém. O povo, que anteriormente se dirigiam ao Templo, para adorar ao Senhor, agora iam somente para comercializar. Nos nossos dias, marcados pelo consumismo, os shoppings estão cheios aos domingos, enquanto que os templos estão ficando cada vez mais vazios. Há crentes que preferem ir à praia, aos domingos, do que ir para o templo, freqüentar a Escola Dominical. Não que isso deva ser tomado dogmaticamente, é possível que, uma vez ou outra, o cristão se ausente da igreja, para ter um momento de lazer com a família. Mas deixar de freqüentar o templo, e de se congregar com os irmãos, é falta de espiritualidade. Não pensemos que isso é uma mera obrigatoriedade, uma exigência legalista da igreja institucionalizada. Quanto mais insensíveis nos tornamos às coisas espirituais, mais nos devotamos ao secularismo. A desconsideração do Dia do Senhor é apenas um indício do distanciamento espiritual que acontece no íntimo do ser humano. Nos tempos de Jeremias, a descaso em relação ao Sabat tinha a ver com a idolatria, a profanação não apenas no Dia, mas do próprio Senhor (Jr. 17.19-27). Justamente por esse motivo o povo judeu foi conduzido ao cativeiro babilônico. Neemias, ciente do perigo espiritual que o povo corria, repreendeu os mercadores, para que esses não profanassem o Dia do Senhor (Ne. 13.21). O materialismo não poderia ser o fundamento das relações humanas, como também não pode acontecer atualmente. A busca desenfreada pelo dinheiro não pode ser a razão da existência humana. O deus mercado, chamado de Mamom por Jesus, não pode tomar o lugar de Deus (Mt. 6.24).

3. ADORAÇÃO E SERVIÇO NO DIA DO SENHOR
Nos dias de Neemias, como aconteceu em outros momentos da história de Israel, o povo de Judá profanou o Dia do Senhor. O comércio e o trabalho foram vistos, nesse dia, como algo normal (Ne. 13.15-17). Eles deixaram de atentar para o pacto do Senhor com Israel, a fim de que separassem o Dia Santo do Senhor (Ex. 16.23-29), no qual era terminantemente proibido trabalhar (Ex. 35.3; Nm. 15.32). A guarda do Sabat era um marco, tratava-se de um sinal, uma aliança entre Deus e o Seu povo (Ez. 20.12,20). O secularismo fez com que os judeus não se apercebessem da importância de observar o Sabat. O lucro tornou-se o fundamento daquelas pessoas, o que acontece também nos dias de hoje. As pessoas não respeitam mais os limites do corpo, trabalham exaustivamente, sem parar para o descanso. Os empresários, cada vez mais gananciosos, usurpam os direitos dos trabalhadores, fazendo com que esses cumpram jornadas acima das suas possibilidades. A ausência do culto ao Senhor, no Domingo, é um forte indício de fraqueza espiritual. Espera-se que os crentes, pelo menos nesse dia, estejam no culto, para a adoração e serviço ao Senhor. Os desigrejados estão apregoando cultuar a Deus em casa, ou via internet, mas isso não substitui o contato presencial, na congregação, na comunhão do Corpo de Cristo (Hb. 10.25). Jamais encontraremos igrejas perfeitas aqui na terra, muito menos líderes que não sejam atraídos por algum tipo de pecado, mas isso não deva justificar a ausência no culto ao Senhor. A igreja está repleta de pessoas imperfeitas, a normalidade é justamente a anormalidade, por isso, estar no templo, com os irmãos e irmãs, no Dia do Senhor, é uma possibilidade exercitar a graça e de edificação mútua.

CONCLUSÃO
Em tempos de crise espiritual o povo se distancia do templo e deixa de se congregar. Os interesses econômicos se sobrepõem aos espirituais, contribuindo para uma cultura do consumo e do entretenimento. Precisamos resgatar o interesse pelos valores espirituais, para tanto, a comunhão é fundamental, estar com o Senhor, no Dia do Senhor, com os servos do Senhor é o caminho para a edificação. Não adotamos uma postura legalista em relação ao Domingo, como faziam os fariseus, por outro lado, não podemos desconsiderar esse dia como uma oportunidade para nos congregar e crescermos espiritualmente.  

BIBLIOGRAFIA
BROWN, R. The message of Nehemiah. Downer Grove: IVP, 1998.
KIDNER, D. Esdras e Neemias: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1985

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Sociedade Bíblica do Brasil lança Bíblia Sagrada para caminhoneiros



O Ministério Nossa Missão, em parceria com a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) está lançado uma edição especial da Bíblia Sagrada para ser entregue para caminhoneiro, policiais rodoviários e usuários das principais rodovias do País.
O projeto é fazer com que esse público receba a palavra de Deus de uma forma diferente, por isso foi criado a Bíblia Sagrada Nossa Missão, customizada com a logomarca do ministério. Além de entregar o Livro Sagrado os voluntários da Nossa Missão também prestarão atendimento social.
Essa iniciativa faz parte do Bíblia de Afinidade, um serviço prestado pela SBB, que possibilita que igrejas, ministérios e organizações em geral se dirijam de forma especial a seus públicos, oferecendo Bíblias personalizadas.

