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Lição 12 - AS VIAGENS MISSIONÁRIAS DE PAULO


Texto Áureo: At. 13.2 – Leitura Bíblica em Classe: At. 13.46-49
 
Pb. José Roberto A. Barbosa
 

Objetivo: Mostrar aos alunos que a expansão da igreja é um processo que envolve a ação do Espírito Santo e a obediência irrestrita do crente ao ide evangelístico de Jesus.

INTRODUÇÃO

Antes de ascender ao Céu, Jesus reuniu seus discípulos a fim de lhes passar determinadas instruções. Esse momento costuma ser denominado de Grande Comissão e se encontra registrado ao final dos quatro evangelhos e no início de Atos. Seguindo as instruções do Senhor, os discípulos deveriam fazer discípulos (Mt. 28.19) em todas as etnias (Mc. 16.15), pregar sobre a Sua morte e ressurreição (Lc. 24.46), partir como enviados de Cristo (Jo. 20.21) e depender sempre do poder do Espírito do Santo para no testemunho do evangelho (At. 1.8). O Apóstolo Paulo levou a sério a ordem do Senhor e, em três viagens missionárias, foi poderosamente usado pelo Espírito na expansão do evangelho.

1. PRIMEIRA VIAGEM MISSIONÁRIA

A primeira viagem missionária de Paulo está registrada em Atos 13.1 a 14.28. Essa foi uma missão para os gentios e o Apóstolo partiu de Antioquia. Do Porto da Selêucia, Ele seguiu juntamente com seus companheiros. A partir de Salamina viajaram toda a extensão da ilha, pregando inicialmente nas sinagogas dos Judeus. Durante essa viagem Paulo teve contato com o Proconsul Sergio Paulo. Seguindo viagem, aportou em Perge na Panfília. Naquela ocasião Barnabé era o líder, Paulo o pregador, e João Marcos – primo de Barnabé – um auxiliar. Ao deixar Chipre – cidade de Barnabé – Paulo assumiu a liderança e Marcos os abandonou, retornando para Jerusalém (At. 13.13). Paulo e Barnabé seguiram rumo ao norte, em direção da província da Galácia. Ele visitaram Antioquia (da Psídia), Icônio, Listra e Derbe. Em Antioquia Paulo pregou na sinagoga, discorrendo sobre a história de Israel e o cumprimento das promessas de Deus a respeito da vinda do Salvador, Jesus. A ênfase do Apóstolo foi posta sobre o perdão dos pecados e da justificação por meio da fé em Cristo (At. 13.38-39). Esses temas seriam enfatizados na Epístola aos Gálatas, escrita durante essa primeira viagem, na qual se opõe veemente à doutrina judaizante (Gl. 1.1-9). Enquanto se encontravam em Icônio, o Senhor realizou muitos sinais e maravilhas pelas mãos dos apóstolos (At. 14.3; Gl. 3.5). Em Listra, cidade em que Zeus e Hermes eram adorados (At. 14.11,12), Paulo curou um homem aleijado desde o ventre da mãe e isso fez com que as pessoas da cidade quisessem adorar a ele e Barnabé como deuses. Mesmo assim, judeus vieram de Antioquia e Icônio a fim de persegui-los, e por fim, apedrejaram a Paulo, deixando-o morto. Milagrosamente Ele se levantou após o apedrejamento e seguiu no dia seguinte juntamente com Barnabé para a cidade de Derbe. Ao retornar para Antioquia, Paulo passa, então, a ser como o Apóstolo do evangelho da incircuncisão” (At. 15.22-26; Gl. 2.7).

2. SEGUNDA VIAGEM MISSIONÁRIA

A segunda viagem missionária de Paulo se encontra registra em At. 15.36 s 18.22. Essa pretendia ser uma viagem para visitar as cidades nas quais o evangelho de Cristo havia sido pregado (At. 15.36). Antes da partida ocorreu um desentendimento entre Paulo e Barnabé, por causa do interesse de João Marcos de acompanhá-los, e isso acabou por separá-los, então, Paulo decidiu seguir com Silas em direção a Siria e Cilicia, com a benção da igreja (At. 15.40), iniciando pela Galácia. O interesse central de Paulo estava na Macedônia e em Acaia. Paulo tomou também consigo seu filho na fé, Timóteo, quando passavam por Listra (At. 16.3). Em resposta a uma visão (At. 16.9,10), os missionários embarcaram para a Macedônia (At. 16.6-10), dando iniciou a evangelização em solo europeu. Na Macedônica, três cidades foram escolhidas como pontos centrais para a evangelização: Filipos (At. 16.12-40), Tessalônica (At. 17.1-9) e Beréia (At. 17.10-14), e em Acaia, duas cidades foram visitadas: Atenas (At. 17.15-34) e Corinto (At. 18.1-18). Em Filipos Paulo encontrou pessoas tementes a Deus (At. 16.12) e Lídia, uma adoradora do Senhor (At. 16.14). Esse gentios foram os primeiros a responderem ao evangelho de Cristo e a serem salvos (At. 16.31-34). Nessa cidade os mensageiros do Senhor sofreram perseguição e foram postos na prisão, onde oravam e louvavam ao Senhor, e, após intervenção divina, o carcereiro e sua família se converteram ao Senhor (At. 16.20,21). Após ser liberado da prisão, Paulo apelou para sua cidadania romana, algo que poderia ter prevenido que ele fosse açoitado (At. 16.22-24). Tessalônica era a capital da província da Macedônia e naquele lugar Paulo começou a pregar na sinagoga, confrontando os ouvintes à luz das Escrituras (At. 17.2). Os missionários acabaram sendo acusados de sedição contra o império romano, por apregoarem outro rei, Jesus (At. 17.7). Por causa disso, eles tiveram que fugir da cidade e seguiram para Beréia, onde permaneceram por pouco tempo, atentando, que naquela cidade, havia nobreza, pois os ouvintes eram criteriosos no exame das Escrituras (At. 17.10-15). Em seguida Paulo entrou na província de Acaia, em uma das suas mais importantes cidades, Atenas, famosa pela quantidade de ídolos, causando incômodo ao Apóstolo (At. 17.16). Em Atenas ele tanto pregou nas sinagogas quanto nos lugares públicos, onde encontrou os filósofos epicureus e estóicos, que consideraram Paulo não mais do que um falastrão (At. 17.18). Em Atenas Paulo pregou sobre o Deus Desconhecido dos atenienses, e falou a respeito de Jesus e da ressurreição. Em oposição ao pensamento filosófico, Ele expôs a doutrina de um Deus pessoal e vivo que criou o mundo e que o sustenta e que um dia haverá de julgá-lo, portanto, argumentou o Apóstolos, todos devem se arrepender (At. 17.22-34). Após sair de Atenas Paulo seguiu para Corinto onde permaneceu por um ano e meio. Na cidade Paulo foi hospedado por um casal, Áquila e Priscila, companheiros de fé e profissão, também fabricantes de tendas (Rm. 16.3-5). Em Corinto Paulo foi acusado pelos judeus de adorar a Deus de modo contrário à Lei, resultando na sua apresentação, perante Gálio, no tribunal (At. 18.15-17). Após uma rápida visita a Éfeso, Paulo seguiu viagem, prometendo retornar se essa fosse à vontade do Senhor, e logo retornou para Antioquia (At. 18.19-21). Durante essa segunda viagem missionária Paulo escreveu duas cartas: I e II Epístolas aos Tessalonicenses.

3. TERCEIRA VIAGEM MISSIONÁRIA

A terceira viagem missionária de Paulo se encontra registrada em At. 18.23 a 21.14. O Apóstolo segue mais uma vez em direção a região da Galácia e da Frigia. Em seguida, segue rumo a Ásia, para sua principal cidade, Éfeso. Nesse local ele permaneceu por aproximadamente dois a três anos, sua estada mais longa em um mesmo lugar (At. 19.8-10; 20.31). Lucas testemunha que durante a permanência de Paulo na cidade, todos que habitavam na Ásia ouviram a palavra do Senhor, tanto judeus quanto gregos (At. 19.10) e que a palavra de Deus prevalecia poderosamente (At. 19.20). Após deixar Éfeso, Paulo seguiu rumo a Trôade (II Co. 2.12-13), depois para a Macedônia e Grécia, onde passou três meses (At. 20.3). Enquanto se encontrava em Corinto, escreveu sua Epístola aos Romanos. Quando retornava de Filipos e Trôade, passou por Mileto e encontrou-se com os presbíteros da igreja de Éfeso (At. 20.17-35) com o objetivo de reafirmar seu ministério perante eles, e encarregá-los de responsabilidades pastorais, advertindo-os também quanto ao perigo das heresias que viriam após a sua partida (At. 20.28-31). Desejoso de ir a Jerusalém, para Festa de Pentecoste (At. 20.16), Paulo partiu em direção a Tiro e Cesaréia (At. 21.3-6; 8-16), onde foi advertido a respeito dos perigos que sobreviriam sobre ele. Mesmo assim, seguiu para Jerusalém (At. 21.13), levando consigo a coleta dos irmãos para os necessitados (I Co. 16.1-4; II Co. 8-9; Rm. 15.25-27). Enquanto era recebido por Tiago e os anciãos da igreja, alguns judeus da Ásia, que estavam presentes em Jerusalém, para celebrar a Festa de Pentecoste, acusaram Paulo de profanar a área do templo (At. 21.27-36), o que resultou em sua prisão pela capitão romano da cidade. Nessa viagem missionária, além da Epístola aos Romanos, Paulo escreveu I e II Coríntios.