Com informações SBB

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Estudantes muçulmanos se unem a cristãos para boicotar palestras sobre evolução na Inglaterra



Um número crescente de estudantes muçulmanos está boicotando palestras sobre as teorias de Charles Darwin. A justificativa é que o conteúdo apresentado pelos professores “se choca com o Alcorão”.
Professores da Universidade London College expressaram sua preocupação com o grande número de alunos dos cursos de biologia e medicina que não foram assistir às aulas sobre a teoria da evolução, alegando motivos religiosos. Para os professores, eles estão perdendo uma parte importante do currículo.
Steve Jones, professor emérito de genética humana da Universidade, tem questionado por que esses alunos continuam querendo estudar biologia se é óbvio que mais cedo ou mais tarde entrarão em conflito com suas crenças.
Em uma entrevista recente, ele explicou: “Até uns dois anos atrás, tínhamos discussões na sala de aula com alunos que pertenciam a igrejas cristãs fundamentalistas. Mas agora a grande maioria parece ser seguidor da fé islâmica. Com eles não há chances de discutir”.
Os opositores ao darwinismo afirmam que foi Deus quem criou o mundo, a humanidade e tudo o que existe. A universidade diz que os alunos insatisfeitos não assistem às palestras ou eles reclamam disso. Muitos escreveram e-mails para o diretor acadêmico dizendo que não deveriam ser obrigados a aprender essas coisas.
O biólogo evolucionista Richard Dawkins, que foi durante muitos anos professor universitário, manifestou a sua preocupação com o boicote. Em algumas de suas palestras esse ano, um grande número de alunos, cristãos fundamentalistas e muçulmanos, simplesmente não compareceram ou saíram no início das palestras.
Mesmo parecendo improvável, parece haver um consenso entre cristãos e muçulmanos no tocante a essa teoria que conflita com os ensinamentos dos seus livros sagrados. Depois da posição clara dos islâmicos, muitos cristãos se uniram ao boicote.
A questão do conflito entre criacionismo X evolucionismo é tão “espinhosa” no Islã quanto em alguns círculos cristãos. No início deste ano, Usama Hasan, imã de uma mesquita na cidade de Leyton, recebeu ameaças de morte por sugerir que o darwinismo e o Islã podem ser compatíveis.
O grupo Muslims4UK atribui, em parte, a crescente popularidade da luta contra o ensino de crenças criacionistas dentro do Islã ao autor turco Harun Yahya. Influenciado pelo sucesso de criacionistas cristãos, ele já escreveu vários livros denunciando a teoria darwinista como demoníaca e que é associada ao nazismo.

Traduzido e adaptado por Gospel Prime de Daily Mail


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Lição 10 - O EXERCÍCIO MINISTERIAL NA CASA DO SENHOR

Texto Áureo: I. Co. 4.2 – Leitura Bíblica: Ne. 13.1-8

Pb. José Roberto A. Barbosa

Objetivo: Mostrar aos alunos que o verdadeiro líder age com sabedoria e prudência, porque sabe que a sua autoridade procede do soberano e único Deus.

INTRODUÇÃO
Em dias difíceis, e de crise, o exercício ministerial exerce papel fundamental. Sem um ministério firme e comprometido com a Palavra, o povo é conduzido à ruína. Na aula de hoje atentaremos para esse importante tema. Definiremos bíblico-teologicamente o significado de ministério, destacaremos a relevância de um ministério em conformidade com os padrões bíblicos, e ao final, o papel que o ministério exerce na condução da obra de Deus.

1. MINISTÉRIO, DEFINIÇÃO BÍBLICO-TEOLÓGICA
Ministério, em hebraico, vem do verbo sarat, que denota “ministro, servo, oficial” e se refere à pessoa que exerce trabalho na casa real (II Sm. 13.17) ou em uma corte de oficiais e servos públicos (II Cr. 27.1; 28.1; Et. 1.10). Este verbo deva ser distinguido de abad, que diz respeito ao serviço em geral. Essa palavra está associada ao serviço dado a um indivíduo de status, como no caso de José que serviu a Potifar (Gn. 39.4). O uso mais importante de sarat é no contexto da adoração ao Deus de Israel (Nm. 16.9; Dt. 10.8; Ez. 44.15,16). As referências apontam o papel especial de ministração diante de Deus ou do Seu povo. Os indivíduos que exerciam o ministério geralmente eram os sacerdotes levitas, tal como Arão (Ex. 28.35). Sarat também diz respeito à pessoa envolvida no serviço, comumente o termo é traduzido por “ministro” ou “servo”, o caso de Josué que servia a Moisés (Ex. 24.13; 33.11; Nm. 11.28; Js. 1.1) e dos anjos que servem a Deus (Sl. 103.21; 104;4). No Novo Testamento, destacamos duas palavras gregas para ministro: diakonos, frequentemente traduzida por servo, e o substantivo hyperetes que designa alguém em subordinação, desempenhando um papel, como um guardião (Mt. 5.25; 25.58; Mc. 14.54,46). O ministro, consoante ao exposto, é alguém que tem a responsabilidade de servir ao Senhor, como um guardião da doutrina, compromissado com a Palavra de Deus, para o bem do povo.