CONCLUSÃO

As viagens missionárias de Paulo revelam seu profundo amor a Jesus Cristo, bem como a seriedade que esse atribuía à obra evangelizadora. Ele tinha profunda convicção do seu chamado para levar o evangelho às nações (Gl. 1. 15,16; Rm. 1.1; I Co. 1.1). Ele não se envergonhava do evangelho, pois reconhecia neste o poder de Deus para salvação de todo aquele que crer (Rm. 1.16). O Apóstolo dos Gentios não temia oposição e muito menos adversidades, pois estava ciente da responsabilidade que recaia sobre os seus ombros (I Co. 9.16). O teor da mensagem missionária paulina era, repetidamente, Jesus Cristo, o Ressuscitado (I Co. 1.30; II Co. 4.5). A dedicação de Paulo à obra missionária era tão intensa que o fazia afirmar que ele não mais vivia, mas Cristo vivia nele (Gl. 2.20), e que para ele o viver era Cristo e o morrer era lucro (Fp. 1.20). Paulo a nada temia, e como muitos missionários espalhados pelo mundo atualmente, pelo quais devemos orar e contribuir, testemunhava de Jesus, a fim de que o Senhor fosse manifestado na vida dele (II Co. 4.10,11). Que como Paulo, e esses destemidos missionários, sejamos também capazes de, pelo Espírito, afirmar: “ai de mim se não pregar o evangelho”!

BIBLIOGRAFIA

MARSHALL, I. H. Atos: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 2008.
WILLIAMS, D. J. Atos. São Paulo: Vida, 1996. 
 

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Ateia apresentará nova série da BBC sobre a Bíblia

 
Primeira, de três partes, vai ao ar dia 15 de março às 21h na BBC Two


Ateia apresentará nova série da BBC sobre a Bíblia No documentário “Segredos enterrados na Bíblia”, a Dra. Francesca Stavrakopoulou guiará os espectadores através de algumas das mais recentes descobertas arqueológicas no Oriente Médio e considera como esses elementos presentes na Bíblia podem moldar a compreensão do mundo do judaísmo, cristianismo e islamismo.

Alguns dos temas a serem exploradas pelo programa incluem as origens da história do Jardim do Éden e do contexto histórico do reino de Davi.

Segundo o The Telegraph, a Dra. Stavrakopoulou fez uma série de afirmações prévias sobre o programa.

Stavrakopoulou comentou sobre como a maioria interpreta Eva mal e como “o mundo era machista” na época das Escrituras. “As mulheres eram cidadãs de segunda classe, vistas como propriedades”, explica a conferente sênior da Bíblia hebraica na Universidade de Exeter.

Apesar de a série mostrar veracidades contidas na Palavra de Deus, anos antes de serem “oficialmente” descobertas, a Dra. Stavrakopoulou insiste em dizer que não acha que a Bíblia pode ser usada como uma fonte histórica confiável. Ela afirma: “como acadêmica, você deixa a sua fé na porta".

"Eu estou ciente que há alguns que acham difícil entender por que uma atéia poderia estar interessada na Bíblia. A Bíblia é uma obra de literatura religiosa e social que tem um enorme impacto na cultura ocidental, e por esse motivo é importante que programas como esses sejam feitos", reconhece a doutora.

Andrew Graystone, diretor da rede de mídia da Igreja, diz que os cristãos não devem se preocupar com o fato de uma atéia apresentar o programa sobre a Bíblia.

“A imparcialidade é sempre importante, mas não podemos esperar que os apresentadores sejam completamente imparciais. Jeremy Clarkson não é imparcial sobre carros, Gary Lineker não é imparcial sobre futebol. Porém, os apresentadores são inteligentes e sensíveis e os telespectadores são igualmente inteligentes e sensatos", conclui.

O senhor Graystone disse que não vê a nomeação da Dra. Stavrakopoulou como um sinal de que a BBC está sendo injusta em sua abordagem sobre a fé cristã.

"É difícil dizer que a BBC está sendo injusta para os cristãos quando eles tinham um quarto do horário nobre na série Jesus no Natal e a Rádio dedicou um dia inteiro para ler a Bíblia King James."

Ele aconselhou os cristãos a suspender o juízo sobre o programa até que vá ao ar.

“Nós não vimos nada ainda, então vamos esperar para ver se gostamos. “Pode ser interessante, como também pode ser terrível, mas se assim for, não será terrível de fato, já que não foi apresentado por um cristão”, opina.

A primeira, de três partes, da série vai ao ar dia 15 de março às 21h na BBC Two.


Fonte: Christian Today / Redação CPAD News


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LIÇÃO 02 - Abril a Junho/2011

 
Em comemoração ao Centenário do Movimento Pentecostal no Brasil, a lição deste segundo trimestre de 2011 trata do estudo da ação do Espírito Santo na Igreja atual.

TEMA: MOVIMENTO PENTECOSTAL: As Doutrinas da Nossa Fé


  • Lição 01 – QUEM É O ESPÍRITO SANTO
  • Lição 02 – NOME E SÍMBOLO DO ESPÍRITO SANTO
  • Lição 03 – O QUE É O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO
  • Lição 04 – ESPÍRITO SANTO AGENTE CAPACITADOR DA OBRA DEUS
  • Lição 05 – A IMPORTÂNCIA DOS DONS ESPIRITUAIS
  • Lição 06 – DONS ESPIRITUAIS QUE MANIFESTAM A SABEDORIA DE DEUS
  • Lição 07 – OS DONS DE PODER
  • Lição 08 – O GENUÍNO CULTO PENTECOSTAL
  • Lição 09 – A PUREZA DO MOVIMENTO PENTECOSTAL
  • Lição 10 – ASSEMBLEIA DE DEUS, CEM ANOS DE PENTECOSTE
  • Lição 11 – UMA IGREJA AUTENTICAMENTE PENTECOSTAL
  • Lição 12 – CONSERVANDO A PUREZA DA DOUTRINA PENTECOSTAL
  • Lição 13 – AVIVA, Ó SENHOR,  A TUA OBRA.

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Torre de Babel realmente existiu, afirmam pesquisadores