2. A IMPORTÂNCIA DO MINISTÉRIO SEGUNDO A VONTADE DE DEUS 
Muitos querem ser ministros, mas poucos, de fato, estão dispostos servirem à Palavra de Deus. Nas horas de crise, o ministro que serve ao Senhor faz a diferença, basta atentarmos para o exemplo de Neemias que durante doze anos esteve firme, enfrentando oposição de dentro e de fora, mas sem fazer concessões em relação à vontade de Deus. Não há outro modo de conhecermos a Palavra de Deus, senão através da Palavra de Deus. A maior necessidade da igreja evangélica brasileira é o retorno à Bíblia, não apenas lê-la, mas, sobretudo, colocá-la em prática. Os ministros precisam dar o exemplo, devam ser leitores inveterados da Palavra, não podem trocar a Manual de Deus, pelos livros de autoajuda, os compêndios de psicologia moderna, ou mesmo pelas instruções dos gurus da administração eclesiástica. Conforme está escrito no capítulo 13 de Neemias, o povo começou a querer entrar pelo caminho do sincretismo religioso. O Senhor proibiu terminantemente que esse ecumenismo se realizasse (Ne. 13.1,2). A tolerância é necessária a todo cristão, mas não podemos fazer concessões em relação à Palavra. Os sacerdotes, para tirarem alguma vantagem, certamente econômica, abriram às portas a interesses contrários à vontade de Deus. Por esse motivo, Malaquias, como profeta do Senhor, denunciou a corrupção (Ml. 2.1-9). Há líderes eclesiásticos que vendem o povo com facilidade, principalmente aos interesses políticos, se obtiverem algum benefício próprio. A ordem do Senhor é contundente: “retirai-vos do meio deles” (II co. 6.17). A igreja do Senhor não precisa fazer conchavos com o mundo para adquirir visibilidade. Na maioria das vezes é sofrendo perseguição que a igreja mostra que é igreja.

3. O MINISTÉRIO E A RESTAURAÇÃO DA OBRA DE DEUS
Neemias conduziu o povo à restauração, não apenas dos muros, mas, principalmente, da espiritualidade. Mas esse mesmo povo se distanciou de Deus depois que Neemias retornou a Susã. A casa do Senhor passou a ter necessidades, isso porque os judeus se voltaram aos seus negócios. A prosperidade financeira não é garantia de verdadeira espiritualidade. Na verdade, há cristãos que justamente quando começam adquirir bens, mais se afastam de Deus. Se por um lado o povo fechava a mão, sendo inclusive denunciado pelo profeta Malaquias (Ml. 3.10), os sacerdotes, por outro, metiam a mão no que não lhes pertenciam, como fazia Eliasibe, ao beneficiar Tobias, o inimigo da obra do Senhor, alongando nas dependências do Templo (Ne. 13.4,5). Em virtude dos seus pecados sacerdotais, este também passou a ser conivente com o pecado (Ne. 13.2). Neemias, ao constatar aquela situação, a reconheceu como uma “mal” (Ne. 13.7). Observamos a falta de transparência e zelo na condução dos serviços do Senhor, especialmente no que tange aos recursos. Nos dias atuais, muitos pseudo-pastores utilizam os púlpitos, e também os meios de comunicação, para extorquir os irmãos mais fracos. Eles se vestem regaladamente, abusam dos bens da igreja, enquanto muitos, na própria igreja, padecem necessidade. Neemias percebeu a necessidade de agir imediatamente diante daqueles desmandos. Ele lançou todos os móveis da casa de Tobias fora da câmara do Senhor (Ne. 13.8-9). Jesus também agiu com firmeza diante daqueles que queriam transformar a Casa do Senhor em comércio (Mt. 21.13). O ministro do Senhor, ciente da sua responsabilidade perante Deus, não pode tolerar práticas indevidas que comprometam a seriedade da obra.

CONCLUSÃO
Em alguns contextos evangélicos, os inimigos da obra de Deus estão sendo levados para cima do altar. Tais práticas acontecem porque alguns supostos ministros estão querendo tirar proveito próprio das influências. A corrupção se instalou em determinados arraiais evangélicos e já se naturalizou, as pessoas admitem como se tudo fosse normal. Os líderes, com a consciência cauterizada, não sentem mais o pecado, justificam seus atos profanos até citando versículos descontextualizados. A indignação santa, pautada na Palavra, é indispensável para que tenhamos mudanças reais na obra de Deus. Como fez Neemias, e o Senhor Jesus, precisamos lançar fora todas as práticas abomináveis, que não condizem com o Reino de Deus.

BIBLIOGRAFIA
BROWN, R. The message of Nehemiah. Downer Grove: IVP, 1998.
PACKER, J. I. Neemias: paixão pela fidelidade. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.

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Fim do mundo em 2012: Cientistas descobrem nova referência para a profecia maia



O Instituto Nacional de Arqueologia do México anunciou por meio de um comunicado que existe uma segunda referência sobre o fim do mundo no calendário maia. A descoberta de um tijolo no templo Comalcalco reforça as profecias de que mundo pode acabar em 2012.
A peça foi encontrada há alguns anos e passou por um estudo completo para que os estudiosos tentassem encontrar um sentido para o texto. O que está escrito no tijolo pode bater com o fim do 13º Baktun – ciclo maia que encerraria em 21 de dezembro de 2012.
David Stuart, especialista em epigrafia maia da Universidade do Texas diz que o texto também pode sugerir outras coisas. “Não há razão para não achar que possa também ser uma data antiga, descrevendo algum evento histórico importante no período Clássico. Na verdade, o terceiro glifo no tijolo aparentemente deve ser lido como o verbo ‘huli’, ‘ele/ela chega’”.
Mais há cientistas que não conseguem aproximar os escritos de uma peça com a outra. “Não há verbo no futuro (ao contrário da inscrição de Tortuguero – a primeira descoberta), o que, do meu ponto de vista, coloca a data de Comalcalco mais como uma referência histórica do que profética”, diz Stuart que é dos que não acredita que se trata da data do “fim do mundo”.
Ambas as inscrições teriam sido criadas aproximadamente há 1,3 mil anos atrás. Tortuguero, a primeira peça maia encontrada, descreve algo relacionado ao deus Bolon Yokte (associado à guerra e à criação) em 2012, mas erosão e um rachado na pedra impedem a leitura do final da passagem, mas alguns cientistas acreditam que diga “ele irá descer dos céus”.
Já o tijolo de Camalcalco tem em seu texto símbolos que estariam invertidos ou cobertos com estuque, o que indicaria – por quem o escreveu – que eles não devem ser vistos. Essa peça não será exibida ao público.
Profecia desmentida
Meses atrás o instituto mexicano chegou a se pronunciar a respeito da peça de Tortuguero dizendo que a profecia de que o mundo vai acabar em 21 de dezembro de 2012 foi uma interpretação mal feita da peça. Os arqueólogos acreditam que a data se refere ao término de um ciclo, pois os povos antigos dividiam o tempo em longos ciclos, sem ter qualquer previsão a respeito do “fim do mundo”.

Com informações Terra


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Campanha Natal dos Ribeirinhos completa 10 anos



Pelo décimo ano consecutivo, a SBB promove a campanha Natal dos Ribeirinhos. A iniciativa tem o objetivo de mobilizar empresas, organizações e sociedade civil em torno de uma causa: possibilitar que cerca de mil ribeirinhos da região amazônica celebrem o Natal com esperança de uma vida melhor, por meio da educação e da espiritualidade. “O foco de nossa ação são as comunidades do estado do Pará atendidas pelo programa Luz na Amazônia, para que recebam um pouco de conforto material e espiritual, mas agora, de forma efetiva e continuada. Estamos empenhados para que esta ação tenha efeito impactante e duradouro para a vida dos beneficiados”, destaca Erní Seibert, secretário de Comunicação e Ação Social da SBB, antecipando a novidade deste ano.

Realizada em âmbito nacional, a campanha Natal dos Ribeirinhos 2011 tem um novo foco: a educação. Esta mudança deve-se ao número expressivo de crianças e jovens, além de adultos, sem nenhuma escolaridade e fora da escola, por motivos econômicos e/ou sociais. Baixos níveis de escolaridade levam a uma renda baixa o que, por sua vez, contribui para que as crianças frequentem pouco a escola, perpetuando o ciclo da pobreza. O objetivo da campanha é mobilizar recursos, especialmente material escolar, roupas, sapatos, lápis de cor e brinquedos, em prol de um Natal feliz e disseminador de valores cristãos aos alunos e famílias de comunidades ribeirinhas.

Este ano, a meta é beneficiar 14 comunidades carentes localizadas nos municípios de Belém, Acará, Barcarena e Bujaru, onde serão alcançadas 600 famílias. As ofertas de material poderão ser realizadas no posto de arrecadação da Secretaria Regional da SBB de Belém (Av. Assis de Vasconcelos, 356 - Campina). As comunidades atendidas pela campanha deste ano serão: Espírito Santo, Santa Maria, Guajará-Miri, São Pedro e Genipauba (Acará); Ilha Grande- Escola São José, Ilha Grande-Escola Nazaré, Aurá e Cacau (Belém); Madre Deus, Olaria, Cristo Redentor e São Raimundo (Barcarena); Mocajuba (Bujaru).

Para mais informações, clique aqui ou ligue 0800-727-8888 


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Campanha do Dia da Bíblia é lançada em SP



No último dia 13 de outubro, a SBB lançou oficialmente a campanha do Dia da Bíblia 2011, durante encontro com lideranças cristãs no Museu da Bíblia, em Barueri (SP). Cerca de 430 pessoas participaram do evento.

Celebrado no segundo domingo de dezembro, o Dia da Bíblia terá como tema, este ano, “A Bíblia para o Jovem” e está baseado em Provérbios 3.6: Lembre de Deus em tudo o que fizer, e ele lhe mostrará o caminho certo.

A maioria dos pastores e líderes religiosos presentes ao lançamento abraçou a campanha, adquirindo os materiais alusivos ao Dia da Bíblia. “Desenvolvemos uma série de ferramentas para ajudar igrejas, congregações e ministérios a colocar a Bíblia no dia a dia dos jovens brasileiros”, comentou o secretário de Comunicação e Ação Social da SBB, Erní Seibert.

Entre os itens disponibilizados pela SBB estão: cartazes, material para evangelização de jovens, cofrinho para crianças, envelopes para arrecadação de ofertas pela distribuição da Bíblia, modelo para confecção de camisetas do Dia da Bíblia e Planos de Leitura da Bíblia segmentados: para crianças e jovens, além de um para a leitura da Bíblia completa em um ano.

Todo o material pode ser solicitado através do hotsite: www.diadabiblia.org.br
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Dia da Bíblia




Campanha do Dia da Bíblia é lançada pelo Brasil

Entre os meses de setembro e outubro, houve uma série de lançamentos, em cada região do país, da campanha pelo Dia da Bíblia 2011. Cerca de mil pessoas, entre pastores e líderes religiosos, compareceram aos eventos promovidos pela SBB em oito estados brasileiros.

Celebrada tradicionalmente no segundo domingo de dezembro, a data especial tem como tema, este ano, “A Bíblia para o Jovem” e está baseado em Provérbios 3.6: “Lembre de Deus em tudo o que fizer, e ele lhe mostrará o caminho certo”.

No Pará, o encontro ocorreu em 27 de setembro, na Secretaria Regional da SBB em Belém, onde estiveram presentes cerca de 140 lideranças. Um dia depois, o lançamento da campanha aconteceu simultaneamente em quatro locais: no Centro Cultural da Bíblia no Rio de Janeiro (RJ), na Igreja Batista Filadélfia de Porto Alegre (RS), no Seminário de Educação Cristã em Recife (PE) e na Secretaria Regional da SBB em Belo Horizonte (MG). Cada lugar teve, respectivamente, 50, 80, 85 e 80 participantes.