Um artigo publicado pela dupla de pesquisadores Roy Liran e Ran Barkai, da Universidade de Tel Aviv, no mês passado, abre uma discussão sobre a veracidade da passagem bíblica de Gênesis 11 que fala sobre a Torre de Babel. Ela teria existido ou não?
A descoberta em 1952, em Jericó, na Palestina, de uma torre de 8,5 metros seria a prova de que de fato a passagem bíblica estava certa, esse edifício seria um dos primeiros arranha-céus da história da humanidade e poderia ter sido construído para servir ao povo de proteção contra invasões ou como espaço para observação de astros e estrelas.
A recente pesquisa aponta para a possibilidade de que a edificação teria sido utilizada para prever catástrofes naturais – inundações, no caso – e abrigar os sacerdotes, na época os reis, contra elas.
Vere Gordon Childe, filólogo australiano especializado em arqueologia  e autor da teoria da revolução neolítica (a Idade da Pedra também é conhecida como Período Neolítico) afirma que a mudança da população saiu da Mesopotâmia, hoje Iraque, (onde a civilização teve inicio e também onde foram inventadas a roda, a escrita e a agricultura) para Jericó devido as mudanças climáticas. Ali, fundaram um dos assentamentos urbanos mais antigos da Terra. Elas teriam chegado lá trazendo na memória um trauma de seus ascendentes, a catástrofe diluviana.
Atualmente, já foram encontradas 31 ruínas de torres na Mesopotâmia. A de Jericó é a única naquela cidade. E o muro em torno dela está estruturado como uma espécie de dique.
O livro de Gênesis relata que um grupo de pessoas vindo do Oriente habitou um vale em Sinar, hoje Iraque, e ergueu uma torre. Para punir a ousadia desses humanos que queriam tocar os céus, Deus fez com que eles falassem idiomas diferentes, tornando impossível a comunicação entre eles e os obrigando a migrar para outros lugares da Terra. Babel, em hebraico, significa confundir.
Um tablete de argila com escrita cuneiforme – um dos primeiros textos da humanidade, datado de 2500 a. C., encontrado no Iraque e traduzido em 1872 – traz um relato controvertido que parece ser um paralelo à história bíblica da Torre de Babel: “…seu coração se tornou mal… Babilônia submeteu os pequenos e os grandes. Ele (uma divindade) confundiu seus idiomas… o seu lugar forte, que por muitos dias eles edificaram, numa só noite ele trouxe abaixo.”
Outro texto cuneiforme, produzido em cerca de 2200 a. C. e publicado em 1968, faz menção de uma época em que havia “harmonia de idiomas em toda Suméria” e os cidadãos “adoravam ao deus Enlil numa só língua… o deus Enki, senhor da abundância… e o líder dos deuses… mudou a linguagem na sua boca e trouxe confusão a eles. Até então, a linguagem dos homens era apenas uma.”
A “Bíblia”, portanto, seria um elo entre a história da Torre de Jericó e as construções anteriores na Mesopotâmia. “Há elementos históricos para supor que algum tipo de dilúvio de proporções catastróficas ocorreu de fato, assim como uma Torre Babel”, diz o arqueólogo Rodrigo Pereira da Silva, que leciona no Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp). “A história da “Bíblia” tem plausividade arqueológica e histórica.”
Professor do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), André Chevitarese argumenta que a veracidade bíblica não se sustenta pela ciência, mas pela fé. Para ele, um especialista em história das religiões, o autor de Gênesis, diante da multiplicidade de línguas e com os olhos repletos de religiosidade, lançou mão de uma narrativa que passa pela realidade para entender o mundo que o cercava. “Não estou invalidando o discurso bíblico, mas prefiro seguir a linha de pensamento dos teólogos alemães da primeira metade do século XIX. Influenciados pelo racionalismo, eles acreditam que o dilúvio, a Torre de Babel, Caim e Abel, Adão e Eva são formas de exprimir um Deus agindo do ponto de vista literário.” O novo propósito atribuído à construção da Torre de Jericó pela dupla Liran e Barkai, da Universidade de Tel-Aviv, publicado na conceituada revista inglesa de arqueologia “Antiquity”, aproxima o contexto cultural com a Torre de Babel bíblica e abre espaço, se não para a certeza, para a possibilidade histórica de uma passagem das Sagradas Escrituras.

Fonte:http://noticias.gospelprime.com.br/torre-de-babel-realmente-existiu-afirmam-pesquisadores/


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Lição 11 - O PRIMEIRO CONCÍLIO DA IGREJA DE CRISTO

 
Pb. José Roberto A. Barbosa
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Objetivo: Mostrar aos alunos que a intenção de um concílio eclesiástico, convocado sob orientação divina, é preservar a unidade da igreja no Espírito e conservar a sã doutrina.

INTRODUÇÃO

Desde os seus primórdios, a igreja cristã precisou lidar com controvérsias que colocaram em risco a unidade doutrinária. Na aula de hoje, estudaremos a respeito da questão judaizante, que se espalhou em algumas igrejas e comprometia o evangelho de Cristo. Nesta lição, veremos como a igreja primitiva respondeu às tentativas religiosas de minar a doutrina, e, ao mesmo tempo, conseguiu manter o equilíbrio entre preservar a doutrina e cultivar o amor pelos irmãos.

1. O CONCÍLIO EM JERUSALÉM

A realização de um concílio em Jerusalém se fez necessária por causa de uma crença predominante entre alguns judeus que para os gentios serem salvos esses precisariam se tornar membros do povo de Deus e aceitar as obrigações da lei judaica. Além disso, havia também um problema, pois, para alguns judeus, os gentios, ao participarem da mesa da comunhão, a tornavam impura, por causa do alimento que traziam. Os mais preocupados com a inclusão dos gentios no seio da igreja eram os judaizantes. Eles argumentavam, a respeito dos gentios, que se esses não se circuncidassem, conforme o uso de Moisés, não podiam ser salvos (At. 15.1,2). Esse grupo permanecia atado às praticais rituais do judaísmo, eles não admitiam desconsiderar os rituais judaicos, na verdade, eram tais eram mais fariseus do que cristãos (At. 15.5). Logo a princípio, Paulo percebeu que esse ensinamento era contrário à fé cristã, e que punha em risco o evangelho de Cristo, desconsiderando a Sua morte expiatória (Gl. 2.21; 5.1-6). Caso a igreja optasse pela doutrina dos judaizantes, a morte de Cristo perderia a razão de ser, e o cristianismo não passaria de uma facção de judaísmo (Gl. 3.1-3). O posicionamento contundente de Paulo em relação aos judaizantes revelava o risco que o evangelho passava, a necessidade de defender os princípios básicos da fé cristã que estão sendo questionados, e com esses, o futuro da igreja de Jesus Cristo. Durante o concílio, Pedro lembrou do episódio de Cesaréia, na residência de Cornélio, como testemunho de que “Deus me escolheu dentre vós para que, por meu intermédio, ouvissem os gentios a palavra do evangelho e cressem” (At. 15.7). Ninguém pode acusar Pedro se ser judaizante, haja vista que, conforme declarou no concílio “Cremos que fomos salvos pela graça do Senhor Jesus, como também aqueles o foram” (At. 15.11), consoante ao que afirmou Paulo aos Gálatas (Gl. 2.16). Tiago, o meio-irmão do Senhor, autor da Epístola que leva seu nome, e líder da igreja em Jerusalém, também “expôs Simão como Deus primeiro visitou os gentios, a fim de construir dentre eles um povo para o seu nome” (At. 15.14). Tiago destacou ainda que essa realidade confirmava “as palavras dos profetas” (At. 15.15). A partir de tal declaração, aprendemos que qualquer concílio eclesiástico somente é legítimo se esse se pautar pela autoridade das Escrituras.

2. A CARTA DO CONCÍLIO

Os debates ocorridos naquele concílio resultaram na produção de uma Carta que deveria ser enviada às igrejas. O teor dessa missiva deixava explícito o repúdio dos cristãos aos postulados judaizantes, e os desautorizava a proclamar os falsos ensinamentos que comprometiam a verdade da fé cristã. Por isso, “pareceu bem aos apóstolos e aos presbíteros, com toda a igreja, tendo elegido homens dentre eles, envia-los juntamente com Paulo e Bernabé, a Antioquia: foram Judas, chamado Barsabás e Silas”, homens que, segundo Lucas, eram “notáveis entre os irmãos” (At. 15.22). Além de reprovar aqueles que perturbavam com palavras, transtornando as almas dos crentes, os líderes reconheciam que não se fazia necessário “impor maior encargo além destas coisas essenciais: que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, bem como do sangue, da carne de animais sacrificados e das relações sexuais ilícitas”. Tais recomendações devem servir de alerta a certos líderes eclesiásticos que querem impor sobre a igreja fardos pesados, que eles mesmos não são capazes de cumprir, e que servem apenas para alimentar a vaidade ministerial. É preciso destacar também que essas orientações eram predominantemente rituais, a exceção da imoralidade sexual, e se tratavam mais de uma recomendação do que uma ordem, por isso, “fareis bem se vos guardardes” (At. 15.29). O objetivo primordial de tais recomendações era a preservação dos irmãos mais fracos, os judeus que não comiam carne se o sangue não tivesse sido tirado, nem a de animais estrangulados ou que morriam por doença. Por isso, era preciso que os gentios fizessem algumas concessões com respeito à alimentação. Assim fazendo, estavam seguindo a lei do amor, evitando o escândalo dos irmãos mais judeus mais fracos na fé (Rm. 14.21). Os cristãos de hoje também precisa fazer concessões em relação aos crentes mais fracos na fé, por amor, mas, ao mesmo tempo, devem conduzi-los ao crescimento, a fim de que esses não permaneçam na meninice (I Co. 3.1; 14.20; Gl. 4.3).