Em 8 de outubro, o auditório da Faculdade Evangélica de Brasília (DF) recebeu 50 lideranças para se engajar nas celebrações dedicadas ao Livro Sagrado. Já no dia 13 de outubro, 430 pastores e líderes cristãos lotaram o Museu da Bíblia, em Barueri (SP), durante a apresentação nacional da campanha. Por fim, em 14 de outubro, a Secretaria Regional da SBB em Curitiba (PR) reuniu cerca de 80 pessoas no encontro realizado na Igreja Metodista Central.

Ainda dá tempo! Os interessados em participar da campanha do Dia da Bíblia 2011 podem buscar todas as informações no hotsite Dia da Bíblia. Participe!

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Lição 09 - A ORGANIZAÇÃO DO SERVIÇO RELIGIOSO

 
 
Texto Áureo: Ne. 12.43 – Leitura Bíblica: Ne. 12.27-43

Pb. José Roberto A. Barbosa

Objetivo: Mostrar aos alunos que o serviço em prol do Reino de Deus somente terá validade se o dedicarmos ao Senhor em adoração e louvor.

INTRODUÇÃO
O compromisso com a Palavra de Deus envolve uma disposição espiritual para a adoração ao Senhor. Na aula de hoje, estudaremos a respeito da organização do culto religioso nos tempos de Neemias. A princípio, destacaremos o significado bíblico-teológico da adoração, em seguida, ressaltaremos a importância da adoração, e ao final, atentaremos para o tipo de adoração aceita pelo Senhor.

1. ADORAÇÃO, DEFINIÇÃO BÍBLICO-TEOLÓGICA
A palavra hebraica para adoração é hawa e significa, basicamente, se prostrar. O povo de Deus é convocado a adorar ao Senhor, no esplendor da Sua santidade (Sl. 29.2; 96.9). O salmista nos exorta a dobrarmo-nos em adoração perante o Senhor nosso Deus (Sl. 95.6) e a exaltá-LO (Sl. 95.6). A adoração, no Antigo Testamento, envolvia o louvor, isto é, cânticos de adoração (II Cr. 29.20; II Cr. 29.28-30). Profeticamente Isaias declarou que viria o tempo em que povos de outras nações viriam adorar ao Senhor em Jerusalém (Is. 27.13). O termo hebraico hawa, em todas as suas passagens, refere-se à adoração ao Senhor, jamais a qualquer pessoa, somente o Senhor é digno de toda honra e glória. Outra palavra hebraica para adoração, que está associada à idéia de serviço, é abad e diz respeito à adoração sacrificial a Deus (Is. 19.21). A adoração, para o povo judeu, é parte constitutiva do concerto, nenhum outro deus pode ser adorado (Dt. 4.19; 5.9), somente o Senhor (Ex. 4.23; Dt. 6.13; I Sm. 7.3; Sl. 100.2; Jr. 2.20). No Novo Testamento, os principais verbos gregos para adoração são latreuõ, que se refere ao serviço ou adoração religiosa (Rm. 1.25; 12.1,2; At. 7.7, 42) e prokyneõ que diz respeito à adoração a Deus ou a Cristo. Jesus declara a Satanás que somente o Senhor Deus é digno de adoração e serviço (Mt. 4.10). Na conversa com a mulher samaritana, o Mestre orienta a respeito da verdadeira adoração (Jo. 4.20-24). Em Jo. 9.38, fica evidente que a adoração é resultado de um coração que se dispôs a crer na Palavra do Senhor.

2. A IMPORTÂNCIA DA ADORAÇÃO AO SENHOR 
Conforme destacamos na definição bíblico-teológica anterior, o termo adoração é mais amplo que o de louvor, este último está diretamente relacionado aos cânticos, e mais propriamente à música. Todo louvor, necessariamente, depende da disposição para a adoração. Um cântico sem adoração não passa de música, e esta, somente chega ao trono de Deus, se for conduzida em genuína adoração. A partir do texto de Ne. 12 aprendemos que a adoração a Deus demonstra gratidão pelas vitórias alcançadas (Ne. 12.27). A esse respeito, lembremos do que ensina Tiago em sua Epístola: “Está alguém alegre? Cante louvores” (Tg. 5.13). Os louvores a Deus precisam levar em conta a coletividade, para tanto, a união é condicional (Ne. 12.27-29,43). Não existe adoração e louvor sincero onde há intriga, disputa e contenda. Até porque a adoração a Deus gera alegria, e não há gozo genuíno onde há inimizade (Ne. 8.10; 12. 27, 43). Isso porque adoração tem a ver com a própria vida do adorador, não é algo que sai da boca para fora muito menos uma atividade de final de semana. A purificação deve ter lugar de destaque na vida daqueles que se devotam ao ministério do louvor (Ne. 12.30). Mas é necessário salientar que a adoração e o louvor não é uma especificidade daqueles que gravam CDs ou se apresentam nas igrejas, todos os crentes são chamados à adoração (I Pe. 2.9). É bem verdade que alguns têm um ministério específico do louvor, mas é valido apontar que tais devam trabalhar suas composições em conformidade com a Palavra de Deus, e produzirem hinos que não sejam apenas meras repetições, sem qualquer criatividade (Ne. 12.8,9,24,27,36,42). Muitos hinos cantados nas igrejas evangélicas atualmente não passam de desabafos das frustrações pessoais, alguns deles, querem ter sabor de mel, mas, na verdade, projetam apenas os complexos de inferioridades, são músicas repletas de ódio e desejo de vingança, que insuflam e exaltam ao ego, não Aquele que digno de louvor.