3. RESULTADOS DO CONCÍLIO

O concílio de Jerusalém, a respeito da questão judaizante, trouxe alguns resultados para a igreja cristã. O primeiro deles foi o conforto, pois todos “sobremaneira se alegraram, pelo conforto recebido” (At. 15.31). O fardo pesado imposto sobre os falsos mestres judaizantes seria a partir de então aliviado pelo jugo suave do evangelho de Cristo (Mt. 11.28,29). Além disso, Judas e Silas, ao contrário dos legalistas, “consolaram os irmãos com muitos conselhos e os fortaleceram” (At. 15.32). Os cristãos gentios puderam finalmente desfrutar da liberdade cristã, e, ao invés de serem controlados por práticas externas, passaram a desfrutar da lei do amor. A partir do momento que compreendemos o amor de Deus, podemos finalmente amá-lo, mais que isso, obedecê-lo, não porque isso apaziguará a Sua ira, mas porque nos agrada fazer a Sua vontade, essa é a lei que passar a conduzir as atitudes do coração (Jr. 31.33). Essa liberdade, por outro lado, não deva dar margem para a libertinagem, pois, conforme lembrou Paulo aos coríntios: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam. Ninguém busque o proveito próprio; antes cada um o que é de outrem” (I Co. 10.23,24). O cristão precisa agir com bom senso, tendo o amor como fundamento, para perceber quando uma determinada prática pode comprometer o evangelho de Cristo ou quando essa pode ser observada a fim de que outro irmão não seja escandalizado. Em se tratando de alimento, podemos comer tudo, até mesmo a comida que foi sacrificada aos ídolos, contanto que não perguntemos, por questão de consciência, ou, se for caso, para que a fé de um determinado irmão seja abalada (I Co. 10.25).

CONCLUSÃO

As igrejas evangélicas costumam apresentar costumes religiosos, alguns deles não são doutrinários. Contanto que esses não comprometam a doutrina do evangelho de Cristo, ou seja, não sejam impostos como condições para a salvação, nada há de errado em observá-los. Alguns usos e costumes são saudáveis à igreja, mas não podem ser transformados em regras legalistas. Há igrejas pentecostais que demonstram zelo pelos usos e costumes dos pioneiros, outras já não mais os consideram válidos. A regra áurea continua sendo a mesma aplicada aos gentios pelo concílio de Jerusalém: o equilíbrio entre a preservação da doutrina e o respeito aos costumes. Para tanto, é de bom alvitre atentar para a recomendação do Apóstolo dos Gentios, “quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus” (I Co. 10.31).

BIBLIOGRAFIA

STOTT, J. A mensagem de Atos. São Paulo: Abu, 2008.
WILLIAMS, D. J. Atos. São Paulo: Vida, 1996. 
 
 

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Bíblias para evangelização

Exemplar da Bíblia de R$ 2 para evangelização

Bíblias para evangelização


As edições econômicas da Bíblia Sagrada oferecidas pela SBB vê auxiliando com êxito o trabalho evangelístico de muitas igrejas e cristãos pelo Brasil. Fácil de carregar e com texto bíblico na Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH), a obra tem sido utilizada em grande volume pelas diferentes denominações cristãs e missionários. Cada exemplar é vendido ao preço de R$ 2,00 e pode ser adquirido em caixas para facilitar a distribuição do material bíblico entre o público.

Na cidade paraense de Monte Alegre, a Igreja Evangélica Assembleia de Deus comprou inicialmente mais de 200 unidades da edição. O material vai suplementar as ações semanais de evangelização da Igreja, pois será distribuído entre seus membros: grupos familiares, novos convertidos no culto e jovens que fazem evangelismo nas ruas. "Essas Bíblias vão nos ajudar a alcançar e compromissar mais pessoas para Jesus", acredita a irmã e missionária da igreja, Ozilda Vasconcelos.

Não são só as igrejas que vem utilizando essa edição das Sagradas Escrituras em suas ações. Cristãos que trabalham pela causa bíblica têm, por iniciativa própria, difundido a Palavra de Deus por meio dessas publicações. É o caso da empresária Pablina Hadid Souza. Há dois anos, após se tornar evangélica, ela compra os exemplares da edição econômica para presentear os clientes de suas cinco lojas de beleza no Rio de Janeiro (RJ), bem como de uma igreja próxima.

Em média, por dia, Pablina distribui cerca de 50 Bíblias em seus estabelecimentos e 20 para o espaço de culto e oração. "Em geral, as pessoas estão abertas a receber a Palavra de Deus. Muitos clientes que ganham essas Bíblias acabam indo ao culto e passam a frequentar a igreja. E esse material acaba impactando também os lojistas vizinhos e seus funcionários", testemunha a evangelizadora.



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Lançamento do Cd - O Milagre vai acontecer de Raquel Castro




Todos estão convidados para o lançamento do cd O MILAGRE VAI ACONTECER de Raquel Castro dia 26 de março no Templo Sede na Assembléia de Deus em Parnamirim. Não percam!



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Will Smith pode interpretar a versão moderna da história de Jó



Will Smith pode levar aos cinemas a história bíblica sobre a vida de Jó. Dois dos roteiristas de O Vencedor, Paul Tamasy e Eric Johnson, venderam para a produtora de Smith e a Sony Pictures uma versão moderna da história de Jó, intitulada Joe.
Não é certo de que o filme será realmente rodado, pois tanto Will quanto o diretor David O. Russell (que foi convidado para ser o diretor) estão cheios de trabalho. A dupla de roteiristas está escrevendo a segunda versão do texto e segundo Tamasy será uma comédia dramática inspirada nas provações de Jó.
“Joe é um cara que está vivendo o sonho americano. Tem uma bela casa com cercas brancas, esposa, filhos, um carrão. A cada mil anos, Deus e Satanás medem forças apostando na fé de um único homem, e o destino do mundo está em jogo. As dificuldades que nós sempre encaramos na vida, Joe vai passar em uma única semana”, disse Paul Tamasy ao podcast Movie BS.

Com informações Omelete

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SBB entrega Bíblia personalizada para vereadores


Essa semana a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) fez a entrega de uma Bíblia personalizada à Câmara Municipal de Barueri (SP). A cidade tem um projeto de lei que já foi aprovado pelos vereadores que contempla a leitura e reflexão de uma passagem da Bíblia no início de cada audiência pública.
O exemplar tem letras grandes,  na tradução Almeida Revista e Atualizada (RA), e conta com um acabamento especial, isso é,  capa em couro preto legítimo com o brasão da casa legislativa gravado.
O exemplar foi doado e será utilizado na abertura das sessões da Câmara. “Antes da sessão começar, nós convidamos um vereador para ler um versículo bíblico. Essa Bíblia da SBB é um presente tão abençoado para nós, pois a verdade da vida está toda ali dentro”, disse o vereador e presidente da Câmara, Josué Pereira Silva.
O Livro Sagrado foi entregue ao vereador pelas mãos do secretário de Comunicação e Ação Social da SBB, Erní Seibert, e do gerente industrial da Gráfica da Bíblia, Luiz Forlim.

Fonte: Gospel Prime

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Malafaia diz em culto que quem não desse oferta ficaria sem bençãos



Segundo o colunista da IstoÉ, Ricardo Boechat, o pastor Silas Malafaia estaria se referindo aos gastos com novo templo em Araruama (RJ).

O pastor Silas Malafaia (foto), 52, durante um culto em Araruama (RJ) no dia 16 de fevereiro, lembrou que no templo em que estavam tinha custado R$ 600 mil e em seguida disse: “Quem não der oferta, tudo bem. Mas não sairá daqui abençoado”.

Malafaia é da Igreja Assembleia de Deus, da subdenominação Vitória em Cristo, criada por ele.

Araruama é uma cidade de 112 mil habitantes do litoral fluminense a 108 km do Rio. Com 450 cadeiras, a igreja ali da Vitória em Cristo foi inaugurada no dia 18 dezembro de 2010. Ela é mais uma das 1.000 que o pastor planejou inaugurar nos próximos anos.

Malafaia faz parte de uma minoria entre os evangélicos que possui curso superior. Ele se formou em psicologia, mas se distingue por um estilo direto e ríspido, com casca de abacaxi. Ou “franco”, como afirmam seus admiradores.

É um estilo bem diferente, por exemplo, do apóstolo Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial, que, tendo estudado até o quinto ano do ensino fundamental, tem sido sutil e criativo na abordagem aos fiéis, como no caso da invenção do trízimo – 10% da Deus, 10% para Jesus e 10% para o Espírito Santo.

Em Araruama, quando Malafaia disse que quem não desse dinheiro ficaria sem benções, uma parte dos fiéis desistiu do culto.

Fonte: Blog Paulo Lopes com informação da IstoÉ


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