3. A ADORAÇÃO QUE O SENHOR ACEITA
A adoração que agrada ao Senhor, conforme Ne. 12, têm um propósito específico, tributar somente a Deus (Ne. 12.27). Os cultos às celebridades evangélicas, os supostos levitas modernos, não têm respaldo nas Escrituras, bem como os seus shows, que servem apenas para a promoção e enriquecimento pessoal. A natureza da adoração é integradora, isto é, visa envolver todo o povo, não apenas alguns, o serviço ao Senhor deva favorecer momentos de adoração que sejam congregacionais (Ne. 12. 43). A variedade de instrumentos também é percebida nos versículos 27, 35, 36 e 41 do capítulo 12. Não há respaldo bíblico para a censura a determinados instrumentos da igreja, nem mesmo dos ritmos, pois não existem instrumentos ou ritmos sagrados ou profanos, todos eles são culturais. Os mais antigos preferem uma música suave, enquanto que os jovens mais apressada. Ninguém deva ser censurado por um ou outro instrumento ou ritmo com que louva na igreja. O respeito pela diferença é uma premissa cristã, assim funcionam as orquestras. Mais importante do que o tipo de instrumento e o ritmo da música é o embasamento bíblico e a disposição espiritual daqueles que adoram. O genuíno louvor tem um longo alcance, pode ir além do que os compositores possam imaginar (Ne. 12.43). Hinos evangelísticos já trouxeram, pelo Espírito e pela Palavra, várias vidas aos pés de Jesus. A qualidade dos cânticos não pode ser desconsiderada. Jezraías fora escolhido, certamente pelo preparo e disposição, para ser o dirigente do louvor (Ne. 12.47). O Senhor é digno do nosso melhor, por isso, aqueles que se identificam com tal ministério devem demonstrar dedicação. A adoração genuína se concretiza não apenas em louvores, mas também no desprendimento para entregarmos os dízimos e ofertas para a obra do Senhor (Ne. 12.44-47).

CONCLUSÃO
O Senhor é digno de adoração e louvor, essa é a premissa do serviço dedicado a Deus. A esse respeito, a crise evangélica pode ser percebida na tendência atual de cultuar os adoradores. Devemos ter cautela, pois a glória do Senhor não pode ser dada a outro. Deus busca adoradores para Si, que O adorem não do jeito que desejam, mas de acordo com as especificações de Cristo, em espírito e verdade. Em atenção a essa orientação, os hinos de adoração e louvor nas igrejas precisam ser mais teocêntricos e menos antropocêntricos. Observemos, pois, o exemplo de J. S. Bach ao concluir suas composições, tributando glória somente a Deus (soli Deo gloria).

BIBLIOGRAFIA
KIDNER, D. Esdras e Neemias: introdução. São Paulo: Vida Nova, 1985.
PACKER, J. I. Neemias: paixão pela fidelidade. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.
 
 
 

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Sinal do Apocalipse? Organização das Nações Unidas propõe moeda global única



A UNCTAD, Conferência da ONU para o comércio e o desenvolvimento, avalia que o sistema atual de reserva internacional é um dos principais responsáveis pela crise econômica atual. O órgão pediu esta semana uma reforma abrangente, pois seus estudos mostram que, considerando a proporção do PIB, um país como o Brasil gastou mais do que os EUA e outros países ricos em estímulos à economia.
A ONU passou a defender a criação de uma nova moeda global única, que protegeria os mercados emergentes da especulação financeira. Enquanto existem ameaças de países ricos saírem da “zona do Euro” e uma crescente desconfiança da manutenção do dólar como principal moeda da reserva internacional.
Por sua vez, a UNCTAD lançou como uma hipótese real a criação de um tipo de banco central global (ou uma versão reformada do FMI), que emitiria uma moeda de reserva “artificial”. A ideia não é totalmente nova, uma moeda chamada “bancor” foi proposta em 1944, mas nunca obteve apoio.
“Há uma possibilidade de que os países concordem em trocar suas moedas atuais por uma nova. Esta moeda global única teria como lastro uma cesta de divisas de todos os membros”, explica o relatório da entidade.
A nova moeda auxiliaria a ajustar os desequilíbrios nos balanços de pagamento dos países, embora eles continuassem emitindo suas próprias divisas.
Certamente serão necessárias regras que determinem que os Bancos Centrais das nações intervenham no mercado de câmbio. Assim suas moedas se valorizarão ou ficarão mais baratas, dependendo do comportamento da economia global.
Para a Unctad, ao contrário de hoje, países com um grande déficit (como os Estados Unidos) e também os que possuem enormes superávit (como China e Alemanha) terão que ajustar as suas contas, não cabendo mais a responsabilidade apenas aos primeiros.
O modelo econômico atual tem uma tendência à deflação, já que os países deficitários são obrigados a reduzir as suas compras no exterior quando não conseguem mais financiamento. Enquanto isso, os superavitários não precisam aumentar as importações. Portanto, essa demanda menor reduz o preço dos produtos.
“Substituir o dólar com a moeda forte resolveria alguns dos problemas relacionados com o potencial dos países com grandes déficits e ajudaria a estabilidade”, explicou Detlef Kotte, um dos autores do relatório. “Mas também vamos precisar de um sistema de taxas de câmbio administradas. Os países devem manter estáveis suas taxas de câmbio reais [ajustadas pela inflação]. Bancos centrais teriam de intervir, mas poderiam ser instruídos por uma instituição multilateral, como o Fundo Monetário Internacional. ”
Embora muitos economistas tenham afirmado que a economia mundial precisa de uma correção imediata, nenhuma instituição importante, incluindo o G20 , ofereceu alternativas viáveis.
Embora vários países, incluindo China e Rússia, já tenham sugerido substituir o dólar como moeda de reserva mundial, esta é a primeira vez que uma grande instituição multinacional apoia a sugestão. Em 2009, o G8, grupo dos países mais ricos do mundo, já havia proposto a implementação de uma moeda global unificada, masque não teve o apoio necessário, pois a zona do Euro ainda não dava sinais de tanta fraqueza.
A moeda era chamada de “dinheiro do futuro” e contava com o lema “unidade na diversidade” e cinco estrelas que representariam os cinco continentes; as folhas do outro lado representariam supostamente a árvore da vida. Mais informações sobre esse sistema financeiro pode ser vista na guia “manifesto” do site nos artigos 1 e 2:
“ART. 1- “Unidade na diversidade” é o alicerce que move esta iniciativa, que começou em 1996. (..) Sua importância histórica é ainda maior do que a sua economia, é uma meta que se baseia na fé, esperança e a unificação das raízes culturais e espirituais.”
Ano passado, o papa Bento 16 sugeriu em um discurso a criação não só de uma moeda única, mas também de um governo único, cuja função seria segundo a encíclica Caritas en Veritatis: “(…) realizar um oportuno e integral desarmamento, a segurança alimentar e a paz, para garantir a salvaguarda do ambiente e para regulamentar os fluxos migratórios urge a presença de uma verdadeira Autoridade política mundial”.
Para os especialistas em escatologia, uma economia global unificada, sem papel-moeda, é necessária para cumprir a profecia de Apocalipse 13:16-18

Traduzido e Adaptado por Gospel Prime de Telegraph e Future World Currency


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Novo Testamento emociona na Indonésia




Confira o emocionante vídeo sobre a chegada do Novo Testamento na língua do povo Kimyal, na Indonésia. Houve uma calorosa festa para receber a Palavra de Deus, que agora fala ao coração daquela pequena comunidade.

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Lição 08 - O COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS

 
 
Texto Áureo: Ne. 10.29 – Leitura Bíblica: Ne. 10.28-33
 
Pb. José Roberto A. Barbosa


Objetivo: Mostrar aos alunos que o compromisso com a Bíblia é requisito fundamental para a igreja de Cristo seguir em obediência.

INTRODUÇÃO
O avivamento, conforme temos estudado nestas últimas lições, traz implicações duradouras. Na aula de hoje, atentaremos para os resultados de um compromisso com a Palavra de Deus. A princípio, destacaremos a necessidade de um compromisso incondicional com a Palavra de Deus. Em seguida, apontaremos a consolidação da obra de Deus através da Sua Palavra. Por fim, ressaltaremos algumas verdades bíblicas que devam ser consideradas.

1. COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS
 
Ainda que tenhamos estudado a respeito em lições anteriores, mesmo assim vale a pena repetir: não existe avivamento autêntico sem a intervenção direta da Palavra de Deus por meio da qual o Espírito Santo atua (II Tm. 3.16,17). Nos tempos de Esdras e Neemias tudo começou quando o povo de Israel se reuniu para buscar a Palavra de Deus (Ne. 8.1), não há possibilidade de reforma genuína sem a ministração bíblica (Ne. 8.13,18). Ela é o fundamento e os limites da reforma. Não podemos pôr outra base além daquela que recebemos de Deus (Ne. 10.29). Existem muitos movimentos evangélicos nos dias atuais que querem impor seus modismos, baseados em modelos de administração mundana, mas não podemos esquecer que os parâmetros a serem seguidos foram estabelecidos pelo Senhor em Sua Palavra. Depois que a Palavra é exposta, aqueles que a ouvem devem sair da zona de conforto, buscar a obediência ao Senhor, demonstrar compromisso diante da Palavra (Ne. 9.38). A liderança exerce papel primordial nesse aspecto, pois o exemplo deve partir daqueles que estão à frente do trabalho (Ne. 9.38; 10.1-27). Neemias foi um dos primeiros a assinar o documento (Ne. 10.1), dando o exemplo a ser observados pelos demais, os sacerdotes (Ne. 10.2-8), os levitas (10.9-13), chefes de famílias (Ne. 10.14-27), e o povo em geral (Ne. 10.28). Nesses dias de crise, os líderes evangélicos precisam voltar ao compromisso com a Palavra de Deus. Ainda que implique em falta de popularidade, ou perseguições daqueles que desconhecem a Bíblia. Carecermos de uma liderança totalmente consagrada a Deus, que não faça concessão com o pecado (Ne. 10.28), que coloque a Palavra de Deus em primeiro plano (Ne. 10.29), que se oponha à mistura do evangelho com as práticas mundanas (Ne. 10.30).

2. A CONSOLIDAÇÃO DA OBRA PELA PALAVRA DE DEUS
 
A obra de Deus é consolidada através da Palavra de Deus, e essa privilegia pessoas, não estruturas. Existem obreiros que se preocupam demasiadamente com construções, transformam edificações de tijolos no alvo principal. Neemias sabia da necessidade da reparação dos muros, mas seu objetivo era o desenvolvimento das pessoas. A cidade fora reconstruída para as pessoas, não as pessoas por causa das cidades. Do mesmo modo, os templos existem para as pessoas, não as pessoas por causa dos templos. Depois da cidade erguida, os líderes decidiram nela habitar (Ne. 11.1,2), resolveram abrir mão da prosperidade financeira, e viverem uma vida mais simples, juntamente com o povo. Paulo nos lembra que a piedade com contentamento é grande fonte de lucro (I Tm. 6.6). Templos são erguidos todos os dias nas igrejas evangélicas no Brasil, mas eles precisam ser freqüentados. Eles não devem servir apenas de adorno para as cidades, é preciso que a Palavra seja ali exposta, e os crentes não podem abandonar a congregação como é costume de alguns (Hb. 10.25). Nesta era de internet e televisão, há aqueles que não mais querem ir às igrejas, são os chamados desigrejados. Ainda que seja uma expressão da moda, e muitos o estejam fazendo, não podemos esquecer que somos partes de um todo, membros do corpo de Cristo, portanto, precisamos uns dos outros (I Co. 12). Não existem igrejas perfeitas, todas elas têm seus entraves, é necessário agir com tolerância em relação aos outros. A normalidade na igreja é justamente a anormalidade, somos todos cristãos incompletos, em um processo de construção, caminhando para a glória de Deus. Do mesmo modo que fomos alcançados pela graça de Deus, devemos ser graciosos no tratamento com os irmãos da igreja (Ef. 2.8,9).

3. AS VERDADES DA PALAVRA DE DEUS
 
Consoante ao exposto, devemos atentar para a Palavra de Deus. Como ponto de partida, devemos renovar nosso pacto, e permanecermos em contato com o Senhor e com o povo a quem Ele denominou de igreja (Mt. 16.18). Para tanto, precisamos perseguir a vontade de Deus (Ne. 10.30), separemo-nos, portanto, do pecado (Ne. 10.28) e estejamos dispostos a viver para Deus. A observância do Dia do Senhor também deva ser levada em consideração (Ne. 10.31). Os cristãos não dependem da guarda de dias para serem salvos, nem mesmo do Sábado (Cl. 2.16,17), considerando que este foi feito por causa do homem e não o homem por causa dele (Mc. 2.27). Por outro lado, o mercantilismo e a ganância estão transformando as pessoas em máquinas. Em busca de lucro desenfreado, as pessoas trabalham dia e noite, não separam tempo necessário para ir à igreja e para se congregarem com os irmãos. A natureza, criação de Deus, também tem sido desrespeitada (Ne. 10.31). Alguns crentes se utilizam de passagens descontextualizadas das Escrituras para propagarem a destruição ao meio ambiente. Aguardamos a volta do Senhor a qualquer momento, e essa é a bendita esperança da igreja, mas não sabemos quando ela acontecerá (I Ts. 4.13-17). Por isso, sejamos mordomos da criação de Deus, estejamos envolvidos no processo de redenção da natureza, que geme (Rm. 8.22). Em meio a essa sociedade controlada pelo lucro e o dinheiro, não podemos nos deixar conduzir pela lógica de Mamon (Mt. 6.24). Aprendamos, pois a exercer a generosidade (II Co. 8.4; 9.13; I Tm. 6.18), as dívidas não podem continuar, para sempre, sendo um jugo sobre as pessoas (Ne. 10.31), ainda que o cristão deva ser prudente ao contrair dívidas, ser parcimonioso em suas compras (Rm. 13.8). Não esqueçamos de contribuir para o desenvolvimento da obra do Senhor, a casa de Deus precisa ser mantida (Ne. 10.32-39), para isso servem os dízimos e as ofertas (Ml. 3.10).

CONCLUSÃO
 
A crise evangélica se revela no descaso em relação à Palavra de Deus. Precisamos resgatar o compromisso com a Bíblia, necessitamos de uma liderança firme, que não faça concessões ao pecado e que não se distancie dos princípios da Sagrada Escritura. Os crentes também devam ser admoestados a abandonarem seus pecados, a viverem em santificação para Deus. A “graça barata”, para usar uma expressão de Bonhoeffer, está formando uma geração de “crentes baratos”, que não mais carregam a cruz do discipulado, e que não levam a sério a radicalidade do cristianismo (Mt. 16.24).

BIBLIOGRAFIA
 
BROWN, R. The message of Nehemiah. Downers Grove: IVP, 1998.
PACKER, J. I. Neemias: paixão pela fidelidade. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.
 
 
 

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Bíblia já está traduzida em mirandês


A Bíblia já está traduzida em mirandês. O lançamento dos quatro Evangelhos acontece sábado, dia 12 de novembro, em Lisboa.

Os quatro Evangelhos da Bíblia já estão traduzidos para mirandês. A autoria é de Amadeu Ferreira, um dos maiores impulsionadores desta língua.
Ls Quatro Eibangeilhos, assim se chama a obra em língua mirandesa, é o resultado de uma tradução realizada entre 2001 e 2004 a partir do latim.
Revista por duas vezes desde então, foi dada como concluída em 2010 e chega agora às livrarias através da Sociedade Bíblica.
Amadeu Ferreira, é mestre em Direito, professor, tradutor, escritor e conferencista, e entre outras obras emblemáticas, já traduziu para o mirandês Os Lusíadas e algumas das aventuras de Astérix.
A língua mirandesa, cujas origens são anteriores à nacionalidade, foi reconhecida como língua oficial de Portugal em 1999, e é falada por cerca de 15 000 pessoas no concelho de Miranda do Douro.
Escritos com o intuito de anunciar a Boa Nova, os Evangelhos segundo Mateus, Marcos, Lucas e João narram a vida, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo, e são os quatro primeiros livros do Novo Testamento.
Atualmente, a Bíblia já se encontra traduzida em 469 línguas e o Novo Testamento em 1 231. Os responsáveis adiantam em comunicado que o mirandês ainda só se insere na categoria das 2 527 línguas que têm somente parte das Escrituras traduzidas.

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